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Forbes diz em artigo que a exchange CriptoHub pode ser a “Binance do Brasil”

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Forbes diz em artigo que a exchange CriptoHub pode ser a

A exchange CriptoHub ainda não iniciou oficialmente suas operações no mercado brasileiro, mas já vem sendo motivo de importantes anúncios que têm potencial de impactar todo o mercado nacional. Recentemente, como mostrou o Criptomoedas Fácil, Ramon Vailatti, CEO da CriptoHub, afirmou com exclusividade que a exchange já está em negociação com players importantes e tem assinado, inclusive, um NDA (“Non Disclosure Agreement”, um acordo de confidencialidade) com estes parceiros.

As propostas e desenvolvimentos da startup atraíram atenção não só do Brasil, mas também de outros países, a ponto de ser classificada como a “Binance do Brasil” em uma reportagem da Forbes, em referência à maior exchange mundial do mercado de criptomoedas, que iniciou suas operações no ano passado e em pouco tempo deixou para trás plataformas consolidadas como Bitfinex, Coinbase, Huobi, Poloniex, entre outras.

“Eles podem facilmente ser a Binance do Brasil”, disse à Forbes, Chad Anderson, um dos dois consultores dos EUA da startup e fundador da Oceanside Digital Assets, de Los Angeles, Califórnia.

Recentemente, a plataforma anunciou uma “aquisição” internacional e contratou Orion Agarwal para atuar junto ao conselho consultivo da exchange, que atuará como especialista de mercados de capital. Segundo um comunicado distribuído à imprensa, Agarwal aconselhará a empresa no desenvolvimento de negócios estratégicos, na sua estratégia de mídia e relações públicas e fornecerá à CriptoHub uma presença no desenvolvimento de negócios nos EUA para parceiros estratégicos e institucionais, tornado a plataforma a primeira exchange brasileira a realizar operações em solo americano.

“O Brasil e a América do Sul apresentam o perfeito caso de estudo para criptomoedas: durante anos, o mercado de ações no Brasil tem sido um lugar difícil para atrair novos investidores. Há uma inflação galopante e uma fraca governança corporativa, mas claramente existe muita demanda de investidores que querem ganhar retornos sobre suas aplicações. O Brasil é uma super potência de 200 milhões de pessoas, isso o torna maior que a Coreia do Sul e o Japão combinados. Este mercado apresenta uma excelente oportunidade para criar uma plataforma de negociação com uma marca forte como a Coinbase fez nos EUA e, indo mais além, uma exchange robusta e sofisticada para negociar altcoins como Huobi ou Binance”, destacou Agarwal.

A CriptoHub pretende lançar oficialmente sua plataforma no dia 07 de agosto deste ano, com 20 pares de negociação: Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH), Litecoin (LTC), Monero (XMR), Dash (DASH), Ripple (XRP), Iota (IOTA), Decred (DCRD), NameCoin (NAME), PeerCoin (PEER), OmiseGo (OMG), SmartCash (SMART), Storiqa (STOR), USD Tether (USDT) e AllVor (ALV).

Além do leque de altcoins, a plataforma promete negociação em alta velocidade, taxas de negociação e retirada cobrando menos da metade do que a concorrência e incentivos de referência de mais de 20%.

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Toda honra e Glória pertencem a Deus sempre. Publicitário e Produtor Cultural. Entusiasta de tudo aquilo que o Estado não consegue controlar. Abaixo aos muros, que se construa janelas para o amanhã
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