quarta-feira , 29 março 2017

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Relatório do G20: Blockchain “é a chave” para uma “economia global inclusiva”

Os países do G20 reconheceram oficialmente os benefícios positivos da tecnologia Blockchain em um comunicado sobre cooperação econômica global.

A declaração, publicada na semana passada e atualizada hoje, detalha a necessidade de um esforço conjunto para “restaurar a fé do público na cooperação econômica internacional”.

“As tecnologias Blockchain são a chave para construir uma economia global digital inclusiva que seja auditável [sic] segura e transparente para todos cidadãos do mundo,” disse Julie Maupin do Centro de Inovação em Governança Internacional.

Segundo Julie, a tecnologia Blockchain “pode desempenhar um papel crítico no fortalecimento da resistência econômica, ao mesmo tempo em que assegura que a economia global funcione em benefício de todos”.

Ela continua:

“O G20 deve tomar medidas decisivas para aproveitar esta tecnologia no serviço de suas metas de política em […] áreas centrais de foco[. …] não correr o risco de fragmentar ainda mais a economia global, minando a confiança do público nas instituições econômicas internacionais e empurrando os mais recentes desenvolvimentos do Blockchain para a marginalidade, que está além do alcance da influência governamental “.

O governador do Bank of England, Mark Carney, que preside um grupo consultivo suíço do G20, disse em janeiro que pretendia fazer do Brexit London o “centro mundial de Fintech”, ao mesmo tempo em que advertiu que as startups de Fintech poderiam “intensificar a volatilidade financeira”.

A perspectiva de Julie parece otimista, detalhando evidências que benefícios do Blockchain já estão sendo testemunhados pela economia global.

“Blockchains já estão sendo implantados para substituir pontos de falha do sistema financeiro, utilizando estruturas de mercado descentralizadas”, continua o relatório.

“[…] Eles estão ajudando a expandir a inclusão financeira para as populações anteriormente não ‘bancarizadas’ […] Eles estão prontos para melhorar a supervisão dos mercados internacionais, fornecendo aos responsáveis, dados em tempo real sobre os fluxos financeiros e riscos de classe de ativos.

Realmente a tecnologia Blockchain mudará nossas vidas drasticamente.

Deixe abaixo sua opinião sobre o desenvolvimento da tecnologia Blockchain no mundo.

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Cresce o número de startups no Brasil usando a tecnologia Blockchain

Desde que surgiu em 2008, o Bitcoin sempre chamou a atenção por parte dos especuladores que viram um meio de “ganhar dinheiro” com sua valorização ao longo do tempo. Mas muita coisa ainda estava por vir.

Confira também: Banco Central da China Afirma que Exchanges não Devem Funcionar sem Serem Regulamentadas

O sistema que está por trás  do Bitcoin, começou a chamar atenção de empreendedores/desenvolvedores de toda parte do mundo – o livro público distribuído ou simplesmente Blockchain, começou a ser estudado por grandes players da tecnologia como DELL e Microsoft.

Mais afinal o que é Blockchain?

Para que você entenda de forma simplificada, Blockchain é um grande registro público de informações descentralizadas, que não depende de servidores centrais e bancos de dados para funcionar.

Caso queira se aprofundar mais no assunto sugiro ler estes artigos:

O que é Blockchain? Explicando de forma simplificada

6 Aplicações práticas do Blockchain no mundo real

Startps Brasileiras movidas à Blockchain

No Brasil o segmento dominante é o de criptos, onde hoje possui um total de 12 Startups, de acordo com a última pesquisa realizada pelo Finnovista. Essas startups estão distribuídas em vários setores, como gateway de pagamento, pagamentos de contas e serviços relacionados com bitcoin.

Novas Startups

Apesar de ainda não ter nenhuma regulamentação para o bitcoin, startups ganham seu espaço no mercado, só no final de 2016 surgiram algumas como a Mudamos e A Star Labs.

Mudamos é uma plataforma que permite a criação de projetos de lei, baseado em assinaturas via Blockchain, todas as assinaturas serão guardadas e preservadas, sendo possível realizar auditoria e provar a originalidade.

Talvez você esteja pensando em alguma solução para certificação digital, contratos inteligentes (smart contracts) – Pois bem, essa área é segmentada por duas grandes startups, de uma lado a OriginalMy, que provêm serviços de contratos inteligentes via Blockchian do Bitcoin e do Etherum. Só para vocês terem uma ideia, através da OriginalMy, já foi possível celebrar um enlace matrimonial via Blockchain.

