sexta-feira , 20 janeiro 2017
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Como Funcionam as Taxas do Bitcoin

A transação de Bitcoin é realmente livre de cobranças?

Uma das principais vantagens do Bitcoin é que você pode supostamente enviar dinheiro entre dois pontos no planeta de graça.

Mas se você já enviou Bitcoins uma ou duas vezes, você provavelmente percebeu que há sim, de fato, taxas de transação, mesmo que minimamente irrisórias.

Antes de explicar como as taxas são calculadas, quero explicar o que são as taxas do Bitcoin.

Quando os mineradores validam transações dos blocos dentro do Blockchain, eles são pagos duas vezes:

1 — O primeiro pagamento é feito por computadores que processam um código de programação do sistema, que concede uma recompensa aos mineradores por terem tido sucesso em decriptar uma transação e coloca-la em um bloco de transações dentro da cadeia de blocos: o Blockchain.

2 — O segundo pagamento são as taxas que os usuários (donos de carteiras e bolsas) anexam às transações que foram incluídas nesse bloco.

Você nem sempre tem que pagar essas taxas, mas existem certas regras que praticamente te forçam a paga-las quando necessário. Claro que você pode optar por desconsiderar essas regras e não anexar uma taxa ao seu pagamento, mas é possível que sua transação leve muito tempo para ser processada, ou até não seja, porque nenhum minerador vai querer processa-la.

Saiba:  O que é Bitcoin?

Vamos as regras:

Regra Nº #1 — Montantes minúsculos obrigatoriamente pagam taxas.

Se o número de Bitcoins que você está enviando for menor que 0,01 BTC, você será obrigado a pagar uma taxa para os mineradores. Esta taxa é necessária para evitar que os usuários fiquem fazendo spam na rede, enchendo ela com microtransações e sobrecarregando o Blockchain.

Isso também se aplica a transações de resposta. Transação resposta, é a diferença entre o valor exato de 1 bitcoin inteiro e o valor que você manda.

Exemplo.:

Digamos que você queira comprar um relógio para 1.999 Bitcoins. Você manda 1.999, mas usa uma entrada de 2 Bitcoins para fazer isso. Então, automaticamente quando você digita 1.999, você vai mandar 2 bitcoins e receber de volta uma resposta de 0,001 btc, na hora que for transferir.

Se essa transação resposta for de uma quantidade muito pequena, a rede vai exigir uma taxa adicional para o minerador processa-la.

Regra # 2 — Moedas mais antigas têm menos taxas.

Se as entradas que você está enviando em sua transação são mais antigas, então há uma chance maior de que eles não exijam uma taxa. Ter moedas antigas significa que são moedas que não foram transacionadas por um longo tempo, ou seja, que não foram fragmentadas em micro-transações que exigem taxas.

Regra # 3 — Menos entradas exigem menos taxas.

Cada transação de bitcoins é feita a partir de entradas. Quanto menos entradas forem usadas para compilar uma transação, menos taxas serão necessárias.

Então, se você for enviar 1 Bitcoin e usar 4 entradas de 0,25 Bitcoins, é mais provável que isso vai exigir uma taxa maior se você enviasse apenas 1 única entrada de 1 Bitcoin inteiro.

Tamanho da transação

Tenha em mente que na maioria das vezes você não terá controle sobre se a sua transação requer taxas ou não.

Sua carteira Bitcoin geralmente fará a otimização das taxas para você, sendo assim, você evitará taxas quando possível. A taxa de mineração da sua transação, é hoje de 0,0001 Bitcoins, que é de cerca de R$ 0,30 e é o que provavelmente vale a pena pagar para obter sua transação processada rapidamente.

Entradas e Carteira Bitcoin

Diante do crescente número de transações realizadas na rede do Bitcoin, a nova tendência de mercado que está ganhando corpo é a cobrança dinâmica das taxas de transação no Blockchain, nas carteiras gerenciadas na nuvem.

A diferença de uma carteira gerenciada na nuvem para uma carteira que fica armazenada no seu HD, é que quando seus bitcoins estão na nuvem, você terceiriza o poder de alterar as taxas cobradas nas transações, ao contrário de quando eles estão dentro de um software controlado por você mesmo, dentro do seu computador.

Carteiras que são gerenciadas em nuvem, geralmente adotam uma estrutura de taxas que varia de acordo com o congestionamento da rede, alguma coisa parecida com o que faz a indústria da aviação na venda de bilhetes aéreos, que variam o preço de acordo com a demanda.

