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JP Morgan é processado por cobranças abusivas envolvendo criptomoedas

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O feitiço virou contra o feiticeiro, o jargão popular pode ser muito bem usado para explicar o recente processo que o JP Morgan Chase, um dos maiores bancos norte-americanos, terá de enfrentar nos EUA. A instituição, cujo CEO James Dimon repetidas vezes chamou o Bitcoin de fraude, farsa, bolha e tantos outros adjetivos, agora terá que responder judicialmente por uma suposta fraude praticada pelo banco em relação às taxas abusivas cobradas na aquisição de criptomoedas.

Segundo reportagem da Reuters, agência de notícias internacional, a ação foi aberta no tribunal federal de Manhattan e acusa o banco de cobrar “honorários surpresa”, quando deixou de permitir que os clientes comprassem criptomoedas diretamente com cartão de crédito e começou a tratar essas compras como adiantamentos em dinheiro recusando-se a reembolsar os clientes quando as reclamações destes vieram à tona.

Mary Jane Rogers, porta-voz do banco, não quis comentar o processo, mas disse que o banco parou de processar as compras de criptomoedas no cartão de crédito em 3 de fevereiro por causa do risco de crédito envolvido. Os clientes podem usar seus cartões de débito para comprar criptomoedas com suas contas correntes sem incorrer em taxas de adiantamento de dinheiro.

Entretanto, segundo Brady Tucker, autor da ação, o banco cobrou US$143,30 em taxas e US$20,61 em juros surpresa por cinco transações envolvendo a aquisição de criptomoedas  entre 27 de janeiro e 2 de fevereiro. Centenas ou possivelmente milhares de outros clientes do banco foram atingidos pelas acusações, disse Tucker, que diz ter ligado para a central de atendimento contestando as taxas, sem obter qualquer reembolso.

A ação acusa o JP Morgan de violar a Lei da Verdade nos Empréstimos dos EUA, que exige que os emissores de cartões de crédito notifiquem os clientes por escrito de qualquer alteração significativa nas cobranças ou nos termos. O processo pede indenizações reais e danos estatutários de US$1 milhão.

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