sábado , 25 fevereiro 2017

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Preço do Bitcoin se Aproxima de Nova Alta Histórica em Nova Era de Estabilidade

O preço do Bitcoin teve uma alta de 60 dólares em um novo recorde nessa terça-feira, tendo ultrapassado os U$ 1100, para competir com o recorde de 2013 de US $ 1155.

Confira tabém: Preço do Bitcoin Aumenta com Acordo do SEC e ETF.

No momento desta postagem, o preço estava flutuando em torno de U$ 1110, tendo conseguido ficar acima da barreira dos U$ 1100 sem qualquer dump significativo.

Meros 60 dólares separam os níveis atuais de alcançar um novo ponto de referência para a economia Bitcoin. Gráficos de Coinmarketcap e CoinDance ilustram o momento:

O apoio contínuo dos traders, uma perspectiva forte e regulamentações mais favoráveis ajudaram a criar um ambiente mais estável para a criptomoeda nos últimos meses.

Confira também: Bitcoin está se Tornando uma Opção de Investimento a Longo Prazo.

A confiança dos investidores também aumentou, já que o Bitcoin tem demonstrado sua resistência a fatores geopolíticos, especialmente os da China.

No entanto, o sentimento positivo está aumentando sobre a aprovação do primeiro ETF Bitcoin nos EUA (Exchange-Traded Fund – “bolsa de câmbio de fundos comerciais”) em março. Se for adiante, os especialistas dizem que o preço do Bitcoin poderia logo encontrar-se bem ao norte dos 1.155 dólares.
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Comparativo de Taxas entre Exchanges Brasileiras

Negocia Bitcoins no Brasil? Compare as taxas das exchanges brasileiras, aqui mesmo:

Todo bom trader, seja de Forex ou de Criptomoedas, sabe que no Brasil, o Bitcoin já virou uma tendência. Nos primeiros seis meses de 2016, o volume de bitcoins sendo negociados nas bolsas brasileiras, excedeu o volume de ouro na Bolsa de Valores de São Paulo.

Confira também: Bitcoin Poderia Afetar a Política Monetária dos Mercados Emergentes?

Enquanto R$ 164 milhões foram transacionados nas bolsas da moeda digital, os lotes gramas de ouro registraram cerca de R$ 153 milhões. Nenhuma das estatísticas, contudo, considera a compra e venda no mercado informal (P2P) ou de balcão (OTC, over-the-counter).

E é justamente por causa desse volume expressivo do ano de 2016, que o nosso portal vem com um dos artigos mais pedidos pelo pessoal que negocia seus bitcoins aqui, em terras tupiniquins. Fizemos um comparativo entre as taxas de depósito, negociação e retirada de todas as exchanges, e colocamos em uma tabela para você.

Aqui estão todas as taxas das exchanges do Brasil*:

Exchanges/Taxas Depósito em Real Depósito em Real para bancos não conveniados Depósito em Bitcoin Saque para bancos conveniados Saque para demais bancos Saque em Bitcoin Execução de Ordem Passiva Execução de Ordem Ativa
FoxBit

 

0% 0%

 

0% 1,39% 1,39% + R$ 8,95 0,0005 BTC 0,25% 0,50%
Negocie Coins

 

0% 0%

 

0% 0,50% 0,50% +R$ 8,90 0,0004 BTC 0,30% a 0,05 % 0,40% a 0,10 %
Mercado Bitcoin

 

R$ 2,90 + 1,99% R$ 2,90 + 1,99% 0% R$ 2,90 + 1,99% R$ 2,90 + 1,99% 0% 0,30% 0,70%
BitcoinToYou

 

1,89% 1,89% 0% 1,89% 1,89% + R$ 8,00 0.0005 BTC 0,25% 0,60%
Arena Bitcoin

 

0% 0%

 

0% 0,10% 0,10% + R$ 9,00 até 0,0015 BTC por KB (msg) 0,15% 0,15%
flowBTC

 

0,5% 0,5%

 

0% 0,5% 0,5% 0% 0,35% 0,35%
Walltime ** 0% 0%

 

0% 1,23% 1,23% + R$ 9,00 0% 0,2% 0,4%

*Valores aplicados no momento desta publicação.
** [Walltime] Promoção limitada até 1 de março de 2017; exceto taxa de mineração de Bitcoin e DOC/TED pra bancos não conveniados. Bancos conveniados: Bradesco, Santander, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil.

