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Cripto Radar: as principais notícias de 23 de janeiro de 2018

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Confira algumas das notícias mais importantes que circularam pelos veículos nacionais e internacionais:

Apesar da repressão, China incentiva adoção de blockchain no mercado de crédito

A tecnologia blockchain deve ser adotada como parte de um plano para impulsionar o desenvolvimento do mercado de empréstimos secundários na China, de acordo com um documento emitido pela Comissão Regulatória Bancária da China (CBRC, na sigla em inglês). O documento emitido em 19 de janeiro, redigido por um comitê especial, aborda uma variedade de tópicos em torno do desenvolvimento e regulamentação de tecnologias financeiras. Em uma seção sobre o desenvolvimento futuro do mercado de crédito da China, a Comissão sugere que o país deveria dobrar a adoção da tecnologia blockchain.

Servidor da ANCINE minera criptomoedas

De acordo com o pesquisador de segurança Ialle, do @MalwareHunterBR, a ANCINE pode estar praticando cryptomining no servidor de seu site oficial, o “ancine.gov.br”. Isso significa que o servidor no qual a ANCINE está hospedada foi supostamente hackeado, ou algum agente malicioso interno incluiu a ferramenta para ganhar algum dinheiro. Felizmente, a ANCINE deixou claro que o servidor era proveniente de um serviço terceirizado e que “este ambiente já foi removido e as providências administrativas e jurídicas cabíveis com relação ao fornecedor estão sendo tomadas”.

Corretora de criptomoedas japonesa lança filial na Europa

A bitFlyer, corretora de criptomoedas japonesa, lançou sua nova filial na Europa. No ano passado, ela também expandiu sua operação para os Estados unidos. A corretora anunciou ter recebido uma licença para operar seus serviços na União Europeia e, inicialmente, procura atrair investidores de altos volumes, um setor com déficit de atendimento na UE. A BitFlyer é atualmente a sexta maior corretora de criptomoedas do mundo por volume de negociação de Bitcoin, de acordo com dados da CoinMarketCap. Além disso, afirma ser a corretora de moedas digitais a ser regulada no Japão, nos EUA e, agora, na Europa.

Coreia do Sul anuncia prazo para a suspensão de contas anônimas de criptomoedas

O órgão de fiscalização financeira da Coreia do Sul estabeleceu o prazo para iniciar o bloqueio total das contas anônimas de criptomoedas no país. De acordo com um novo anúncio da Comissão de Serviços Financeiros (FSC, na sigla em inglês), a partir de 30 de janeiro, os investidores de criptomoedas da Coreia do Sul terão que usar contas bancárias nominais para continuar atuando no mercado de moedas digitais. Assim que a regra entrar em vigor, os investidores só poderão depositar fundos para trocar criptomoedas se seus nomes das contas de corretoras de moedas digitais forem compatíveis com suas contas bancárias.

À medida que a blockchain cresce, o número total de nós aumenta

Em meados de 2016, o número de full nodes (nós) dentro da rede principal do Bitcoin estava caindo. Na época, os entusiastas da moeda digital achavam que a quantidade de nós continuaria a diminuir e a métrica foi usada fortemente nos debates sobre escalabilidade da rede. No entanto, contrariando as previsões de muitas pessoas, a quantidade de full nodes implementados na rede do Bitcoin tem aumentado e, ao longo do ano passado, essa quantia foi superior a 106%. Saiba mais.

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