quarta-feira , 18 janeiro 2017
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Como Funcionam as Taxas do Bitcoin

A transação de Bitcoin é realmente livre de cobranças?

Uma das principais vantagens do Bitcoin é que você pode supostamente enviar dinheiro entre dois pontos no planeta de graça.

Mas se você já enviou Bitcoins uma ou duas vezes, você provavelmente percebeu que há sim, de fato, taxas de transação, mesmo que minimamente irrisórias.

Antes de explicar como as taxas são calculadas, quero explicar o que são as taxas do Bitcoin.

Quando os mineradores validam transações dos blocos dentro do Blockchain, eles são pagos duas vezes:

1 — O primeiro pagamento é feito por computadores que processam um código de programação do sistema, que concede uma recompensa aos mineradores por terem tido sucesso em decriptar uma transação e coloca-la em um bloco de transações dentro da cadeia de blocos: o Blockchain.

2 — O segundo pagamento são as taxas que os usuários (donos de carteiras e bolsas) anexam às transações que foram incluídas nesse bloco.

Você nem sempre tem que pagar essas taxas, mas existem certas regras que praticamente te forçam a paga-las quando necessário. Claro que você pode optar por desconsiderar essas regras e não anexar uma taxa ao seu pagamento, mas é possível que sua transação leve muito tempo para ser processada, ou até não seja, porque nenhum minerador vai querer processa-la.

Saiba:  O que é Bitcoin?

Vamos as regras:

Regra Nº #1 — Montantes minúsculos obrigatoriamente pagam taxas.

Se o número de Bitcoins que você está enviando for menor que 0,01 BTC, você será obrigado a pagar uma taxa para os mineradores. Esta taxa é necessária para evitar que os usuários fiquem fazendo spam na rede, enchendo ela com microtransações e sobrecarregando o Blockchain.

Isso também se aplica a transações de resposta. Transação resposta, é a diferença entre o valor exato de 1 bitcoin inteiro e o valor que você manda.

Exemplo.:

Digamos que você queira comprar um relógio para 1.999 Bitcoins. Você manda 1.999, mas usa uma entrada de 2 Bitcoins para fazer isso. Então, automaticamente quando você digita 1.999, você vai mandar 2 bitcoins e receber de volta uma resposta de 0,001 btc, na hora que for transferir.

Se essa transação resposta for de uma quantidade muito pequena, a rede vai exigir uma taxa adicional para o minerador processa-la.

Regra # 2 — Moedas mais antigas têm menos taxas.

Se as entradas que você está enviando em sua transação são mais antigas, então há uma chance maior de que eles não exijam uma taxa. Ter moedas antigas significa que são moedas que não foram transacionadas por um longo tempo, ou seja, que não foram fragmentadas em micro-transações que exigem taxas.

Regra # 3 — Menos entradas exigem menos taxas.

Cada transação de bitcoins é feita a partir de entradas. Quanto menos entradas forem usadas para compilar uma transação, menos taxas serão necessárias.

Então, se você for enviar 1 Bitcoin e usar 4 entradas de 0,25 Bitcoins, é mais provável que isso vai exigir uma taxa maior se você enviasse apenas 1 única entrada de 1 Bitcoin inteiro.

Tamanho da transação

Tenha em mente que na maioria das vezes você não terá controle sobre se a sua transação requer taxas ou não.

Sua carteira Bitcoin geralmente fará a otimização das taxas para você, sendo assim, você evitará taxas quando possível. A taxa de mineração da sua transação, é hoje de 0,0001 Bitcoins, que é de cerca de R$ 0,30 e é o que provavelmente vale a pena pagar para obter sua transação processada rapidamente.

Entradas e Carteira Bitcoin

Diante do crescente número de transações realizadas na rede do Bitcoin, a nova tendência de mercado que está ganhando corpo é a cobrança dinâmica das taxas de transação no Blockchain, nas carteiras gerenciadas na nuvem.

A diferença de uma carteira gerenciada na nuvem para uma carteira que fica armazenada no seu HD, é que quando seus bitcoins estão na nuvem, você terceiriza o poder de alterar as taxas cobradas nas transações, ao contrário de quando eles estão dentro de um software controlado por você mesmo, dentro do seu computador.

Carteiras que são gerenciadas em nuvem, geralmente adotam uma estrutura de taxas que varia de acordo com o congestionamento da rede, alguma coisa parecida com o que faz a indústria da aviação na venda de bilhetes aéreos, que variam o preço de acordo com a demanda.

Nos últimos meses, o crescimento do número de usuários da tecnologia e das transações tem provocado um estrangulamento no poder de processamento da Blockchain. Como consequência, isso tem gerado lentidão na confirmação das operações. Com a proposta de taxas dinâmicas, espera-se que haja mais rapidez nesse processo eum incentivo extra para os mineradores.

Ou seja, quem movimenta bitcoins através de carteiras na nuvem, paga taxas que variam dependendo do tamanho da transação e das condições da rede. Quando a atividade estiver elevada, os usuários recebem um aviso de “taxa alta” ao enviar Bitcoins. Quando o trânsito na rede diminuir, a taxa também diminuirá.

A ideia de pagar taxas pode assustar em um primeiro momento, mas o benefício para os usuários do Blockchain é que eles poderão ter a certeza de que suas transações serão incluídas no Blockchain muito rapidamente.

Essas cobranças de taxas nada mais são que uma reação ao número de transações crescentes.

A tendência é que com a estrutura de taxas dinâmicas e suas regras, as transações serão cada vez mais rápidas, confiáveis e pelo melhor valor, independente de quantas pessoas estão usando a rede Bitcoin.

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O que é Blockchain? Explicando de forma simplificada

Como pratos sujos podem explicar o funcionamento e o potencial de confiança na Blockchain?