1ª Casamento Brasileiro via Blockchain na Campus Party 2017

Além da OriginalMy, em novembro de 2016 surgiu A Star Labs, que provem soluções como, diplomas digitais, tokens criptográficos e smart contracts. Hoje as principais áreas de atuação da A Star são: Blockchain, criptomoedas, FinTech, ECM, IoT e Machine Learning.

Mercado Financeiro

Talvez a área que possui a maior parte das Fintechs que conta com algumas que são destaques nesse segmento, como na intermediação de compra e venda de bitcoins. A Foxbit, lidera a lista, considerada a maior bolsa de bitcoins da América Latina, disponibiliza uma plataforma para comprar e vender bitcoins através da rede Blinktrade, que é outra startup criada por um brasileiro, mais com sede em Nova York. Além da Foxbit, este mercado é seguido por outras plataformas como: Bitcointoyou, Negociecoins, Mercado bitcoin, FlowBTC e Walltime.

A coinBR é a única startup que se diferencia das citadas acima, pois seu modelo de operação é completamente diferente. Dessa forma a startup consegue atender melhor os seus usuários. Inclusive é a única a oferecer serviços como pagamentos de contas e boletos, impostos, além de possuir uma Smart Wallet (carteira inteligente) – que é capaz de realizar transações offchain e calcular a melhor fee (taxa), paga ao minerador, tudo isso através da Blockchain.

“A coinBr é uma empresa estabelecida em 4 países (Brasil, Paraguai, África do Sul e Hong Kong) e consolidada no mercado desde 2013, atuando em várias áreas que a tecnologia possibilita.” – Rocelo Lopes – CEO coinbr.net

Para mais informações sobre a Smart Wallet da coinBR, sugiro que leia nosso review sobre suas funcionalidades.

Conheça a Smart Wallet coinBR – Sua Próxima Carteira de Bitcoin

Incentivo a educação

Quando falamos de inovação tecnológica, não poderíamos deixar de falar também sobre educação. Foi pensando nesse sentido que surgiu a Startup Blockchain Academy, que é uma rede colaborativa de educação voltada para a formação multidisciplinar focada em bitcoin, Blockchain e temas correlativos.

Como vimos ainda é uma área em exploração e desenvolvimento, provavelmente daqui algum tempo vamos ver mais startups surgindo com novas soluções, que possam atender a demanda de mercado.

Confira também: O Aumento em Pagamentos em Bitcoin, Mostra que Está se Tornando uma “Moeda Real”

Deixe abaixo sua opinião sobre o desenvolvimento da tecnologia Blockchain no Brasil.

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Banco do Japão Pretende Adotar Tecnologia Blockchain

Blockchain, a inovação subjacente às moedas digitais, incluindo o bitcoin, esteve sob o destaque durante o  Fórum Fintech, realizado pelo Banco Central do Japão.

Confira também: O que Aconteceu com o Bitcoin na China?

Pesquisas com a tecnologia Blockchain

O terceiro Fórum Fintech do Banco do Japão, viu funcionários do departamento de pagamentos do Banco Central admitir que os bancos centrais em todo o mundo estavam pesquisando a tecnologia.

De acordo com um relatório do Nikkei, o tema quente do dia foi a tecnologia Blockchain com bancos privados e instituições financeiras que, aparentemente, mostrariam modelos de potenciais aplicações Blockchain durante o evento.

Em dezembro de 2016, o governador do Banco Central do Japão, Haruhiko Kuroda, confirmou que o departamento de pagamentos e liquidação do banco estava usando a tecnologia Blockchain em um “test drive”, afirmando que é importante que os bancos centrais “compreendessem profundamente a inovação”.

Resultados dos testes

Após o teste, Yuji Kawada, outro funcionário do departamento de pagamentos confirmou que a tecnologia Blockchain tinha o “potencial de proporcionar benefícios” durante o Fórum Fintech. No entanto, a tentativa da tecnologia de contabilidade distribuída com o Banco Central do Japão – NET, que permite transferências eletrônicas de fundos e títulos no Japão, não se ajustou ao atual sistema em termos de capacidade de processamento, acrescentou o funcionário.