Confira também: Comparação de Transações entre Criptomoedas e Cartão de Crédito.

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Trading e Mineração de Bitcoin é Reconhecido Como Atividade Econômica Oficial

Orgão polonês reconheceu a mineração e o comércio de moedas virtuais como uma atividade econômica oficial, de acordo com publicação do Gabinete Central de Estatística da Polônia.

Confira também: Bitcoin Cede 2% após Reuniões dos Reguladores da China com as Exchanges.

“Como é impossível brecar as criptomoedas, vamos tentar taxar regulamentar”

Assim como nos outros países, até agora na Polônia não havia regras especiais que regulamentavam o Bitcoin ou outras moedas digitais. De acordo com a decisão do regulador polonês, as empresas que lidam com criptomoedas devem ser registadas junto a autoridade competente.

Anteriormente uma decisão semelhante foi tomada pelo Ministério espanhol de Finanças. De acordo com ele, mineradores de Bitcoin devem ser registrados e devem pagar impostos.

Em abril de 2016, o Ministério dos Negócios Digitais da Polônia disse que considera o Bitcoin e a tecnologia Blockchain no contexto de uma digitalização mais ativa dos serviços governamentais. Sabe-se que o governo e empresários já começaram a trabalhar no projeto “Blockchain and Cryptocurrencies Stream“, onde serão criadas soluções para a administração eletrônica e controle do desenvolvimento do mercado de moedas digitais. O grupo de trabalho irá promover as criptomoedas mostrando suas características e benefícios.

Em outubro do mesmo ano, Sylvester Suzhek, CEO da BitBay, disse que as empresas locais de Bitcoin estavam lutando ativamente contra a lavagem de dinheiro, e que a interação com as autoridades poderia auxiliar.

Qual sua opinião sobre esse interesse do governo nessa tecnologia? Deixe seu comentário abaixo.

Confira também: Havaí Recomenda Regulamentar Tecnologia Blockchain para Consolidar Economia Local.

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TREZOR Wallet com Suporte Multi-Moedas: Bitcoin, DASH e Zcash

Trezor Wallet introduz o suporte para DASH e Zcash, além do Bitcoin

O hardware TREZOR Bitcoin wallet introduziu apoio multi-moeda para Dash e Zcash em resposta as demandas dos clientes “uma voz crescente da comunidade pediu a integração de diferentes moedas na TREZOR Wallet também”. A primeira carteira TREZOR foi criada pela empresa SatoshiLabs, conhecida pela sua pool de mineração Slush.

Confira também: Tutorial: Como Criar Uma Paper Wallet Dash.

Resultado de imagem para trezor dash

Ambos Dash e Zcash são centrados na privacidade, portanto, é possível que futuras adições também serão de criptomoedas semelhantes (como Monero, por exemplo) se isso é o que a comunidade de usuários exige. No entanto, devido à natureza rígida do hardware em comparação com carteiras de software, isso levará tempo e nem todos os protocolos irão caber a configuração necessária. Dash e Zcash ambos têm configurações que foram facilmente integrados na carteira TREZOR.

Dash tem experimentado um forte crescimento recentemente e a taxa de câmbio DASH / USD agora está em torno de U$ 16,3 – o valor de mercado global é de U$ 115 milhões.

Confira também: Veja 4 Maneiras de Manter Seguro Seus Bitcoins.

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Dizer que o Bitcoin Não é Dinheiro, é Como Dizer que o E-mail Não é Carta

Bitcoin é dinheiro?