Nos últimos meses, o crescimento do número de usuários da tecnologia e das transações tem provocado um estrangulamento no poder de processamento da Blockchain. Como consequência, isso tem gerado lentidão na confirmação das operações. Com a proposta de taxas dinâmicas, espera-se que haja mais rapidez nesse processo eum incentivo extra para os mineradores.

Ou seja, quem movimenta bitcoins através de carteiras na nuvem, paga taxas que variam dependendo do tamanho da transação e das condições da rede. Quando a atividade estiver elevada, os usuários recebem um aviso de “taxa alta” ao enviar Bitcoins. Quando o trânsito na rede diminuir, a taxa também diminuirá.

A ideia de pagar taxas pode assustar em um primeiro momento, mas o benefício para os usuários do Blockchain é que eles poderão ter a certeza de que suas transações serão incluídas no Blockchain muito rapidamente.

Essas cobranças de taxas nada mais são que uma reação ao número de transações crescentes.

A tendência é que com a estrutura de taxas dinâmicas e suas regras, as transações serão cada vez mais rápidas, confiáveis e pelo melhor valor, independente de quantas pessoas estão usando a rede Bitcoin.

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Genisis Mining caiu? Saiba mais

Durante a manhã desta sexta feira o site da mineradora Genisis Mining está inacessível, ainda é desconhecido o motivo, em sua fanpage, postaram o seguinte comunicado:

Tradução

Estamos passando por um problema com nosso site. Você não pode alcançar o nosso frontend para agora. Infraestrutura de pagamentos não são afetados, como sempre. Será corrigido em breve. EQUIPE GENESIS MINING.

site-genesis

Mensagem ao tenta acessar o site.

Tudo indica que é algum problema como seu certificado de segurança, como citado no comunicado acima a parte de pagamentos está operando normal. Já por outro lado alguns usuários já acusam a empresa pra suposto golpe e próprio boicote nos seus serviços.

Você não vai ACREDITAR o que o terceiro data center mais poderoso do mundo vai fazer

A Bitmain, segunda maior pool de mineração de Bitcoin e a fabricante de equipamentos de mineração mais popular do mundo, fez parceria com investidores na China para lançar o terceiro data center que mais consome energia do mundo.

A empresa, que atualmente controla 18,6% de hashpower da rede Bitcoin, planeja construir um centro de dados altamente eficiente e poderoso. Isso seria para aumentar a sua participação na distribuição de hashrate do Bitcoin, e demonstrar a importância de utilizar energia renovável, como energia solar para operar este data center enorme.

O CEO da Bitmain, Jihan Wu, afirmou:

“Vimos que a maioria dos centros de dados da indústria de mineração está desperdiçando um dinheiro considerável ou outros recursos. Queremos oferecer um exemplo mais profissional e econômico para a indústria.”

Definindo um exemplo para outras pools de mineração

Essencialmente, Wu e o resto da equipe Bitmain estão tentando dar um exemplo para as outras pools de mineração, e empresas que estão operando centros de dados de grande escala. Com isso, contribuindo com uma quantidade considerável de poder de computação para a rede Bitcoin.

Com 135 megawatts de consumo de energia, o data center Bitcoin da Bitmain será uma das maiores instalações do mundo, em termos de geração de energia. Assim, Wu e sua equipe pretendem utilizar tecnologias inovadoras, como sistemas de refrigeração e sistemas sem poeira, para garantir que o equipamento de computação e mineração dentro de suas instalações, dependa da menor quantidade de energia possível para entregar o mais alto desempenho.

Considerando o tamanho do centro de dados da Bitmain, a empresa observou que a instalação será utilizada por seus investidores e outras empresas parceiras, para aplicações alternativas. No entanto, a equipe Bitmain enfatizou que a maioria da capacidade da instalação será dedicada à mineração do Bitcoin e garantir a rede Bitcoin.

“Foi especialmente projetado para computação de alto desempenho e, considerando o interesse da maioria dos investidores no data center, a mineração de criptomoedas como o Bitcoin será sua principal aplicação”

– Equipe Bitmain

Embora a empresa afirma que a construção da instalação provavelmente será concluída até o final de 2016, em última análise, dependerá do clima em Xinjiang de novembro a fevereiro.

Após a conclusão da instalação, Bitmain e os entusiastas em Bitcoin esperam ver um rápido crescimento no hashpower da Bitmain em seu pool de mineração.

Imagem: reprodução.