Leo, Júlio, Maria e Elsa são quatro estudantes que moram na mesma república em Florianópolis. Como em quase toda república espalhada pelo Brasil, é uma guerra na hora de saber quem vai lavar os pratos sujos de Miojo. Os estudantes tentaram implantar um sistema de revezamento, mas foi um fracasso fenomenal: Júlio é o maior malandro, Leo distraído, Maria coincidentemente nunca está em casa na sua vez de lavar os pratos. Elsa é maior cri-cri e toda vez que tem visita pra jantar na vez dela lavar a louça ela argumenta que ficou em desvantagem, que trabalhou mais que os outros e quer descontar o trabalho extra na outra semana. No fim ninguém entra em acordo e é a senhoria que tem que decidir com mão de ferro quem vai lavar os pratos.

Pra resolver a este problema a senhoria teve uma ideia simples, porém genial: ela inventou de dar fichinhas coloridas a cada um dos estudantes (cada estudante com sua cor) e construiu um longo tubo transparente e indestrutível que ela chumbou ao chão da sala (tá bom, a ideia não era tão simples assim, mas vai seguindo o raciocínio).

Quando um estudante termina de lavar os pratos ele deposita uma fichinha no tubo pra ficar registrado que ele cumpriu com sua parte no revezamento. Pra evitar trapaças só é possível colocar uma fichinha no tubo se três dos quatro estudantes estiverem presentes, pois na tampa do tubo tem quatro cadeados onde cada estudante tem a chave para um deles.

Cada fichinha só pode ser colocada no tubo com o consentimento de pelo menos mais dois estudantes, que só permitem que isso aconteça depois de checarem que a pessoa realmente lavou os pratos e deixou a cozinha limpa. Como o tubo é inviolável e indestrutível, cada fichinha vale como registro eterno de que aquela louça foi lavada naquele dia. E basta uma olhadinha no tubo pra saber quem é o próximo a ter que lavar os pratos. É o tubo da verdade!

50% dos cadeados já permitem que se coloque uma fichinha no tubão

Infelizmente, o sistema só funciona se todos forem honestos. Se dois dos estudantes resolverem agir de má fé e se recusarem a abrir seus cadeados pro cara que acabou de lavar os pratos, o sistema deixa de funcionar. Agora, esse risco seria diminuído se morassem nessa república 1000 estudantes em vez de 4, pois as chances de que 50% estivessem agindo de má fé cairiam consideravelmente.

Mas claro, um tubo com 1000 cadeados na sala seria impraticável. Onde a galera vai dormir no carnaval? E se a gente pudesse usar a tecnologia pra utilizar este mesmo princípio no mundo virtual?

Bom, essa tecnologia existe e se chama blockchain. O blockchain nada mais é que um grande arquivão, consultável e transparente como nosso tubo, onde a gente pode “empilhar” registros da mesma maneira que os estudantes de Floripa empilhavam fichinhas. A estes registros nós damos o nome de blocos. E à essa cadeia de blocos damos o nome de…. blockchain! Tchãrã!

o que e blockchain

Assim como acontecia com as fichinhas no tubo, uma vez um registro é adicionado ao blockchain ele não pode ser retirado nunca mais, passa a ser verdade eterna e absoluta! (claro que no Brasil eventualmente vai aparecer algum juiz querendo apagar registro de blockchain por ordem judicial, quem viver verá!)

Naturalmente isso aqui é uma simplificação e a realidade tecnológica do blockchain é muito mais complexa, envolve criptografia, resolução de problemas matemáticos complicados, redundância da cadeia, etc. Mas conceitualmente o funcionamento do blockchain é semelhante ao do nosso tubão, que, trabalhando na base do consenso permite aos estudantes eliminar a necessidade de se confiar às cegas uns nos outros ou de depender de uma autoridade central. Pense por exemplo na principal aplicação do blockchain hoje em dia, que é viabilizar a existência de criptomoedas como o Bitcoin. Nessas moedas, cada operação fica registrada no blockchain, eliminando assim a necessidade de uma instituição financeira central validando cada transação.

Bitcoins e moedas virtuais não são as únicas aplicações do blockchain. Sua natureza transparente e descentralizada, somadas à sua capacidade de prover informação irrefutável e irreversível permitem diversas aplicações como por exemplo gerenciamento de propriedade (pense se a escritura de sua casa ficasse registrada em uma blockchain ,  seria o fim dos cartórios!), confirmação de identidade/documentos, validação de votos, enfim, qualquer lugar onde você precisa de um registro confiável de informações.

Blockchain, o maior legado do Bitcoin.

O sistema bancário atual não foi desenhado para o mundo digital. Embora os canais tenham sido em parte digitalizados, a forma como os registros das transações foram modelados é voltada para o mundo analógico. Os dados precisam estar super protegidos, em ambientes próprios e centralizados, que exigem altos investimentos e uma cara manutenção, além de estarem susceptíveis a ladrões e hackers.

E o Bitcoin tem se mostrado a solução para isso.

O Bitcoin é uma criptomoeda e um sistema de pagamento online baseado em protocolo de código aberto que é independente de qualquer autoridade central. Um bitcoin pode ser transferido por um computador ou smartphone sem recurso a uma instituição financeira intermediária. O conceito foi introduzido em 2008 num white paper publicado por um grupo ou alguém com o pseudônimo de Satoshi Nakamoto que o criou e o chamou de sistema eletrônico de pagamento peer to peer (p2p).

Uma Block chain ou blockchain é um livro-razão público de todas as transações bitcoin ou de criptomoedas, até então realizadas. Está constantemente crescendo à medida que novos blocos completos são adicionados a ela por um novo conjunto de registros. Os blocos são adicionados à blockchain de modo linear e cronológico. Cada nó conectado à rede bitcoin tem a tarefa de validar e repassar transações   obtém uma cópia da blockchain após o ingresso na rede bitcoin. A blockchain possui informação completa sobre endereços e saldos diretamente do bloco gênese primeiro bloco criado até o bloco mais recentemente concluído.

A blockchain é vista como a principal inovação tecnológica do bitcoin visto que é a prova de todas as transações da história da rede. Seu projeto original tem servido de inspiração para o surgimento de novas criptomoedas semelhantes ao bitcoin e de bancos de dados distribuídos e anônimos.

Realmente a tecnologia Blockchain mudará nossas vidas drasticamente.

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Como se Determina o Valor do Bitcoin?

Explicando como se determina o preço do Bitcoin pela Teoria do Valor Subjetivo.

