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Astrônomo quer usar blockchain para buscar vida extraterrestre

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Astrônomo quer usar blockchain para buscar vida extraterrestre

O Criptomoedas Fácil mostrou que, recentemente, diversos pesquisadores não estavam tão contentes com as criptomoedas, mais especificamente com os mineradores, pois a demanda de GPU vinda deles vinha encarecendo os preços e esgotando os hardwares disponíveis no mercado. Este fato estava prejudicando a montagem de computadores, por parte dos pesquisadores, para processar dados coletados do espaço e com isso toda a pesquisa espacial de vida extraterrestre.

No entanto, um pesquisador vinculado ao telescópio mais “pop” da indústria espacial, o Hubble Space Telescope (HST), quer justamente usar a tecnologia por trás das criptomoedas e “razão” de ser da mineração, a blockchain, para suprir esta deficiência de poder computacional necessária para o processamento de dados espaciais, fundamentais para as pesquisas que buscam não só seres extraterrestres, mas entender também para entender a formação e desenvolvimento do espaço.

A proposta de Josh Peek, astrônomo associado do Instituto de Ciência do Telescópio Espacial (STScI), conforme mostrou o portal de notícias CoinDesk, busca, por meio da blockchain, criar uma rede descentralizada de computadores “vendendo” seu poder de computação para processar dados coletados por telescópios vinculados ao projeto (o processamento de dados será pago com um token nativo da plataforma).

Para isso, Peek está trabalhando com as startups blockchain AIKON e Hadron para processar os dados da pesquisa. No caso, a AIKON fornece uma interface através da qual o pesquisador pode inserir os dados coletados, que por sua vez são processados pelos computadores que compreendem a rede blockchain da Hadron.

“Dezenas de milhões de horas de GPU podem realmente aumentar a conta [capacidade de processamento]. A NASA e a STScI usam centros de computação, mas há um longo período de latência em que você passa por um processo de concessão, e surgiu a ideia de que poderíamos usar uma rede distribuída para fazer isso de forma realmente eficiente, é 10 vezes mais barata que a computação em nuvem padrão” disse Peek.

Peek explica que, enquanto no passado os pesquisadores “gastavam apenas uma pequena quantidade de tempo computacional por galáxia”, chegando a resultados básicos e potencialmente introduzindo erros em um nível detalhado, os avanços na tecnologia de computadores colocaram mais poder de computação nas mãos dos pesquisadores e, consequentemente, muito mais dados também.

Desta forma, usando esta rede descentralizada, Peek espera que mais dados possam ser processados, em menor tempo, permitindo mais avanços na pesquisa sobre o espaço. É a blockchain expandindo o conhecimento para além do próprio ser humano.

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Toda honra e Glória pertencem a Deus sempre. Publicitário e Produtor Cultural. Entusiasta de tudo aquilo que o Estado não consegue controlar. Abaixo aos muros, que se construa janelas para o amanhã
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