Parcerias com outras instituições

O Banco do Japão firmou parceria com o Banco Central Europeu para estudar os potenciais casos de uso da tecnologia Blockchain em um projeto de pesquisa conjunta, que iniciou-se no final de 2016. As conclusões do projeto devem ser divulgadas ainda este ano.

Um iene digital?

No evento desta semana, o relatório do Nikkei reverte as questões colocadas pelo setor financeiro privado, no caso de uma moeda digital emitida pelo Banco Central do Japão, em que a moeda fiduciária física em notas e moedas seria substituído por registros digitais. A política monetária instalada e executada pelo banco central seria significativamente alterada se um iene digital fosse emitido, assim como a relação entre o banco central e os bancos do setor privado.

Quando surgiu a inevitável pergunta sobre uma moeda digital emitida pelo banco central, Hiromi Yamaoka, diretora geral do Departamento de Sistemas de Pagamentos e Liquidação, não deu muita importância. Apenas disse o seguinte:

“Vamos considerar seriamente que é possível para um banco central.”

Em novembro de 2016, Hiroshi Nakaso, vice governador do banco central, revelou que o banco não tinha um cronograma específico ou planejava emitir moedas digitais como meio de substituir dinheiro.

No entanto, outro funcionário afirmou que o banco estava em conversando com acadêmicos para fornecer respostas a questões significativas sobre uma moeda digital emitida pelo banco central.

Conclusão

Não é de agora que boa parte dos bancos centrais do mundo, tenha visto potenciais significativos na tecnologia Blockhain, e o Banco Central do Japão não é exceção.

Ainda por ser uma tecnologia bastante nova, poucos são os bancos que adotaram para substituir os sistemas atuais. Mas uma coisa é certa, cada vez mais veremos bancos estudando a tecnologia, para que de fato seja implementado algo no futuro.

Confira também: As Maiores Instituições Globais Apostam Tudo no Ethereum

E você o que acha de banco usar Blockchain em seus sistemas de pagamentos?

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Preço do Bitcoin Aumenta com Acordo do SEC e ETF

O preço do BTC atingiu a casa dos US $ 1100, após a notícia positiva a respeito do SEC e de seus novos  regulamentos que são esperados, para impulsionar Startup de Bitcoin.

Confira também: LocalBitcoins Registra Maior Alta de Todos os Tempos, Volume da China Sobe 500%

Relacionamento produtivo

Um memorando  entre a Securities and Exchange Commission (SEC) dos Estados Unidos e a Associação de Administradores de Valores da América do Norte (NASAA), foi assinado na última sexta-feira 17/02, os dois órgãos compartilharão informações relacionadas para garantir que os novos regulamentos de crowdfunding sejam eficazes para pequenas empresas.

NASAA e SEC

NASAA Presidente Mike Rothman (L) e SEC Presidente interino Michael Piwowar sinal MOU.

As novas regras tornarão mais fácil para as empresas de nível de entrada levantar fundos via exceções às restrições que governam crowdfunding.

“O acordo não só baseia-se em uma relação já produtiva entre a SEC e os reguladores estaduais, também oferece insights e proteções adicionais como ajudamos as empresas a crescer e criar postos de trabalho, proporcionando novas oportunidades para os investidores”, afirmou Michael S. Piwowar, Trecho comunicado à imprensa.

Reação do mercado de bitcoin

O movimento é geralmente visto como um passo benéfico para a criptomoedas e startups Blockchain, com obstáculos sendo removido para o ecossistema dos EUA para se tornar mais inovador e competitivo.

Diante dessas mudanças o entusiasmo se refletiu no apoio contínuo do Bitcoin, onde o preço da moeda digital cruzou a barreira de US $ 1.100, conforme dados mostrados em Coinmaket.

Todos os olhos em março

O movimento vem em um momento crucial para a SEC, em particular, como se prepara para entregar o seu veredicto final sobre a permissão do Winklevoss Bitcoin ETF. A esperada decisão está prevista para 11 de março, com muitos prevendo conseqüências altamente favoráveis ​​para a bitcoin, em caso de um resultado positivo.

O comunicado de imprensa, entretanto, descreve as novas opções disponíveis para as próprias startups fintech.

