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Ministro da Índia diz que a tecnologia deve ser escrava das pessoas e não o inverso

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Ministro da Índia diz que a tecnologia deve ser escrava das pessoas e não o inverso

Nesta quarta-feira, 19 de dezembro, Arun Jaitley, Ministro de Finanças da Índia, debateu como a tecnologia blockchain pode transformar áreas como saúde, transporte, entre outras, e afirmou que o fundamental é que a tecnologia esteja a serviço do ser humano.

“Precisamos assegurar que a tecnologia seja escrava das pessoas e não o inverso”, disse.

As declarações foram feitas durante o Global Blockchain Congress, evento que está ocorrendo no país. Embora tenha uma posição dura em relação ao Bitcoin e às criptomoedas, e tenha definido dezembro como prazo para apresentar uma regulamentação para o setor, o governo na Índia vê a blockchain com bons olhos e acredita que a tecnologia é peça chave na promoção do desenvolvimento da nação, tanto que, o Departamento de Tecnologia da Informação e Eletrônica do Governo de Bengala Ocidental está realizando o congresso no qual Jaitley palestrou, focado em entender como o desenvolvimento das aplicações com blockchain estão sendo feitos pelo mundo, afim de tornar o estado um hub de inovação no setor.

Rosine Kadamani, cofundadora da Blockchain Academy, foi convidada para o congresso para explicar aos mais de 2 mil indianos presentes como aplicações com blockchain vêm sendo desenvolvidas na América Latina e também quais as perspectivas regulatórias no continente.

“Foi interessante ouvir o posicionamento dos representantes do governo, que expressaram grande abertura para projetos envolvendo blockchain e DLT, e conhecer mais sobre projetos locais que estão em um estágio mais avançado. Nossa participação foi para explicar alguns conceitos, bem como fornecer uma visão sobre a situação atual da América Latina em termos e projetos e regulamentação. Além de alguns casos do Brasil, pudemos também mencionar os esforços de nossos amigos argentinos, bem como outros casos que pudemos conhecer melhor na Labitconf e outros casos públicos”, destaca Kadamani.

Além da brasileira, o evento contou com a participação de representantes do governo indiano, com o especialista belga de blockchain e criptomodas Bart Preneel, Sreeram Anathasayanam, que trabalha com tecnologia blockchain no escritório indiano de consultoria MNC PwC (PricewaterhouseCoopers), entre outros.

“Nosso objetivo é construir um ecossistema holístico da tecnologia blockchain em Bengala Ocidental através do compartilhamento de conhecimento, workshops, geração de consciência e provendo uma plataforma única para todas as partes interessadas – indústria, academia, startups, corporações, governos e investidores para entender, colaborar e explorar o potencial da tecnologia blockchain”, declararam os organizadores do evento.

O desenvolvimento da blockchain tem avançado na Índia à medida em que importantes players como o empresário Mukesh Ambani começam a explorar o potencial da cadeia de blocos por meio de seu conglomerado de petróleo e gás Reliance Industries. Recentemente, também a empresa de auditoria Ernst & Young (EY) anunciou a contratação de 2 mil funcionários na Índia para expandir seus serviços de solução digital através das tecnologias blockchain, inteligência artificial (IA), automação e impostos.

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