Você já se perguntou o que é valor?

Bom, valores são critérios existenciais individuais. Valor é importância que você dá a algo ou alguém em uma escala de zero ao infinito. Ex.: Nossos pais nos deram a vida. Portanto, isso é um critério positivo, então o valor dessas pessoas é alto para nós.

Dependendo do critério que é usado, a resposta pode ser diferente. Ex.: Pedro rouba o dinheiro de João por meio de ameaças. Portanto para João o roubo é um critério negativo, então o valor da pessoa Pedro é baixo para João.

Isso também acontece quando você quer colocar valor a um produto ou serviço.

Ex.1: Bitcoin é um sistema descentralizado e independente de governos e bancos, ainda por cima, não cobra taxas para ser usado. Portanto, isso é um critério positivo, então o valor dessa criptomoeda é alto para mim.

Ex. 2: Moeda Fiduciária estatal é controlada por um sistema burocrático e contribui para o lobby do sistema financeiro feito pelo banco central. Portanto, isso é um critério negativo, então o valor dessa moeda é baixo para mim.

Valores altos e baixos são determinados por critérios, que se manifestam por gostos individuais. Existem pessoas que ao contrário do escritor desse texto, preferem usar a moeda estatal (Real) ao invés de Bitcoin por exemplo. E é por isso que o valor depende individualmente de cada pessoa.

Portanto, algo só se torna valoroso se tem serventia, se individualmente tem reputação ou utilidade para um ser humano. Essa é a afirmação que fundamenta a Teoria do Valor Subjetivo, formulada por Carl Menger, fundador da Escola Austríaca de Economia.

Bom mas o que a Teoria do Valor Subjetivo tem a ver com o preço do Bitcoin?

Valor é diferente de preço, já que preço é determinado pelo mercado. Depende assim, do equilíbrio entre a oferta e a demanda do que se valora.

O Bitcoin já mostrou que é valorizado no mercado por diversas pessoas, que colocando seus critérios individuais em ação, singularmente compram e vendem bitcoins por um determinado preço condizente com o equilíbrio entre a oferta e a demanda. Todos esses valores subjetivos individualmente colocados nessa criptomoeda, são subjetivamente precificados, o que dá corpo e forma a competição do mercado, produzindo assim, a média do preço dessa mercadoria.

A média de preço do Bitcoin está em algo entre R$ 2736,43 e R$ 2739,60.

A demanda pela mercadoria só surge quando existe uma necessidade de se adquirir ela, pela utilidade que ela mostra ter subjetivamente para cada ser humano em questão.

Uma mercadoria não tem valor por ter somente uma única utilidade, até porque o ser humano pode criar diversas utilidades marginais comparadas a principal utilidade dada a essa mercadoria.

Dinheiro feito de papel, pode ser utilizado como papel-higiênico por exemplo. Acredite se quiser: é quase isso que acontece na Venezuela nesse momento, devido a destruição da economia pela expansão de oferta monetária do bolívar, com aval do banco central.

Este é o montante de cédulas, necessárias, para se comprar 1kg de queijo na Venezuela.

E é nesse cenário que tem gente que está começando a largar a moeda fiduciária, logo depois que soube da existência da tecnologia disruptiva por de trás do Bitcoin.

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6 Dicas para Proteger seus Bitcoins

Se você possui bitcoin, você já deve ter ouvido alguns relatos de acontecimentos sobre alguém ter “roubado” bitcoin da Wallet ou até mesmo terem feito transações sem nem mesmo você permitido.

Isso se deu devido ao fato desses usuários não seguir algumas dicas simples de segurança em armazenar seus bitcoin, o que vou mostrar aqui você pode replicar para qualquer tipo criptomoeda , mas lembre-se, tem que ser feito com o máximo de cautela quaisquer descuido você poderá ficar sem acesso aos seus bitcoin.

Segurança nunca é demais, desde que seja aplicada de forma correta.

Gerenciamento de sua chave privada

Essas daqui é uma daquelas dicas que ao conhecer o Bitcoin, você já é orientado sobre ter a custódia de suas chaves privadas, mas o problema não é ter posse dessas chaves e sim saber onde guardá-la e principalmente a importação para aplicações web como apps em smartphone.

Recomendação: Sempre mantenha sua chave privada guardada em locais seguros e principalmente mantenha ela totalmente criptografada.

Mantenha seus dispositivos atualizados

Regra básica, se você o Bitcoin core em seu computador ou usa algum app no seu smartphone, mantenha todas as aplicações atualizadas, pois as chances de algum mal intencionado aproveita alguma falha de segurança de algum software mínimas.

Recomendação: Se você alguma carteira online, mantenha principalmente seus navegadores atualizados e constantemente verifique a existência de possíveis extensões, outra opção é você utilizar ambientes seguros como é o caso de Sanbox, ferramenta disponibilizada por boa parte dos antivírus, através desta aplicação é praticamente impossível que algum Keylogger realiza  captura de informações.

Criptografar suas chaves privadas

Todos os software disponíveis para criação de carteira, tem esta possibilidade de proteção da sua carteira, mesmo assim sempre use as opções disponíveis para proteção de sua carteira.

Recomendação: Ao criar esta senha para proteger suas chaves privadas, nunca use senhas de outros serviços, como redes sociais ou serviços de e-mail. A dica é gerar uma senha contendo, número, letras maiúsculas e minúsculas e caracteres especiais, alguns apps ainda tem a possibilidade de você adicionar um PIN e uma sequência de 12 palavras chaves para aumentar ainda a proteção.

Autenticação em dois passos

Como o nome já sugere, mesmo que alguém descubra sua senha, sempre será solicitado uma outra senha, que são geradas de formas aleatórias, por apps como o Google Authenticator e Authi que deve está devidamente associados a sua conta.

Sempre que usar alguma carteira online, procure de imediato como ativar esta função e quais são os procedimentos de desativação caso você perca seu smartphone.

OPS! Cuidado!  Este procedimento é inútil se o servidor é ou serviço for hackeado.
Talvez você já tenha chegado a esta conclusão, espero que sim: ” Nunca guarde as suas economias (grandes quantidades) em um serviço on-line.”