“O e-mail não é carta, não é físico, portanto não vale nada!”

Você já ouviu alguém dizer algo tão estúpido assim? Eu não. Mas quando eu converso com amigos sobre Bitcoin ou outras criptomoedas como Dash, alguns dizem que isso não pode ser dinheiro real. Também muitos dos chamados gold-bugs argumentam que o Bitcoin não tem valor intrínseco porque não é físico. Como algo que só é digital pode ser dinheiro real?

Confira também: Preso Homem que Extorquia Bitcoin na Nova Zelândia.

Cada vez que alguém me diz Bitcoin não é dinheiro real eu finjo concordar com eles, e digo ironicamente que também não acredito que o correio eletrônico não é um correio real. O e-mail é apenas digital, não é físico, por isso não pode ter qualquer validade! Então eles olham para mim com um rosto questionável sabendo que eu fui sarcático.

Todos nós entendemos por que o e-mail tem valor. O correio “das antigas” é lento e caro. E talvez ainda mais importante, precisamos confiar em outras pessoas para entregar nossa mensagem corretamente. O mesmo é válido com criptomoedas como Bitcoin e Dash. Nunca foi possível enviar dinheiro pela internet sem um intermediário até 2009, quando a tecnologia blockchain foi inventada. Poderíamos enviar dinheiro pela internet antes com serviços bancários on-line ou serviços como Paypal, mas dependíamos da confiança nos bancos para fazer a transação. Quando a crise de 2008 bateu, as pessoas começaram a perceber que não podemos sempre confiar cegamente nos bancos. Precisamos de um sistema de pagamento alternativo. Precisamos cortar o intermediário. É por isso que o Bitcoin é uma bênção! Você não precisa mais confiar seu dinheiro em um banco, mas pode ser seu próprio banco. Usando Bitcoin você pode enviar e receber dinheiro de pessoa para pessoa (P2P). Nenhum intermediário, e sem bancos!

Então, cada vez que alguém dizer que o Bitcoin não é dinheiro real, responda que o e-mail também não é carta. Espero que eles entendam.

Confira também: Como se Determina o Valor do Bitcoin?

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4 Maneiras de Manter Seguro Seus Bitcoins

Ao longo dos últimos anos, a quantidade de entusiastas por criptomoedas vem aumentando, e muitos  têm procurado maneiras de manter seus fundos seguros e protegidos de diversas formas. Soluções de armazenamento frio (Cold Storage), estão se tornando cada vez mais populares, e há  poucas opções diferentes para escolher. Quando se trata de armazenar bitcoins com segurança, nenhuma opção online é tão segura para mantê-los seguros. A melhor opção é manter a maioria da suas moedas offline.

#4 Coinbase Vault

Confiar em prestadores de serviços terceirizados para manter os fundos seguros é uma decisão um pouco complicada. Armazenando bitcoin na carteira da exchange Coinbase  não é uma boa ideia, mas o seu serviço Vault (cofre) oferece algumas vantagens. Coinbase Vault permite que os usuários armazenem fundos em um armazenamento frio. Os usuários também podem configurar uma conta conjunta, que exige mais de uma pessoa para assinar em cada transação. Além disso, 98% de todos os fundos são armazenados off-line, garantindo que ninguém pode hacker a carteira.

Confira também: Como guardar seus bitcoins com segurança.

Sem taxas e maior segurança

Uma vez que este serviço não possui taxas, é mais do que uma solução viável. Os usuários tem a liberdade absoluta quanto à forma segura que eles querem fazer com Coinbase Vault. Configuração 2FA é uma opção boa e vale a pena explorar. Além disso, leva 48 horas antes do processamento das retiradas, o que permite aos usuários cancelar transações não autorizadas, se necessário.