“As empresas agora também podem levantar até US $ 5 milhões por ano através de outras regras alteradas, o que poderia facilitar o desenvolvimento regional oferecendo isenções ao nível estadual para permitir que as empresas a buscar investidores em uma região específica”, o limite anteriormente era de US $ 1 milhão.

Confira também: coinBR, Negocie Coins e Blockchain Academy Debatem sobre ações do PBOC

E você o que acha dessa medidas da SEC? E o que espera da aprovação do EFT dos irmãos Winklevoss?

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Concurso Oferece R$ 60.000 para Startup de Blockchain

O governo de Dubai está à procura de startups para participar de um novo concurso blockchain, oferecendo prêmios de até R$ 60.000 (U$ 20.000) para os projetos vencedores.

Confira também: BTC China Suspende Saques de Bitcoin por um Mês.

O concurso, chamado de SDO Blockchain Challenge, foi anunciada no mês passado pelo Smart Dubai Office  (SDO), em conjunto com a incubadora norte-americana 1776.

Em comunicado a diretora-geral da SDO, Dra. Aisha Bin Bishr, disse que seu escritório espera usar o concurso para identificar empresas com soluções que possam ter um impacto nos planos de modernização de Dubai.

Ela disse sobre a iniciativa:

Nossa parceria com o 1776 sobre o Blockchain Challenge nos permite identificar startups parceiras e pensadores inovadores, que podem trazer ao mercado soluções de ponta, que irão entregar a futura cidade que os nossos interessados ​​querem e esperam.

Para atrair startups para o concurso, o SDO está oferecendo dezenas de milhares de dólares em dinheiro para os melhores projetos. Além do prêmio principal, o concurso apresenta um segundo e terceiro lugar, com prêmios de U$ 15.000 e U$ 10.000 respectivamente.

O Blockchain Challenge tem um prazo para inscrição até 13 de abril, com 20 empresas selecionadas de todos os inscritos para participar do evento.

Confira também: Maior Banco de Abu Dhabi’s adere a Blockchain para Remessa de Pagamentos.

As startups selecionadas vão viajar para Dubai em maio para a competição, onde serão julgados sobre o escopo do projeto, o grau em que ele pode ser levado para o mercado, e as formas em que o Blockchain é utilizado.

Encaixando-se perfeitamente dentro dos planos dos Emirados Árabes mais amplos para o Blockchain, o desafio vem meses após o SDO sinalizar que quer potencialmente alavancar a tecnologia Blockchain como parte de um esforço de modernização em geral.

Em maio passado, Bin Bishr chamou o Blockchain de “uma das tecnologias mais elegantes e avançadas para eficiências de negócios interligados”.

A parceria SDO / 1776 também segue o fluxo de uma competição de Blockchain dos  Emirados Árabes Unidos focada na governança inteligente, que foi a vencedora em uma mostra patrocinada pelo governo de Dubai esta semana.

Ficou alguma dúvida? Leia aqui o FAQ (perguntas mais frequentes) do concurso. Todas as informações estão lá, desde a inscrição até como solicitar a carta convite para tirar o visto para os Emirados Árabes.

Confira também: Dubai quer todos os documentos do governo na Blockchain até 2020.

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Traders Bitcoin da China Estão Perdendo confiança nos Preços das Exchanges

Após a decisão das exchanges de bitcoin da China em congelar as retiradas, as medidas adotadas pelo People’s Bank of China (PBOC), afetou o mercado de balcão (OTC) do país.

Confira também: Popularidade do LocalBitcoins Teme Ação do Banco Popular da China

Conforme relatado na primeira semana de Fevereiro, dois  das “três grandes” exchanges de bitcoin da China, suspenderam retiradas de bitcoin em resposta às novas pressões do People’s Bank of China (PBOC), um movimento que foi seguido por novas normas sobre a política de trocas em todo o país.

Mudanças estratégicas

Comerciantes estão relatando que eles tiveram que mudar as estratégias, eles acreditam que as exchanges do pais já não se comportar-se como um indicador de preço confiável.

Em conversa com a CoinDesk, representantes de grandes firmas de OTC indicaram que agora estão usando o preço do dólar norte-americano (conforme listado no Bitfinex baseado em British Virgin) para determinar o preço do bitcoin.

Zhou Shouji, operador da FinTech de negociação OTC FinTech Blockchain Group, disse que sua FinTech agora usa a taxa de câmbio, assim como o negociador OTC Zhao Dong, que chegou a descrever as bolsas da China como “totalmente desativadas”.