Backup, “quem tem um, tem nenhum”

Se é você que faz a custódia de suas próprias chaves privadas, eu espero que sim, sempre realize backup, que nada mais é cópias de seguranças. Você pode fazer isso de diversas formas, diretamente o software que gerencia sua carteira e logo em seguida criptografar o arquivo que contém estas chaves.

Recomendação: Você pode usar serviços na nuvem, como Google drive ou até mesmo usar um pendrive exclusivo para esta finalidade, a desvantagem de você usar um pendrive é uma possível danificação ou até mesmo sobrecarga no dispositivo vindo a corromper todos os seus backups. Nunca armazena estas chaves privadas em texto puro, lembre-se sempre de criptografar, e proteger com senhas, até o Winrar ou 7zip faz isso.

Backups é sempre importante, lembre-se é o seu dinheiro que está em jogo. Eu acho que você não quer passar pela situação do  James Howells, que jogou fora um disco rígido (HD) com 7500BTC (que equivale hoje cerca de R$19 milhões) e ainda ele está em turnê pelo  seu país para tentar  localizá-lo .

Paper Wallet em cold storage

Resumindo paper wallet é uma forma de guardar seus bitcoin em formas físicas, a exemplo o papel. Consiste basicamente gerar e imprimir um par de chaves pública/privada, já em cold storage a chave privada é gerada e mantida offline.

Recomendação:

  1. Use sempre um sistema operacional limpo, como uma distribuição Linux a partir de pendrive.
  2. Use uma aplicação que seja possível criptografar a chave privada.
  3. Mantenha o computador desconectado da rede durante o procedimento de gerar as chaves
  4. Caso deseje imprimir, faço o procedimento em uma impressora sem wifi.
  5. Há já ia me esquecendo, você pode seguir todo o passa a passo para criar sua Paper Wallet no nosso artigo Como criar uma paper wallet.
  6. Agora basta seguir todas recomendações acima.

Nossa complicado tudo isso! Calma, se você deseja realmente segurança para seus bitcoin, não custa nada você seguir essas medidas de segurança, e claro reserve um bom tempo, para ter mais informações sobre cada etapa aqui citada, porque medidas excessivas de seguranças mal adotadas podem resultar em problemas maiores inclusive perder acesso a seus bitcoin.

Conclusão

É claro que o nível de tanta paranoia deve sempre proporcional à quantidade de bitcoin que você possui, o seu gerenciamento dependem de cada um. Mas lembre-se que o seu banco Bitcoin é você, você é o responsável da sua segurança e você pode definir seus próprios meios para se proteger.

Bitcoin: Porque você deveria USAR?

Se você chegou até aqui, foi porque ouviu falar de Bitcoin em alguma reportagem, seu amigo falou algo a respeito, mas você sabe realmente porque as pessoas gostam do Bitcoin?

E ai vamos lá? Mais calma, caso ainda você não sabia o que é Bitcoin, aproveitar e ler nosso artigo ai depois só voltar aqui e continuar sua leitura.

Artigo sugerido o que é Bitcoin

Pronto agora que você já tem entendimento sobre o que é Bitcoin, confira  a seguir algumas características que fazem as pessoas e empresas usar bitcoin:

Rápido

Enviar qualquer quantia de bitcoin é uma questão de minutos. Independentemente da quantidade, independentemente do destino, menos de 20 minutos você terá os bitcoins em mãos e poderá gastar como quiser.

Barato

O custo de uma transferência para qualquer lugar do mundo através do seu banco pode custar um monte de dinheiro. Mas ao fazê-lo em bitcoins, o custo é de centavos. impensável.

Global

Você pode enviar bitcoins para qualquer parte do mundo. Bitcoin, como a Internet ou e-mail, não tem limites. Este, com a garantia de respeitar a liberdade de seus membros, faz a primeira do Bitcoin moeda global que realmente funciona.

É seu

Suas bitcoins são apenas seu. O dinheiro pertence a 100% a você, não há como congelar o uso de seus bitcoins, o que pode ser facilmente ser feito em uma conta bancária.

Sugestão: Nunca armazene seus bitcoins 100% em carteiras online, além de você não ter o total controle sobre eles, em caso de invasão no site as chances de você receber seus bitcoin são mínimas.

Descentralizada

De fato essa é uma das maiores características do protocolo Bitcoin, nenhum governo ou banco central pode controlar ou interferir na sua avaliação, criando inflação (dinheiro do nada, como acontece atualmente como o real e dólar) ou na sua criação e distribuição.

Observação: Caso o governo proíba o uso de bitcoin no país, isso dificulta adesão tanto de novos usuários como também a desistência de empresas em aderir à moeda como forma de pagamentos, já que se alguma empresa aceita-se bitcoin contra a vontade do governo estaria cometendo um crime pela legislação específica.

Transparente, público mais seguro

Todas as transações são públicas, uma vez que são visíveis em tempo real sob pseudônimos como direção Bitcoin. Qualquer um pode descobrir o endereço bitcoin geridos com absoluta transparência, mostrando onde cada centavo vai. Imagine que os governos, municípios, ONGs, fundações, associações, empresas, qualquer um pode usar essa funcionalidade em segundos.

Open Source

Bitcoin é um software completamente aberto. Por isso qualquer pessoa pode ver seu código, estudá-lo, examiná-lo ou melhorá-lo sob um ambiente de consenso democrático.

Geração da moeda

Com Bitcoin não é possível gerar milhares de bitcoins de uma noite para o dia, nunca será mais do que 21 milhões, até que todos aparecem, eles só podem ser gerados como uma recompensa para resolver um problema matemático a cada 10 minutos.

Sem barreiras

Com Bitcoin você é seu próprio banco, com ele você não pagar para ter uma conta bancária, não pagar para ter cartões de crédito, na verdade nada disso é necessário. Tendo simplesmente sua uma carteira Bitcoin que  é gratuito, com ela você pode armazenar e enviar bitcoins para qualquer lugar do mundo com o menor custo.

Como funciona uma pirâmide financeira e como evitar o golpe

Um esquema em pirâmide conhecido também como pirâmide financeira, é um modelo comercial previsivelmente não-sustentável que depende basicamente do recrutamento progressivo de outras pessoas para o esquema, a níveis insustentáveis.

