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Entrevista exclusiva com conselheiro do BRLT; Saiba mais sobre a primeira criptomoeda lastreada no Real

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Entrevista exclusiva com conselheiro do BRLT; Saiba mais sobre a primeira criptomoeda lastreada no Real

Na semana passada, o Criptomoedas Fácil anunciou o lançamento do BRLT, token brasileiro que funcionará como uma stablecoin lastreada no Real. De acordo com a empresa responsável, a BRLT.Money, a moeda surgiu com o objetivo de fornecer maior estabilidade e segurança ao mercado de criptoativos do Brasil. Além disso, ela traz algumas vantagens em relação aos tokens similares, como o Tether (USDT).

Para saber mais detalhes a respeito do token, conversamos com o economista e consultor de blockchain Antonio Hoffert. Hoffert atua como conselheiro da empresa e falou com exclusividade ao Criptomoedas Fácil sobre detalhes do Token. Confira!

Criptomoedas Fácil: Olá, você poderia nos falar sobre a equipe por trás do BRLT? Quem está envolvido com o token?

Antonio Hoffert: O BRLT conta com nomes de tecnologia e de mercado: Gleisson de Assis e Cláudio Silva de Holanda Junior como idealizadores e desenvolvedores líderes e o Economista e consultor em Blockchain Antonio Hoffert como advisor.

CF: Como surgiu a ideia de criar uma stablecoin lastreada no Real?

AH: O princípio de trazer as criptomoedas para o cotidiano do brasileiro é o que nos move. Queremos facilitar a custódia de criptoativos sem que isso implique em exposição à alta volatilidade típica dessa classe de ativos. Dessa maneira um comerciante que enfrentava a variação de preços como barreira impeditiva para inclusão de criptos como meio de pagamento agora pode faze-lo com tranquilamente com previsibilidade absoluta sob seu fluxo de caixa.

CF: Em que fase de desenvolvimento está o projeto?

AH: Beta funcional. O cliente poderá comprar BRTL tokens a partir do dia 1 de novembro.

CF: Como vocês pretendem lançar o token? Está nos planos realizar parcerias com exchanges?

AH: Parcerias com as bolsas de criptomoedas são essenciais para circulação e convertibilidade do BRLT. Inclusive as vantagens para as exchanges são claras: aumento de volume decorrente de uma arbitragem facilitada e custódia simplificada dos fundos sem algumas limitações do setor bancário como horários e limites para saques.

CF: Como vocês pretendem lidar com a regulamentação brasileira? Quais barreiras vocês identificam que a CVM possa colocar para o lançamento do token?

AH: O BRLT é um token que é vendido e pode ser recomprado pela BRLT Money pelo preço de R$ 1,00 (um real). Há aqui uma relação comercial não especulativa. O BRLT não se propõe a angariar fundos para financiar um projeto como uma oferta inicial de moeda (ICO) e nem provê qualquer tipo de rentabilidade ou retorno por performance como um token de garantia (security token).

CF: O BRLT funciona de maneira similar a outras stablecoins, como Tether (USDT) e a Geminicoin?

AH: O BRLT é uma moeda colateralizada em Real Brasileiro assim como o Tether é pareado com o Dollar Americano, a diferença notável é o quesito transparência. Facilitamos o acesso aos demonstrativos contábeis do colateral pelo nosso Portal da Transparência.

Para mais informações, acesse o whitepaper do BRLT.

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