“Já que você não pode retirar, o preço não tem sentido se você quiser negociar bitcoin, o preço em exchanges chinesas é preço falso agora.”, disse Zhao, ao CoinDesk.

Só nos últimas dias, boa parte dos usuários tem recorrido ao Localbitcoins, uma plataforma de negociação p2p, como refúgio das limitações do PBOC.

China Localbitcoins

Diante de toda esta situação imposta pelo Banco Central da China, acredita-se que tais serviços e plataformas de negociações p2p, podem ser amplamente utilizados, especialmente se outras ações forem anunciadas pelo banco central.

Confira também: Comparativo de Taxas entre Exchanges Brasileiras

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Havaí Recomenda Regulamentar Tecnologia Blockchain para Consolidar Economia Local

Dois políticos havaianos apresentaram um projeto de lei pedindo um grupo de pesquisa para a tecnologia Blockchain “uma abordagem agradável e alguma medida” para regulamentação.

Confira também: Tensão na Comunidade de Bitcoin na Venezuela: Exchange é Forçada a Fechar

Não de é agora que a tecnologia subadjacente do Bitcoin tem chamado atenção, principalmente de fintechs que cada dia estão conquistando o seu espaço no mercado graças a tecnologia Blockchain.

Benefício de empresas locais e residentes no Havaí

Os democratas Chris Lee e Mark Nakashima, estão atualmente  aguardando a aprovação dos legisladores estaduais, após a apresentação 25 de janeiro, de uma lei proposta  para criar um grupo de trabalho para estudar os usos e as melhores práticas em relação à tecnologia Blockchain.

Os membros do comitê estadual já consideraram a sua aprovação, sujeito a certas alterações que ainda não foram esclarecidas.

Os dois advogados desejam expandir o uso da tecnologia Blockchain no estado para consolidar sua economia de turismo e criar mais riqueza localmente.

O objetivo desta Lei é estabelecer um grupo de trabalho composto por representantes dos setores público e privado para examinar, educar e promover as melhores práticas para permitir que a tecnologia blockchain beneficie as indústrias locais, os residentes e o Estado do Havaí. Trecho da publicação Oficial.

Consulta Trans-Setorial

De acordo com o documento, o grupo de trabalho consistiria em figuras governamentais e da indústria, cada uma com habilidade em um segmento principal da economia havaiana. Não apenas o turismo, mas o setor imobiliário, saúde, transporte e segurança cibernética seria representado, entre outros setores.

Confira também: UNEP Indica que a Tecnologia é Crucial para o Desenvolvimento Sustentável das Fintech

O Havaí junta-se a um número crescente de estados dos EUA, sobre o movimento de fintech disruptivo. Destes, Texas é especialmente ativa em termos de serviços de consumo, com as cidades de Austin e Houston responsáveis por uma série de startups dedicadas à tecnologia.

Suiça e as regras par o mercado de Fintechs

O governo da Suíça já mostrou a sua intenção em promover um ambiente regulamentar mais favorável para startups FINTECH, notando como no Havaí que a tecnologia Blockchain está ganhando popularidade em ritmo rápido e que as normas legislativas devem ser adotadas em conformidade com a situação atual.

Dessa forma o país pretende alterar suas regras atuais sobre licenças bancárias e relatórios de financiamento, para apoiar o equilíbrio em favor das pequenas empresas de fintech em ambos os países.

Confira também: 1ª Casamento Brasileiro via Blockchain na Campus Party 2017

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UNEP Indica que a Tecnologia é Crucial para o Desenvolvimento Sustentável das Fintech

Uma mudança radical na evolução do setor financeiro globalmente. Isto foi relatado pelo United Nations Environment Programme (UNEP sigla em Inglês), que garante que  as Startups FINTECH são chave fundamental para o desenvolvimento sustentável em uma economia mundial.

Em sua publicação “Fintech e Desenvolvimento Sustentável: Avaliação das implicações , “o programa detalha a necessidade financeira global para a automação de processos utilizando Inteligência Artificial (AI), a Internet das Coisas (IO), e Blockchain, apontando para um futuro com soluções inteligentes que prometem redesenhar a estrutura da economia como nós conhecemos até hoje.