Esse tipo de golpe te surgindo com frequência, principalmente utilizando a moeda bitcoin, promessas de investimento baixo, com retorno alto, sem necessidade de vender alguns produtos, todo lucro proveniente da indicação de pessoas para fazer parte do grupo.

Se você já recebeu alguma proposta desse tipo deve desconfiar de que se trata de uma pirâmide financeira. De acordo com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça, ganhos elevados em curto prazo e que dificilmente se veem em investimentos tradicionais, são sinais do crime contra a economia popular e que geram perdas financeiras aos envolvidos.

O termo pirâmide vem da estrutura como a venda é organizada: a pessoa no topo é a primeira a vender o bem ou serviço para outras pessoas, que também têm a obrigação de continuar com as vendas, formando vários níveis, ou cadeias, sempre com um novo “degrau”. Nesses casos, os pagamentos dos investidores vêm das aplicações feitas pelos novos membros. Em algum momento, a cadeia é rompida: os valores recebidos dos novos recrutados não são suficientes para pagar os membros mais antigos e os pagamentos começam a atrasar, até o momento em que param de ocorrer, com prejuízo para os participantes.

Você deve ter deve ter ouvido sobre CLDMINE, Hashocean e outras empresas nesse seguimento, que colocam de frente o Bitcoin como uma moeda “milagrosa” que você terá exorbitantes ganhos.

Essas empresas usam o que chamamos de Cloud Mining (mineração na nuvem), se dizem que tem equipamentos prontos já minerando alguma criptomoeda que na maioria é  Bitcoin, e que em troca o usuário terá que fazer um certo investimento para adquirir “poder para minerar”, humm legal né! NÃO, na verdade essas empresas não mineram nada, o que é repassado é proveniente da entrada de novos usuário, o que está por trás de tudo isso é um ótimo sistema de distribuição de ganhos. Mas há sistemas mais simples, nos quais sequer não usam há mineração, o que eles chamam de “ganhos por doação”, sendo o incentivo à adesão de novas pessoas a principal fonte de renda do participante.

Indícios de pirâmide

Conforme a Senacon, os pontos de destaque das pirâmides são:

Vendas efetuadas de modo desproporcional, a pouca informação sobre a empresa e as chances de ganhos exagerados. Marco Antonio Araujo Junior, advogado e presidente da Comissão de Direito do Consumidor da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de São Paulo, diz:

Ao ouvir uma proposta de investimento muito melhor do que as tradicionais é preciso “ligar” um sinal de alerta.
“A história do dinheiro fácil em curto espaço de tempo não existe, é o ‘negócio da China’ que não é real. Toda vez que aparece uma proposta de enriquecimento muito rápido é preciso desconfiar. Eventualmente, haverá uma ruptura desse processo e o prejuízo vai existir.”
Caso o participante considere que está envolvido em uma fraude com indicativos de pirâmide financeira, Araújo Júnior afirma que deve ser feito um boletim de ocorrência no qual constará o ocorrido e será passível de investigação pela polícia. O próximo passo é procurar a Justiça. “Se o investidor teve algum prejuízo deve procurar um advogado o quanto antes para ver se é possível reverter essa perda”.

como evitar para não cair em um esquema de pirâmide financeira

1- Investigue a empresa: Segundo o advogado, antes de entrar no investimento, é preciso investigar a empresa pelo Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), tanto em órgãos de defesa do consumidor, como o Procon, quanto nos sites de reclamações de consumidores – por exemplo, o Reclame Aqui (www.reclameaqui.com.br). Também é possível verificar informações na Junta Comercial do Estado ou na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

2- Desconfie de promessas de retornos elevados com baixo risco: “Rentabilidade e risco costumam andar de mãos dadas. Se é bom demais para ser verdade, provavelmente não o é. (…) Decida com calma. Desconfie de oportunidades apresentadas como imperdíveis que exigem, por qualquer motivo, uma decisão imediata. O objetivo pode ser o de evitar que você reflita um pouco mais e desista”, diz documento da CVM.

3- Tenha certeza de que entendeu os riscos e as características do investimento: Conforme a CVM, o investidor não deve ter receio de fazer perguntas já que os golpistas costumam omitir informações sobre as propostas de investimento. “Se você não consegue explicar a alguém pelo menos as principais características do investimento escolhido, é porque não o entendeu completamente. Com formação continuada, você em breve poderá ter mais elementos para decidir adequadamente”, afirma a CVM.

4- Guarde toda a documentação e acompanhe as operações: O advogado sugere que todo investidor guarde o material de divulgação da proposta, bem como os contratos assinados, que poderão ser utilizados como meio de prova posteriormente na Justiça ou nos órgãos de defesa do consumidor.

Muitos que usam este tipo de esquema principalmente no mundo das criptomoedas, sempre vão te dizer que o “projeto/esquema” está pagando, essa é outra forma de chamar atenção dos desavisados, além disso eles utilizam até de propagandas patrocinadas em redes sociais para passar uma impressão maior, então fica de olho.

E você já caiu em algum esquema de pirâmide ou algo do gênero? Faça sua parte sempre que ver algo desse tipo denuncie e avise o máximo que puder, pra que novas pessoas não caiam nesse golpe.

Como criar Paper Wallet para Bitcoin e Altcoin

O que é uma Paper Wallet?

É um documento que contém cópias das chaves públicas e privadas que compõem a sua carteira. Muitas vezes, ele vai ter os códigos QR, de modo que você pode rapidamente digitalizá-los e adicionar as chaves em uma carteira de software para fazer uma transação.

O benefício de uma Paper Wallet é que as chaves não são armazenadas digitalmente em qualquer lugar, e não estão, portanto, sujeitas a ataques cibernéticos ou falhas de hardware.

A desvantagem de uma Paper Wallet é que papel e a tinta podem degradar, e papel é relativamente frágil – e definitivamente vale a pena manter bem longe do fogo e da água, por razões óbvias.

Além disso, se você perder uma Paper Wallet, você nunca será capaz de acessar os bitcoins enviados para seu endereço.

