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Fintech brasileira troca Swift por Ripple para fazer remessas internacionais

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Fintech brasileira troca Swift por Ripple para fazer remessas internacionais

A fintech brasileira Remessa Online está deixando de utilizar o tradicional sistema de remessas para o exterior Swift para, em seu lugar, inserir as soluções da empresa de criptoativos e blockchain Ripple, que tem ganhando cada vez mais atenção em todo o mundo pela sua inserção junto a grandes bancos e instituições financeiras. Atualmente, a Ripple já tem uma rede com mais de 200 bancos parceiros em todo o mundo. No Brasil, além da Remessa Online, Santander e Itaú já trabalham com a empresa por trás do token XRP.

De acordo com uma reportagem do jornal Valor Econômico, com o uso da Ripple e de sua blockchain, os clientes terão acesso a remessas para cerca de 20 países, com custo de apenas 1,3% do montante total enviado mais uma tarifa de R$5,90 reais para quantias abaixo de R$1.500, acima disso, não há taxa extra.

“O cliente entra no nosso site, coloca seus dados e a transação que quer fazer. Nós nos conectamos à plataforma daquele país que ele quer enviar através da Ripple e mandamos o dinheiro. Esse parceiro fica encarregado de enviar a quantia para a conta e instituição financeira escolhida pelo cliente naquele país”, diz Alexandre Wright, sócio da BeeTech, fintech dona do Remessa Online.

Wright afirma que resolveu fazer a mudança do sistema da Swift para a Ripple por conta do custo associado ao processo tradicional. Segundo ele, ao usar a Swift, as taxas eram muito mais altas e prejudicavam os clientes que desejavam fazer transações menores.

“Vimos que custava de US$20 a US$40 por operação, o que não ajudava quem fazia transações menores. Então, procuramos um modelo com custo baixo, baseado em blockchain” diz.

Questionado sobre a segurança das operações, uma vez que transações internacionais abordam temas sensíveis como evasão e lavagem de dinheiro, Wright disse que a empresa tem um departamento de inteligência que verifica as informações do cliente assim que ele entra no site.

“Fazemos uma análise do perfil para ver quem a pessoa e, saber se é politicamente exposta, se tem pendência na Justiça, etc”, finaliza.

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