[Guia básico] Como minerar Ethereum

Mineração de Ethereum no Windows é mais fácil do que você pensa/pensou. Este guia irá cobrir tudo o que você precisa saber para começar a trabalhar com mineração Ethereum no seu PC. No entanto, se você não quer gastar tempo ou não tem os requisitos mínimos abaixo, você pode considerar a segunda opção comprando contratos de mineração na HashFlare.

Para começar com a mineração, você vai precisar atender os requisitos mínimos abaixo: 
  • Placas Gráficas (GPUs) – Certifique-se de que você tem uma com pelo menos 2 GB de memória..
  • Versão x64 do sistema operacional Windows 
  • Cerca de 30 GB de espaço livre no disco rígido para todo o software e o blockchain

 

Preparação

1. Para começar, em primeiro lugar, crie uma pasta em seu disco rígido, C: Eth por exemplo. Este é o lugar onde todos os softwares de mineração irá ficar.
2. Em seguida, você precisará baixar os seguintes softwares: 
a)  Geth  – Escolha Geth-Win64, fazer download e extraí-lo para a pasta criada
b)  Ethminer  – Faça o download e extraí-lo para a mesma pasta, em seguida, mude o nome para “miner” 
c) Ethereum Wallet – Escolha Ethereum-wallet-Win64, extrair e renomeá-lo para “wallet”


Para mais informações sobre os programas que você está baixando:
–  Geth “comunicação” de software, ele atua como um relé entre a Rede Ethereum e seu computador, download e sincronizando o blockchain. Ele também passa informações para o software de mineração. 
– Ethminer é o software de mineração real que funciona com o seu GPU. 
– Wallet é a sua carteira, que lhe permite verificar o seu saldo éter e transferir os fundos.
Se você receber uma dessas notificações de firewall, clica em permitir o acesso para prosseguir.

3. Abra o prompt (pressione tecla Win + R e digite ” cmd ” ou menu Iniciar simplesmente aberta e digite “cmd”). Prompt de comando é um software que permite executar comandos digitados para o sistema operacional.

4. Digite cd eth e pressione Enter. 
A tecla Enter ou Return é usado para confirmar um comando, então você tem que pressioná-lo cada vez que um novo comando é inserido.  Cd é um comando usado para alterar o C urrent D irectory. No nosso caso, estamos navegando para o diretório raiz da unidade C: e, em seguida, para eth pasta.
5. Digite “geth account new” e pressione Enter. Aqui nós estamos dizendo Geth para criar uma nova conta para nós. Você será solicitado a criar uma senha (você não será capaz de ver o que você está digitando, por isso tenha cuidado). Geth irá gerar seu endereço, chaves públicas e privadas. Mantenha sua senha segura e não se esqueça!
6. Minimizar o console, em seguida, vá para a pasta wallet e execute o Ethereum-Wallet.exe . Ele vai imediatamente começar a sincronização com a blockchain, este processo pode levar alguns minutos. Quando a sincronização terminar, você será solicitado para uma senha novamente.
Agora você tem o controle de sua carteira Ethereum!

Mineração

7. Para este guia, vamos estar usando dwarfpool .
Vamos manter o blockchain sincronizados enquanto estamos minerando, para isso acontecer digite no console geth –rpc e da enter.  Agora Geth vai começar a cuidar da blockchain para nós.
Geth será executado durante o tempo que a janela do console é aberta, portanto, não feche-o!
Quando você pode ler “…imported 0/1 blocks (0 queued 0 ignored)…” no log do console do Geth, você está totalmente sincronizado e pode prosseguir.

8. Abra outra consola, e navegue até o diretório de mineiração ( cd eth miner). 
Agora fica um pouquinho complicado mas vamos lá: é preciso digitar o comando correto para conectar a nossa miner com a pool e começar a mineração.
9. Nós precisamos executar a ethminer.exe em primeiro lugar, por isso a nossa string começa com ethminer e em seguida, é preciso especificar quais GPU será usada para começar com a mineração: AMD é -G, nVidia é -U. Uma vez que temos uma GPU AMD, o nosso comando será  ethminer -G
Uma vez que estará usando um pool de mineração precisará adicionar -F para o comando:  ethminer -G -F
Em seguida, pegaremo o endereço de Dwarfpool (http://eth-eu.dwarfpool.com:80/YOUR_WALLET) e substituir o YOUR_WALLET com o seu endereço Ethereum que você pode copiar a partir do Wallet.
E aqui vem a parte de ajustes! Vamos adicionar –cl-local-work 256 –cl-global-work 16384 para nos dar alguns MH/s extra, então o comando deverá ficar assim: ethminer -G -F http://eth-eu.dwarfpool.com:80/YOUR_WALLET –opencl-plataforma 1 –opencl-device 0 -Cl-local-obra 256-global-obra -Cl 16384 
Você pode encontrar todos estes argumentos e suas descrições no arquivo help.txt na pasta miner. Uma vez que eles não são universais, você precisará testar para ver quais funcionam melhor para você e sua mineração
Verifique se você digitou tudo corretamente, e aperte enter.
A mineração vai demorar algum tempo para iniciar, se você receber quaisquer mensagens de erro como “Invalid argument” – verifique se você digitou tudo corretamente.