Como criar uma Paper Wallet para Bitcoin

Uma das opções mais populares para manter seus bitcoins seguros é algo chamado de Paper Wallet (carteira de papel). Aqui vamos explicar como transformar todas aquelas moedas digitais em uma nota física usando apenas uma impressora.

Saiba que neste guia falaremos sobre bitcoin. No entanto, os conceitos básicos se aplicam a qualquer outra criptomoeda, como por exemplo: Litecoin.

O que é uma Wallet (carteira) e por que eu preciso de uma?

Uma carteira bitcoin consiste em duas “chaves”. Você provavelmente já deve está familiarizado com a chave pública, que é o endereço de sua carteira e é a forma como as outras pessoas enviam bitcoins para você.

A outra parte da sua carteira bitcoin é a chave privada. É isso que lhe permite enviar bitcoins para outras pessoas.

A combinação da chave pública do destinatário e sua chave privada é o que faz uma transação em criptomoeda possível.

É importante compreender que, se alguém obtém a chave privada de sua carteira, podem retirar os seus fundos – e é por isso que é absolutamente essencial que ninguém a descubra.

Então, se você mantém suas moedas em uma carteira virtual qualquer, ou em um software carteira em seu computador (HD), você está vulnerável a ataques de hackers ou malwares que podem registrar o que você digita.

Além disso, um computador roubado ou uma falha do disco rígido também pode fazê-lo dar adeus para o seu tesouro digital.

Usada com cuidado, uma Paper Wallet pode protegê-lo contra essas possibilidades.

Criando uma Paper Wallet

Aqui estão 10 passos necessários para criar uma Paper Wallet:

  1. Para gerar um novo endereço bitcoin, abra o BitAddress.org no seu navegador (ou LiteAddress.org para litecoin).
  2. O BitAddress (mas não LiteAddress) vai pedir para você criar alguma aleatoriedade, digitando aleatoriamente caracteres no formulário ou movendo o cursor ao redor.
  3. Você verá chaves públicas e privadas e seus respectivos códigos QR. Não verifique-os.
  4. Clique na guia ‘paper wallet’.
  5. Selecione o número de endereços a gerar.
  6. Se você não deseja manter a arte, clique no botão ‘Hide art’.
  7. Clique no botão “Gerar” para criar novas carteiras.
  8. Uma vez que as carteiras são geradas, clique no botão “Imprimir” para fazer uma cópia.
  9. Seu navegador irá pedir para selecionar a impressora que deseja usar. No caso do Google Chrome, você também pode salvar a página como um arquivo PDF.
  10. Anote os endereços públicos, ou escaneie o código QR do endereço público no seu aplicativo bitcoin (ou litecoin) e comece a depositar fundos.

Para os usuários do site da Blockchain.info, há também uma opção de Paper Wallet – Clique na opção “Import/Export”, e procure o link ‘Paper Wallet’ no menu do lado esquerdo .

Uma opção muito mais sofisticada para a sua Paper Wallet pode ser encontrada em Bitcoin Paper Wallet.

Este site oferece um design à prova de violações de uma Paper Wallet. Também é possível solicitar etiquetas holográficas para provar que a carteira não foi adulterada. Ele também fornece um CD de instalação do Ubuntu com o software de Paper Wallet pré-instalado.

Preocupações com a segurança

As implicações e riscos ao armazenar grandes quantidades de dinheiro, podem fazer você querer tomar precauções sérias de como proceder para criar a sua Paper Wallet e depois guardá-las.

  1. Não deixe ninguém ver você criar a sua carteira.
  2. Ambos, BitAddress e LiteAddress, dão suporte a chaves privadas através do algoritmo BIP38 . Isto fornece autenticação de dois fatores para a sua Paper Wallet; ou seja: algo que você tem (Paper Wallet), e algo que você sabe (a senha). Além disso, observe que você terá que usar o mesmo site no futuro para descriptografar a chave privada.
  3. Para afastar o risco de qualquer tipo de spyware monitorando sua atividade, você deve usar um sistema operacional limpo. Uma boa maneira de conseguir isso seria a criação de uma unidade flash USB ou DVD com uma distribuição Linux “LiveCD “, como o Ubuntu.
  4. Além disso, uma vez que uma Paper Wallet, foi criada através de um site, é possível ao código do Website funcionar offline. Portanto, ao criar as chaves públicas e privadas, deixe o seu computador offline antes de gerar as chaves.
  5. Por questões de segurança, imprima a sua Paper Wallet a partir de uma impressora que não esteja conectada a uma rede.

Exportação de chaves privadas de carteiras altcoin (criptomoedas alternativas)

Se você quiser criar uma Paper Wallet para uma moeda menos utilizada que não possui um site gerador de endereço, ainda há uma maneira de conseguir isso.

O que cada Altcoin possui é uma variação da aplicação de carteira Bitcoin – Qt.

  • Vá para a aba ‘Recive’, onde os seus endereços de carteira são listados.
  • Clique com o botão direito do mouse sobre o endereço que você deseja salvar, em seguida, copie o endereço para o clipboard.
  • Clique no menu “Help” e selecione “Debug” .
  • Na aba “Console”, digite “dumpprivkey” e cole o endereço carteira.
  • O console irá exibir a chave privada da carteira.

Então você agora tem as chaves públicas e privadas da carteira. Você pode imprimi-las como estão, ou você pode optar por gerar códigos QR para imprimir.

No entanto, os detalhes da carteira continuarão a existir no seu computador. A única maneira de removê-los é para abrir o seu gerenciador de arquivos no ‘C: \ Users \ [ Username] \ AppData \ Roaming \ [ Wallet App Name] \’ pasta e apagar o arquivo ‘wallet.dat’.

NOTA: isto irá remover todos os endereços mantidos na carteira de software, e você deve se certificar de que não existem fundos restantes nos outros endereços que serão excluídos.

Agora você é proprietário de uma Paper Wallet não hackeável para suas moedas digitais.

Qualquer dúvida deixe um comentário abaixo.

