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Foxbit e Associação Brasileira de Fintechs realizam eleição de associação via blockchain

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Foxbit e Associação Brasileira de Fintechs realizam eleição de associação via blockchain

A Foxbit, corretora de criptomoedas brasileira, está prestes a escrever um capítulo importante em sua história ao participar da primeira eleição de associação realizada via blockchain no Brasil. A exchange integra a Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs), que elegerá em 09 de outubro a sua nova diretoria.

A ideia de fazer a eleição via blockchain partiu de Ingrid Barth, head de Novos Negócios da Foxbit, líder de criptoeconomia e blockchain da ABfintechs.

“Nossas empresas trabalham com tecnologias disruptivas, por isso faz todo sentido sermos pioneiros em fazermos a primeira eleição brasileira no blockchain. De custo baixo, transparente e segura, que pode virar benchmark para outros processos eleitorais. Quem sabe no futuro possamos escolher nossos representantes utilizando a tecnologia da blockchain? Acho que estamos dando o primeiro passo rumo a tornar esse futuro mais próximo”, afirma a executiva.

Quem liderou o processo pela ABFintechs foi Bernardo Pascowitch, diretor da associação e CEO do Yubb, um buscador de investimentos online e gratuito.

“A tecnologia está revolucionando e modernizando o mercado brasileiro, com códigos e algoritmos substituindo processos burocráticos. Por sermos a Associação Brasileira de Fintechs, nada mais coerente que usar recursos disruptivos como o blockchain para eleger nossa próxima diretoria, que muda a cada ano. É com inovações e recursos ágeis que seguimos gerando negócios para nossos associados, representando seus interesses frente aos órgãos regulatórios e proporcionando impacto social positivo”, ressalta Pascowitch.

A eleição será realizada por meio da OriginalMy, startup brasileira especializada em assinaturas digitais, certificação e registro de documentos em blockchain. Além da rapidez e transparência, o processo eleitoral também acarretará em menos custos para as empresas associadas. Se o documento precisasse ser registrado e ter a firma reconhecida em cartório, o valor seria, em média, 6,5 vezes maior, dependendo da tabela de custos e emolumentos de cada estado, além de muito menos prático e rápido.

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Publicitária, planejadora estratégica e entusiasta do universo cripto. Confia nas mudanças que a tecnologia irá trazer para a sociedade.
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