Início Notícias Johann Gevers renuncia ao cargo de presidente da Fundação Tezos

Johann Gevers renuncia ao cargo de presidente da Fundação Tezos

755
0

As expectativas em torno do projeto da Tezos aumentam a cada notícia que vem a público. O ICO que foi um dos maiores da história, arrecadando mais de US$ 200 milhões, até agora tem sido suficiente apenas para gerar uma série de duvidas entre a comunidade, além de processos e um clima de desconfiança geral quanto ao quão realmente a empresa irá “entregar” o que tem prometido.

Nesta semana, o controverso presidente da Fundação, Johann Gevers e também o membro do conselho Diego Olivier Fernández Pons, renunciaram formalmente aos respectivos cargos. Gevers travou uma série de intrigas com os fundadores da Tezos, Arthur e Kathleen Breitman, que controlam a propriedade intelectual associada à Tezos através da sua empresa, Dynamic Ledger Solutions. A briga chegou a tal ponto que cogitou-se realizar um fork antes mesmo do lançamento oficial da moeda.

De acordo com a publicação, agora Ryan Jesperson (novo presidente) e Michel Mauny, foram nomeados unanimemente para o conselho de administração e se juntaram a Lars Haussmann, que passou a integrar o time no final de janeiro. A reestruturação aparentemente agradou os membro da comunidade que demonstraram seu otimismo nas redes sociais esperando que essas mudanças ajudem a colocar o projeto de volta aos trilhos. Jesperson apoiou os Breitmans em sua disputa com Gevers e ajudou a construir a Fundação T2.

O ICO milionário da Tezos não é o único entre os maiores ICOs que vem enfrentando dificuldades. Recentemente foram levantadas dúvidas quanto as propostas do Telegram (que já arrecadou mais de US$ 850 milhões). A Kodak que adiou o seu ICO também recebeu criticas sobre o projeto que chegou a ser chamado de obsoleto. Até mesmo a primeira moeda estatal, o El Petro, esta envolto controvérsias que envolvem desde a blockchain na qual o tokem vai circular (NEM ou Ethereum) até os supostos interessados na moeda, tendo em vista que o governo da Polônia, anunciado pela Venezuela como um dos interessado em utilizar o Petro desmentiu, por meio de uma declaração do Ministério das Finanças e dos Negócios Estrangeiros, conforme noticiado pela imprensa polonesa Gazeta.pl.