Estratégia para Trading

Se você quiser negociar em qualquer mercado de investimento, você terá que aprender algumas estratégias fundamentais. Cada uma delas irá permitir uma negociação de forma diferente na tentativa de ganhar mais. Mas essas estratégias são um pouco diferentes, e você vai usar um método ou outro, por isso, é necessário fazer uma escolha de estratégias antes de começar a negociação.

Existem três métodos principais:

  1. Scalping;
  2. Day Trading;
  3. Swing Trading;

Se você preferir um tipo de negociação mais agressiva, você poderá utilizar o “Scalping”. Você poderá gastar um monte de transações em um tempo mais curto, levando apenas alguns segundos. Isso exige que você esteja muito presente e atento ao que está acontecendo. E então você vai aproveitar ao máximo as transações de alavancagem. Este é um método mais arriscado, porque a alavancagem pode jogar tanto para cima – positiva (ganho) como para baixo – negativa (perda). Uma das estratégias do Scalping, é não hesitar em cortar a posição que você escolheu, caso você ver que o mercado não está indo na mesma direção que você optou.

É importante não deixar que o mercado vá em direção oposta da sua posição, pois é raro que o mercado retorne em sua direção rapidamente, e com a alta alavancagem você poderá perder muito dinheiro. Este método é útil com gráficos entre 1 e 5 minutos.

O “Day Trading” é um pouco parecido com o “Scalping”, porque as posições são numerosas. Então quando você jogar em pequenas flutuações, isso vai promover a alavancagem de ganhos. Os gráficos utilizados são principalmente gráficos entre 5 e 30 minutos, e a grande diferença do scalping é que todas as suas posições devem ser fechadas durante o dia. Portanto, no final do dia, você saberá qual foi o seu ganho, e assim você não correrá o risco de perder durante a noite, quando você não estiver presente para acompanhar o trading. Ainda não é um método muito simples para efeitos de alavancagem. Mas é importante, pois às vezes diminui as perdas, e supera os benefícios. O mercado alvo para esta técnica é um mercado de moeda com alta volatilidade.

E finalmente o “Swing Trading” que é o método mais utilizado por traders amadores. É também chamado de método das tendências. É um método muito mais fácil de entender, porque você pode tomar uma posição no início de uma tendência (de alta ou de baixa) e mantê-la até que a tendência comece a mudar. Você poderá então jogar na alavancagem menor. Mas em caso do mercado avançar mais rápido do que o esperado, você poderá perder o seu trade.

Entenda os termos mais usados no mundo Bitcoin

Cada vez mais o Bitcoin se torna pauta de conversas e negócios entre pessoas de todo o mundo, mas existem alguns termos que são utilizados neste universo que ainda são desconhecidos para muita gente. Preparamos uma lista com os termos mais usados no mundo dos bitcoins para que você fique craque no Bitcoinês. Acompanhe.

Address (endereço)

Um address bitcoin é usado para receber dinheiro em uma transação na rede Bitcoin. Ele é composto por uma cadeia de números e letras, que também pode ser representada em um QR Code.
Isoladamente, o endereço bitcoin, é utilizado apenas para receber, portanto você pode passá-lo para qualquer pessoa sem risco que ela tenha acesso aos seus fundos. Assim como você informa sua agência e conta bancárias para receber um pagamento.
Uma carteira de bitcoin moderna normalmente armazena vários endereços bitcoin juntamente com suas chaves privadas. Normalmente os endereços bitcoin começam com o número 1 ou 3, como este: 1NxaBCFQwejSZbQfWcYNwgqML5wWoE3rK4

Bit

Bit é uma unidade para designar uma sub-unidade do bitcoin. Assim, cada bitcoin é composto por 1 milhão de bits. Esta unidade é mais comum em compras de produtos ou serviços.

Bloco

Um bloco bitcoin é onde ficam registradas as transações bitcoin. Quando alguém cria uma transação bitcoin, ela é propagada por toda a rede bitcoin rapidamente e fica à espera de ser incluída em um bloco por um minerador, junto com as demais transações pendentes.
Quando a inclusão em um bloco acontece, a transação passa a ser considerada “confirmada”.

Blockchain

O blockchain – também conhecido como “distributed ledger” (livro contábil distribuído) – é um registro público de transações Bitcoin.
O registro é feito em ordem cronológica, sendo compartilhado entre todos os usuários Bitcoin. Ele contem o registro de todas as transações que já ocorreram na história do Bitcoin, desde a primeira delas em 03 de janeiro de 2009.
Ele é usado para garantir um registro permanente e imutável de transações, impedir transações fraudulentas e evitar o problema de double spend.
Com emprego de propriedades criptográficas, cada bloco bitcoin faz referência ao bloco anterior de maneira que qualquer adulteração mínima em um bloco anterior invalida não somente aquele bloco, mas todos os blocos subsequentes.
É essa propriedade que dá o caráter imutável ao blockchain. Quanto mais antigo um bloco, mais segurança se tem de que ele não pode ser modificado.

BTC

É a unidade que designa o Bitcoin em transações financeiras, assim como USD designa o dólar e BRL designa o real.

Confirmação

Quando uma transação é incluída em um bloco, diz-se que ela tem uma confirmação. Quando um bloco é gerado após a transação, diz-se que a ela tem duas confirmações, e assim por diante. Quanto mais confirmações, mais custoso e improvável se torna reverter aquela transação.
É consenso que uma transação pode ser tida como irreversível após seis confirmações.

Private Key (chave privada)

É um número secreto que permite que os bitcoins sejam gastos. Fica armazenado em sua carteira e a partir da chave privada deriva-se o endereço bitcoin.
Se você perder sua chave privada, os bitcoins transferidos ao endereço correspondente serão perdidos para sempre. Por isso é imprescindível – e todos os aplicativos de carteiras insistem nisso – que você realize um backup da chave privada, ou do mnemônico da semente usada para criar novas chaves privadas.
Curiosidade: o número de chaves privadas possíveis é tão gigantesco, que para comparar, a quantidade deles é próxima da quantidade de átomos existentes em todo o universo visível.

