Segundo a Coindesk, agência de notícias especializada no universo cripto, a Baidu, uma das maiores plataformas de busca na internet, anunciou um novo serviço que utiliza a tecnologia blockchain para rastrear e proteger os direitos autorais de imagens. O Totem, como é chamado o serviço, já está em operação por meio de armazenamento de dados combinado com Inteligência Artificial que determina a propriedade da imagem.

Atualmente, de acordo com o novo site, vários serviços de fotografia tradicionais também foram transferidos para a plataforma, incluindo serviços notáveis ??como o Visual China Group, um parceiro local da gigante das ações Getty Images.

Ainda não está claro como a plataforma funciona efetivamente e, principalmente, a efetividade do processo de identificação e como, ao identificar a autoria de uma imagem sendo utilizada por outra pessoa, a plataforma irá interagir com este uso sem os devidos créditos.

Um dos casos mais recentes e que chocou o mundo em relação à propriedade intelectual envolvia um suposto fotógrafo brasileiro, Eduardo Martins, que enganou o mundo inteiro, inclusive a BBC, agência de notícias internacional, que inclusive adotou novas formas de identificação de colaboradores depois do caso.

A história era de brilhar os olhos: um fotógrafo brasileiro, jovem, loiro e bonito, que havia superado abusos na infância e uma leucemia no início da vida adulto, esteve nas principais zonas de guerra do mundo, entre elas Iraque e Síria, para registrar o sofrimento humano. O resultado do trabalho eram imagens com alma, que poderiam estampar as páginas de qualquer publicação jornalística do mundo. O problema é que grande parte desta história era mentira e as supostas fotos de Martins, na verdade, eram de autoria de outros fotógrafos.

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