Desenvolvimento de mudança

Embora o estudo fala que o ecossistema Blockchain consiste em desenvolvimento de tecnologias de excelência e liquidação, é notável o seu impacto sobre o sistema financeiro. O que começou como uma onda inovadora na sequência da crise financeira  em 2008, evoluiu para um mecanismo imparável de soluções sustentáveis para as necessidades da sociedade global.

Confira O que é Blockchain? Explicando de forma simplificada

O relatório mostra os benefícios duradouros da aplicação e novas tecnologias para processos industriais e financeiros, como solução para os problemas de confiança nas instituições, registros confiáveis, processos simples e redução de custos, que já está gerando maior adoção pública a Bitcoin e blockchain por parte de algumas empresas.

Confira ITS Rio disponibilizará app baseado em Blockchain

A ascensão do Bitcoin e seus blockchains sistema associados, altchains cadeias laterais tem sido descrito como uma força disruptiva no setor financeiro, em oposição ao status de transações financeiras centralizadas, confiáveis ​​e privadas do modelo atual. Blockchain pode ser uma tecnologia ainda imatura, mas apenas como tecnologias disruptivas anteriores, como os telefones móveis World Wide Web, tem o potencial de gerar uma onda de inovação que permite uma interação transparente entre os participantes através de uma rede confiável e segura que distribui acesso auditável à informação. UNEP – United Nations Environment Programme.

Conclusão

A agência defende o uso de tecnologias descentralizadas como uma solução eficiente para os problemas que ainda existem no cenário mundial: a fome, os refugiados, as alterações climáticas e a pobreza.

Ainda há um longo caminho a percorrer, não há dúvida de que o recurso de redução de custos e facilidade de automação de processos são um benefício que a indústria deve desenvolver, apesar das suas reservas em que o setor bancário deve adotar, para sua própria sobrevivência.

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Bitcoin: China supera Nova York e Vale do Silício em  Fintech

A empresa de pesquisa Ernst & Young (EY)  juntamente com o banco de Cingapura DBS divulgou recentemente um relatório colaborativo intitulado The Rise of Fintech na China: Redefinindo Serviços Financeiros para fornecer insights do crescimento explosivo das FinTech na China.

Inclusive já divulgamos um panorama das Fintech aqui no Brasil, você  pode conferir em Brasil é o maior ecossistema Fintech na América Latina.

Pesquisadores, analistas e consultores financeiros da EY e da DBS concluíram que a China superou Nova York, Vale do Silício, Cingapura, Hong Kong e outros grandes centros globais.

Neal Cruz, diretor de inovação DBS afirmou que a taxa de crescimento rápido da indústria FinTech chinesa pode ser atribuído aos regulamentos e políticas impostas pelo governo local em startups e redes FINTECH favoráveis. Cruz também observou que um outro grande fator por trás do crescimento do mercado FinTech chinês é o crescente apoio de gigantes da tecnologia, como Alibaba, Tencent e Baidu.

“É chegado tão longe porque paisagem da China tem operado em um ambiente sandbox-like propício para FinTech para prosperar, um forte mercado interno, juntamente com um impulso constante de inovação e experimentação impulsionado pelos principais gigantes, sem impedimentos por influência internacional”, disse Cruz .

Fintech na China e mercados de atuação

Atualmente, a indústria de FinTech na China é dominado por dois grandes mercados, pagamentos/remessas e seguros.

Hoje 40% dos clientes de serviços bancários dependem de plataformas FINTECH e aplicações para resolver ambos os pagamentos nacionais e internacionais e outros 35% dos consumidores bancários utilizar serviços FINTECH baseado no AI inteligentes para lidar com seguro.

A equipe EY e DBS afirma que um dos principais motores da Fintech na China é a capacidade limitada de sistemas e serviços bancários que não conseguem satisfazer as necessidades financeiras e demandas do povo chinês.

“Em 20%, a corrente de penetração de crédito no varejo também é um dos mais baixos do mundo. Um em cada cinco da população adulta da China permanecem sem banco. Na verdade muitos chineses não têm relações bancárias existentes como evidenciado pelo fato de que departamento de crédito nacional só tem informações sobre menos de 20% da população.”

Mais importante, as tecnologias alternativas financeiras e serviços do povo chinês começou a usar  e ter melhor experiência online, as novas funcionalidades, a taxas mais baixas e menos exigências para o registro de conta, conseguindo uma base populacional de consumo significativamente maior na China.