Backup Mnemônico

Quando você cria uma nova carteira bitcoin, ela tipicamente te pedirá para realizar um backup, e te informará um “código mnemônico” para você escrever em um papel.
As carteiras modernas geram um novo endereço pra cada transação, mas na verdade elas estão gerando uma nova chave privada e, a partir dessa chave, deriva o endereço bitcoin. A criação dessas chaves é feita a partir de uma “semente” e, a partir de uma mesma semente, têm-se a garantia que sempre será produzida a mesma sequência de números.
Dessa forma, se você perder seu celular, por exemplo, a partir do mnemônico você restaura a semente em um novo celular e a carteira consegue recriar exatamente as mesmas chaves privadas geradas (e respectivos endereços) que haviam sido geradas no celular antigo, restaurando pleno acesso aos bitcoins que haviam lá.
Portanto muito cuidado ao guardar seu mnemônico. Quem tiver acesso a ele conseguirá gastar todos os seus bitcoins. No Bitcoin, você é o seu banco.

Wallet (Carteira)

Uma carteira Bitcoin é como se fosse a sua carteira, só que no ambiente digital. Ela contém as chaves privadas que permitem a você gastar seus bitcoins. Cada carteira mostra o total de bitcoins que ela possui e permite você realize transações diretamente, assim como uma carteira real.
Caso queira enviar dinheiro a partir de um endereço, você precisa ter uma chave privada correspondente àquele endereço.
Para aumentar a sua privacidade, as carteiras modernas de bitcoin geram uma nova chave e o endereço correspondente a cada transação. Mas não se preocupe, todos os endereços anteriores continuam ativos caso alguém mande dinheiro pra eles.
Existem diversos tipos e formatos de carteira. O tipo mais popular são as carteiras mobile, que são aplicativos para smartphone.

Cryptography (Criptografia)

Criptografia é o estudo de princípios e técnicas para codificar uma informação de tal forma que apenas o destinatário seja capaz de compreendê-la. A criptografia é utilizada por bancos e empresas de eCommerce para oferecer segurança nas transações realizadas online.
Na rede Bitcoin a criptografia existe para tornar impossível que uma pessoa gaste os fundos da carteira de outra pessoa. Também é possível encriptar a carteira Bitcoin para que ela só seja acessada com uma senha.

Signature (Assinatura)

Uma assinatura criptografada é um mecanismo matemático que permite que você prove ser dono de um bitcoin.
Quando seu software Bitcoin assina uma transação com a sua chave privada toda a rede entende que a assinatura bate com a quantidade de bitcoins sendo gastos, mas não há como alguém descobrir qual a sua chave privada e se apropriar dos bitcoins que você possui.

Mining (mineração)

A mineração bitcoin é o ato de gerar novos bitcoins ao solucionar problemas criptografados pelo método de tentativa e erro (força bruta) utilizando computadores.
É um processo competitivo, que funciona como uma corrida para quem encontra mais rápido a uma solução para o problema. O Bitcoin autorregula sua dificuldade de mineração para que a cada 10 minutos – aproximadamente – seja produzido um novo bloco com a recompensa para quem o minerou.

Hash

É um processo matemático que mapeia dados de comprimento variável para dados de comprimento fixo. No bitcoin, a utilidade central é mapear o conteúdo de um bloco de transações em um número de 160 bits, o qual chamamos hash do bloco.
Uma propriedade importante de um hash é que a mesma entrada (exemplo: bloco bitcoin) sempre irá produzir a mesma saída (hash), a um baixo custo computacional, porém o inverso não é verdade. Ou seja, partir de um hash e tentar encontrar um bloco que seja a entrada correspondente é difícil, pois requer um processo de tentativa e erro (força bruta).

Difficulty (Dificuldade)

A dificuldade da rede bitcoin é uma medida que representa o quão difícil é encontrar um novo bloco em comparação com o quão fácil este processo poderia ser.
Ela é recalculada a cada 2016 blocos, representando em média o quão difícil seria encontrar os últimos 2016 blocos em duas semanas caso todos da rede estivessem minerando no mesmo nível de dificuldade. Em média, o valor representa um bloco a cada 10 minutos de mineração.

Hash Rate

É o número de hashes que pode ser trabalhado pelo minerador bitcoin em um período limitado de tempo – normalmente um segundo.

Double Spend (gasto duplo)

É um tipo de transação fraudulenta onde uma pessoa gasta o mesmo montante de bitcoins duas vezes em transações diferentes.
Para convencer a rede de que houve somente um gasto, esta pessoa insere uma hash da transação em um bloco da blockchain.
É muito difícil realizar um gasto duplo, porém há o risco assumido por pessoas que fazem transações sem confirmação.
Aprender o “Bitcoinês” é um grande passo rumo a uma boa experiência lidando com bitcoins. Fique atento ao Blog Biscoint para aprender ainda mais sobre o fenômeno Bitcoin.
Tem alguma dúvida sobre os termos listados e quer saber mais? Acha interessante adicionar outros termos Bitcoin? Queremos saber sua opinião, participe comentando!
Fonte: Biscoint

Empresa do Grupo Amazon Twitch adicionou pagamentos em Bitcoin

Twitch – empresa de streaming de vídeo comprada pelo Amazon – voltou a oferecer opção de pagamento usando Bitcoin, através da CoinBase.


Há dois anos o Twitch tinha uma parceria com uma empresa de pagamentos – focada em jogos – chamada Xsolla para suportar pagamentos em distintas formas, o que incluía o Bitcoin.
Mas o time de desenvolvimento da Xsolla eliminou o Bitcoin como meio de pagamento, fazendo com que pessoas que não tem acesso à cartões de débito e de crédito não pudessem mais usar a plataforma do Twitch.

Desde então, tanto a comunidade gamer quanto a comunidade Bitcoin pressionava a Twitch para que voltassem a aceitar pagamentos em Bitcoin, pois facilita a modelização de conteúdos digitais.

Desta forma, no último dia 21 de agosto, a Twitch passou a aceitar pagamento via CoinBase, agradando as duas comunidades que estavam insatisfeitas.

Mais interessante do que o fato do Twitch ter passado a aceitar Bitcoin é o fato de uma empresa do grupo Amazon ter passado a vender em Bitcoin. Isso pode representar um importante passo para a adoção do Bitcoin como uma moeda universal.