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20% dos estudantes universitários usaram ajuda financeira para comprar criptomoedas

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Durante o período de 16 de março a 20 de março deste ano, o Relatório de Empréstimo Estudantil juntou-se à Pollfish, empresa de pesquisa, para entrevistar mil estudantes universitários que possuem dívidas de empréstimo, fazendo uma simples pergunta: você já usou dinheiro de empréstimo estudantil para investir em criptomoedas, como Bitcoin? Os resultados surpreenderam até a empresa de pesquisa.

Drew Cloud, fundador do Relatório de Empréstimo Estudantil, explicou:

“Os jovens norte-americanos são certamente os mais entusiastas em relação às criptomoedas; eles são os investidores mais ativos e querem se envolver no espaço de qualquer maneira possível. No entanto, eu realmente pensei que a porcentagem seria menor. Como estudante universitário, seu orçamento é escasso e o dinheiro extra pode ser usado em aluguel, compras ou livros.”

A pesquisa “descobriu que 21,2% dos atuais estudantes universitários com dívidas de empréstimos estudantis usaram o dinheiro para financiar investimentos em criptomoedas”. Durante quatro dias, alunos com dívidas foram questionados sobre a compra de criptomoedas com dinheiro de empréstimo, e mais de um quinto respondeu que sim.

O Relatório de Empréstimo Estudantil afirma que:

“Os beneficiários de empréstimos estudantis seriam capazes de realizar tal manobra porque recebem os fundos de empréstimos estudantis restantes para serem usados em ‘despesas de permanência’. Às vezes, os devedores estudantis tomam emprestado mais do que precisam para o semestre de aulas. Uma vez que o escritório de auxílio financeiro da faculdade ou universidade do beneficiário usa a ajuda financeira necessária para pagar os cursos, eles enviam um cheque de reembolso ao mutuário.”

Os gastos do dinheiro dos credores universitários não são acompanhados oficialmente, permitindo que o que sobre seja gasto da maneira preferida pelo devedor. Outro fator que contribui é que os pagamentos de dívidas de empréstimos estudantis geralmente não ocorrem até depois da graduação e sim, normalmente, seis meses depois.

“Criptomoeda foi o investimento mais quente de 2017”, detalhou o Sr. Cloud. “Especialmente para os jovens norte-americanos, por isso é fácil entender por que muitos beneficiários da faculdade pensariam que era uma maneira inteligente de passar seus cheques de reembolso. Alguns poderiam até ter percebido que conseguiriam pagar rapidamente a dívida estudantil porque, há não muito tempo, todas as moedas virtuais estavam passando por um crescimento aparentemente impossível de ser parado.”

Percebendo que faltam na pesquisa dados sobre o quanto o estudante universitário médio gastou de sua ajuda financeira em criptomoedas. Também seria interessante descobrir quais criptomoedas os alunos preferiam.

“Eles poderiam ter gasto, ou até mesmo economizado, esse dinheiro com mais prudência?”, ponderou Cloud. “Absolutamente. Um exemplo perfeito seria guardar o dinheiro em uma conta de poupança de alto rendimento que eles poderiam usar mais tarde para reduzir sua dívida estudantil. Mas há sempre a chance de que haja outro período de crescimento explosivo para a moeda virtual, e esses beneficiários estarão rindo todo o caminho até o banco. Ou, eles poderiam facilmente perder todo esse dinheiro de ajuda financeira que eles acabaram de investir em Bitcoin.”

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Publicitária, planejadora estratégica e entusiasta do universo cripto. Confia nas mudanças que a tecnologia irá trazer para a sociedade.
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