O que isso significa para Bitcoin

Ainda assim, as aplicações financeiras convencionais e plataformas têm taxas mais elevadas, as medidas de segurança mais baixas e políticas KYC excessivos em comparação com serviços Bitcoin.

Isso ocorre porque a maioria das aplicações financeiras dependem de uma fiat ou do dinheiro emitido pelo governo para operar. Assim, mais tempo para a verificação e autenticação de pagamentos e usuários.

As aplicações e plataformas Bitcoin, no entanto, permite pagamentos instantâneos com praticamente nenhuma exigência de CSC. Enquanto as trocas não cumpri com as políticas de CSC, a maioria das aplicações no mercado como carteira bitcoin, a troca direta de criptomoedas não se enquadra no âmbito dos regulamentos de transferências monetárias chinesas.

Com crescente  número de usuários de banco migrando para aplicações de pagamento móvel ou online na China, a base de usuários bitcoin mundial provavelmente irá ver um aumento reconhecível.

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Porque o Brasil é o maior ecossistema Fintech na América Latina?

Em relatório divulgado pela FINNOVISTA uma organização de aceleração de empresa  de tecnologia destaca o Brasil como o País que mais surgiu FINTECH.

A Finnovista colocou seus esforços para mapear e monitorar a indústria de Fintech na América Latina, explorando em detalhes o mercado brasileiro após a realização de estudos de investigação semelhantes para Argentina, Chile, Colômbia e México. Com o resultado, Finnovista  disponibiliza o primeiro  Radar Fintech para o Brasil.

De acordo com pesquisas da organização, destaca que existem atualmente pelo menos, 219 startups FINTECH no Brasil, que estão perturbando todo setor da Indústria Financeira em 16 segmentos diferentes.

Só para você ter uma ideia esse número faz do Brasil o maior ecossistema Fintech na América Latina, seguido de alguns países como México com 158 startups, Colômbia, com 77, Argentina, com 60, e Chile, com 56. Este mercado dinâmico no Brasil significa maiores oportunidades para ambos os clientes que ainda sem conta bancária podem obter acesso a mais produtos financeiros e com diferenciais melhor, e também uma oportunidade para as instituições financeiras tradicionais tirar proveito da inovação existente no ecossistema Fintech.

Abaixo você pode conferir, o destaque para o mercado de Critpo no Brasil, com as principais startups  no seguimento.

Fonte: Fintech radar Brasil Finnovista 2016

Fonte: Seguimento de Crypto, Fintech radar Brasil Finnovista 2016

Como podemos perceber o mercado cripto vem crescendo, até agora temos 12 startups brasileira entregando soluções, com o Bitcoin como base em suas atividades, não paramos por aqui, como já mencionado e matérias anteriores uma dessas statups visa disponibilizar até ao final de 2017 novas formas para adquirir e gastar a criptomoeda no Brasil.

Como acontece com outros países da América Latina, o segmento com o maior número de startups FINTECH no Brasil é Pagamentos e Remessas com participação de 31%. Ele é seguido pelo segmento Enterprise Financial Management com 15% da quantidade total de startups identificados, com coleções ser um importante sub-segmento dentro desta categoria. Em terceiro lugar, os empréstimos startups (incluindo ambas as plataformas de empréstimos P2P e de balanço) são responsáveis por 12% do total de startups FINTECH brasileiros. Outro fato interessante que se destaca quando comparado com outros países da região é um maior número de startups FINTECH no segmento de gestão de financeira, com quase metade deles o desenvolvimento de serviços de gestão de finanças automatizados.

Fonte: Fintech radar Brasil Finnovista 2016

Fonte: Fintech radar Brasil Finnovista 2016

O mercado de criptomoedas corresponde a 5%, é interessante ver um segmento tão pequeno, mas com grandes perspectivas de crescimento, dados do bitValor mostrou que o mercado brasileiro movimentou cerca de R$27 milhões em Bitcoin, isso só no mês de Outubro de 2016.

E aí será que em 2017 teremos o Bitcoin circulando normalmente por boa parte do comércio brasileiro?

O que você achou do Fintech radar Brasil, realizado pela Finnovista? Caso você queira ler por completo o relatório com todas as informações nos demais seguimento basta visitar Fintech Rada Brasil.