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Cripto Radar: as principais notícias de 12 de janeiro de 2018

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Confira algumas das notícias mais importantes que circularam pelos veículos nacionais e internacionais:

Kodak vai alugar para você um minerador de Bitcoin

O anúncio realizado pela Kodak sobre uma parceria, cujo objetivo é de lançar sua própria criptomoeda e utilizar a blockchain para registrar direitos autorais de fotógrafos, realizado nesta semana, não parou por aí. A empresa também anunciou recentemente o lançamento de um minerador de Bitcoin. A empresa tem por intenção alugar a máquina e cobrar a bagatela de US$3.400 por 24 meses de uso. Durante esse tempo você também deve repassar metade do que foi minerado para a Spotlite Energy Systems da Califórnia. A máquina, chamada KashMiner, vai minerar, segundo a empresa, um total de US$750,00 por mês. Levando em conta esses valores, sobram US$375,00 por mês que vão somar US$9.000,00 em 24 meses. Menos o aluguel da máquina temos um lucro de US$5.600,00 em dois anos.

Rede de fast food KFC está aceitando Bitcoin em suas lojas no Canadá

A rede de fast food de frango frito KFC está aceitando Bitcoin em suas lojas do Canadá. A aceitação é por tempo limitado e necessariamente para a compra de um balde temático de criptomoeda de frango frito. A ação de marketing faz parte de uma campanha publicitária canadense denominada “The Bitcoin Bucket”. No Facebook, será possível acompanhar a partir de um rastreador em tempo real o preço permanente do produto, que vale cerca de 20 dólares canadenses dependendo da taxa de câmbio do Bitcoin.

CVA lança “Código de Conduta” para ofertas iniciais de moedas

O boom das ofertas iniciais de moedas (ICOs, na sigla em inglês) em 2017 acarretou em uma avalanche de críticas sobre a segurança e a veracidade dos projetos, porém em 2018 esse cenário pode mudar. A Crypto Valley Association (CVA), uma associação sem fins lucrativos localizada na Suíça e que apoia o desenvolvimento de tecnologias e empresas de Blockchain, anunciou o lançamento de um Código de Conduta para as ICOs. A CVA pretende, com esta iniciativa, abordar obrigações legais, morais e de segurança, trazendo clareza e confiança para esta classe de ativos ainda nova e de rápido crescimento. Entre outros pontos, o Código exige que todas as organizações que executem uma ICO sejam totalmente transparentes sobre todos os detalhes relativos ao processo.

Rússia desenha projeto de lei para legalizar o comércio de criptomoedas em corretoras oficiais

O vice-ministro das Finanças da Rússia, Alexei Moiseev, disse aos jornalistas que o seu ministério “apoia a legalização do comércio de criptomoedas em corretoras de moedas digitais oficiais”, nesta quinta-feira, 11 de janeiro. “Nós não queremos limitar e regular, mas vamos definir alguns limites”, enfatizou, acrescentando que “nada vai acontecer” para aqueles que já possuem criptomoedas. O vice-ministro foi ainda disse: “Isto é sobre o fato de que comprar e vender [criptomoedas] será de alguma forma padronizado. A idéia geral é que será necessário comprar e vender em corretoras de criptomoedas oficiais, como será declarado, será legalizado.”

Empresas colhem frutos depois de adicionar “bitcoin” ou “blockchain” em seus nomes

Em meio à mania das criptomoedas, várias empresas lançaram iniciativas para tirar proveito dos ativos crescentes, desde o e-commerce mundialmente conhecido Overstock.com até a Kodak. Algumas empresas muito pequenas se reinventaram completamente, adicionando “bitcoin” ou “blockchain” diretamente ao seu nome. Os preços das ações das empresas subiram em países como EUA, Alemanha e inclusive em Hong Kong após a medida. As empresas mudam seus nomes para perseguir manias há anos. Na década de 1990, adicionar “.com” aos nomes das empresas tornou-se popular. Mais recentemente, a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos alertou os investidores sobre investimentos cujos nomes tinham vínculos com o tema maconha.

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