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Cripto Radar: as principais notícias de 05 de março de 2018

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A man leaves a newsagency shop in Sydney on September 14, 2017. Controversial changes to Australia's media laws neared agreement on September 14, 2017 in a deal likely to result in significant concentration of ownership, but also a probe into the impact of platforms like Google and Facebook on the industry. / AFP PHOTO / PETER PARKS

Confira algumas das notícias mais importantes que circularam pelos veículos nacionais e internacionais:

Preço do token da Ripple dispara após rumores da sua inclusão na Coinbase

O preço da terceira maior criptomoeda do mercado subiu 15% nesta segunda-feira, 05 de fevereiro, impulsionado pela especulação de que logo será comercializada em uma das maiores corretoras de criptomoedas. De fato, os comentários nas mídias sociais indicam que os investidores esperam que o preço do token XRP aumente de valor nesta segunda-feira, antes da aparição de Brad Garlinghouse, CEO da Ripple, no “Fast Money”, programa da CNBC, nesta terça-feira, 06 de fevereiro. Asiff Hirji, COO da Coinbase, também poderá estar presente no programa, o que pode ser apenas uma coincidência, mas o que também pode representar a inclusão da Ripple na gama de produtos da maior corretora de criptomoedas dos EUA.

1.200 bancas australianas estão vendendo Bitcoin e Ethereum

Os adeptos às criptomoedas da Austrália poderão, a partir de agora, comprar Bitcoin e Ethereum e mais de mil bancas por todo o país. Graças à uma nova parceria entre a corretora de criptomoedas Bitcoin Austrália e o fornecedor de pagamentos Blueshyft, cerca de 1.200 bancas na Austrália estarão equipadas para revender as duas principais criptomoedas em valor de mercado. Para fazer a compra, os clientes precisarão baixar uma carteira digital para inserir seu e-mail e número de celular para se registrar. O usuário pode então digitalizar um QR code exibido no jornal por meio de um iPad para fazer a compra e completar a transação com uma taxa de 5%. Os compradores, em média, verão suas compras com criptomoedas refletirem em suas carteiras em menos de 20 minutos.

Volume de transações de Bitcoin diminuiu; entenda por que isso é bom

A alta quantidade de transações causa um aumento nas taxas, o que torna a moeda digital menos atrativa para transferir pequenos valores. Por outro lado, se a quantidade de transações diminui, isso faz com que a mídia considere que o interesse pelo Bitcoin também está caindo. A quantidade de notícias e a forma como elas são mostradas gera o chamado efeito de medo, incerteza e dúvida (Fear, Uncertainty and Doubt, FUD, na sigla em inglês), que foi, em grande parte, responsável pela forte correção de preço que a moeda digital experimentou no início de 2018. As manchetes sobre proibição, altas taxas e rede congestionada levaram muitas pessoas a venderem a criptomoedas rapidamente, muitas vezes sem nenhum planejamento ou critério. Recentemente, a mempool do Bitcoin, fila de espera de transações a serem confirmadas, chegou a ter as suas transações totalmente zeradas. Entenda por que isso é bom para a criptomoeda.

PayPal busca tecnologia para acelerar os pagamentos com criptomoedas

O PayPal está buscando uma maneira de aumentar a velocidade dos pagamentos com criptomoedas, revela um arquivo de patente recém-lançado. Um aplicativo para um “sistema de transação de moeda virtual acelerado” publicado em 1 de março pelo Escritório de patentes dos EUA (USPTO) detalha um método pelo qual as chaves privadas – sequência de números e letras usada para transacionar criptomoedas – são trocadas de um comprador para um vendedor nos bastidores. O objetivo do conceito é reduzir o tempo necessário para que os pagamentos passem entre um consumidor e um comerciante, evitando o processo de envio de uma transação e espera para inclusão no próximo bloco na rede. Para fazer isso, o PayPal propôs uma maneira de criar carteiras secundárias com suas próprias chaves privadas únicas para compradores e vendedores.

Nova regulação envolvendo criptomoedas entra em vigor na Malásia

Na semana passada, entraram em vigor as novas diretrizes de políticas anti-lavagem de dinheiro e contrapeso do terrorismo (AML e CFT, nas siglas em inglês) na Malásia, país do sudeste asiático, especificamente abordando as criptomoedas. A nova regulamentação obriga as corretoras de moedas digitais da Malásia a garantir a adesão às regras de conhecimento de cliente (KYC, na sigla em inglês), incluindo a cobrança de documento de identidade. Saiba mais.

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