O guia acima serve como um guia realmente básico para começar a mineração de Ethereum. Se continuar a receber erros que você não conseguia descobrir como consertar, a melhor opção é considerar a obtenção de um contrato HashFlareÉ de longe a forma mais fácil de começar com a mineração de Ethereum.
Fonte: Coingecko

Porque NÃO investir em mineração de bitcoin

Ultimamente vejo muitas pessoas se iludindo com mineração de bitcoin, principalmente com a tão famosa e conhecida “mineração em nuvem”, mas, será que vale a pena arriscar?

Vamos começar pelas mineradoras físicas, que você compra para minerar em casa.
Essa modalidade de mineração é totalmente inviável, você usará mais energia do que a máquina terá capacidade de gerar em bitcoin, então você terá apenas prejuízo. Essa modalidade de mineração só vale a pena em operações de larga escala e com preços baixos de energia, como no Paraguai, por exemplo.

E minerar em nuvem, vale a pena?
Bem, para responder essa pergunta eu vou desdenhar um pouco mais sobre o assunto aqui.
Sem medo de errar, eu posso garantir que pelo menos 99,5% das mineradoras de bitcoin em nuvem são esquemas ponzi. Mas, o que é ponzi? Ponzi é a famosa pirâmide financeira. Quem está no topo da pirâmide (o dono da mineradora em nuvem e os primeiros cadastrados) ganham com o investimento de quem está mais abaixo da pirâmide, então quando o sistema parar de receber investidores ele não terá como retornar o investimento da base da pirâmide, e é aí que o site fecha e some.

Mas, existe mineradora em nuvem confiável?
Sim, existe, mas só se você tiver paciência de esperar entre 18 a 24 meses, isso só pra recuperar o seu investimento. E quem pode garantir que durante esse período essas mineradoras não vão se tornar inviáveis, né? Então mesmo sendo mineração real, não é recomendável minerar nesses sites.

Vídeo em 360° mostra uma mina secreta de Bitcoin que gera US$ 8 milhões por ano.

No alto de alguma montanha chinesa, uma mina secreta de Bitcoin gera o equivalente a US$ 8 milhões por ano. Apesar da prática não ser proibida nem incentivada no país asiático, os responsáveis pelo lugar preferem manter a discrição a fim de não chamar a atenção das autoridades, que provavelmente ficariam interessadas em um espaço capaz de gerar uma receita tão alta ao longo de apenas 12 meses.  

Mas uma reportagem da BBC Future visitou o lugar e publicou um vídeo em 360° com imagens de lá. A alta velocidade de conexão oferece internet rápida para os mineradores do país, grupo formado por antigos fazendeiros e pessoas recém-formadas, na maioria jovens do sexo masculino. Cada um deles recebe 50 unidades da moeda virtual por dia trabalhado e todos vivem o tempo todo no local, dormindo lá mesmo em quartos que acomodam até seis pessoas cada.
 
O responsável pela mina é o chinês Chandler Guo, de 30 anos de idade. Nascido em uma família pecuarista, ele resolveu investir seu dinheiro na moeda virtual e tem se dado bem. “No passado, a China manufaturava coisas simples, como roupa, sapatos e coisas do tipo”, comenta. “Mas, no futuro, nós usaremos a tecnologia para criar produtos.”

 
O lugar é um amontoado de servidores e computadores alinhados em vários corredores, convivendo em pôsteres de boy bands chinesas e um bando de pessoas que ganha a vida resolvendo equações de criptografia a fim de verificar a veracidade de uma transação de Bitcoins em alguma parte do mundo. “Sempre que um algoritmo é solucionado, ‘blocos’ são adicionados à ‘corrente de blocos’ — um tipo de contabilidade virtual que garante a autenticação de cada transação”, escreve o repórter da BBC Danny Vincent, que visitou a mina a convite de Guo.