Saiba mais informações do Cofre Coinbase: www.coinbase.com

#3 Cryptosteel

O projeto Cryptosteel  começou como uma campanha Indiegogo em junho de 2015, onde levantou um total de U$ 36.610. Cryptosteel é um artefato de aço inoxidável indestrutível que é projetado para armazenar informações confidenciais. Os usuários podem montar chaves privadas a partir do bloco de letras fornecido e anexar esses dados na solução de carteira de armazenamento a frio. Pense nisso como um cofre pessoal que se encaixa no seu bolso.

 

O que torna Cryptosteel uma solução tão poderosa é como ele resiste a todos os elementos, incluindo fogo, corrosão e ácido. Terceiros também não poderão acessar a carteira, pois não há placas gravadas contendo QR codes ou algo semelhante. Cryptosteel pode ser usado para diferentes tipos de criptomoedas, incluindo Bitcoin.

Mais informações sobre Criptostell: www.cryptosteel.com

#2 Armory multassinatura e  Cold Storage

Armory fornece aos entusiastas bitcoin de todo o mundo, um armazenamento frio com multi-assinatura, solução para manter os fundos seguros e offline. Uma vez que um usuário instala a carteira Armory em seu dispositivo preferido, eles podem configurá-lo como armazenamento frio. Esta carteira nunca se conectada à internet, mas ainda permite o gasto dos fundos. Além disso, não há necessidade de sincronizar com a Blockchain, sua carteira ficará sempre offline.

Confira também: Bitcoin: Como Proteger a sua Privacidade e Segurança Online

Além disso os usuários podem criar transações não assinadas online, assinar offline e, em seguida, transmiti-lo para a rede bitcoin online.

Mais informações sobre Amory: bitcoinamory.com

#1 Electrum

A carteira Electrum é uma das soluções mais  usadas no mundo quando falamos em criptomoedas. Este software oferece um recurso off-line. Os usuários precisarão de um stick USB para instalar o programa, o que irá atuar como uma unidade de carteira Bitcoin pessoal. Lembre-se de configurar a semente de recuperação da sua carteira, e certifique-se que estão armazenados em local seguro, pois poderá precisa em caso de recuperação.

Confira também: Oque é Seed? Como posso usá-lo para recuperação e segurança da minha Carteira off-line?

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O que achou dessas opções? Já usa alguma? Conte sua experiência

Comparação de Transações entre Criptomoedas e Cartão de Crédito

Comparação de Transações feitas entre Criptomoedas e Cartão de Crédito:

Transacionando com o cartão de crédito

Quando você vai a um mercado, shopping ou até mesmo em um bar, ao final, você tem a opção de pagar a conta no caixa com seu cartão de crédito.

Para você, é uma maneira ótima de pagar a sua conta. É rápido, fácil, seguro, não precisa carregar dinheiro no bolso nem manipular notas ou moedas que já passaram nas mãos de milhares de pessoas desconhecidas.

Os envolvidos

Quando você paga um conta com seu cartão de crédito, há nada menos que 5 partes envolvidas na transação:

  1. O consumidor: que é você, o portador do cartão de crédito.
  2. O estabelecimento comercial: que é o lugar que está aceitando o seu cartão de crédito como forma de pagamento.
  3. O emissor: que é a instituição que emitiu o cartão de crédito, geralmente um banco ou instituição financeira. São os emissores que decidem se você terá ou não um cartão de crédito e se as suas transações serão aprovadas. São eles que definem os limites de crédito, as taxas cobradas, emitem a fatura e cobram os juros em caso de inadimplência.
  4. O credenciador: é a empresa que, como diz o nome, credencia os estabelecimentos que podem utilizar o cartão como meio de pagamento. São os credenciadores que alugam os terminais (máquinas) em que você insere o seu cartão de crédito.
  5. A bandeira: essa é a famosa “marca” do cartão. Tais empresas fazem a ligação entre o emissor do cartão (banco) e o credenciador (máquina). É a bandeira (marca) quem intermedeia a transação entre o emissor e o credenciador. As bandeiras também estabelecem regras e ajudam a desenvolver o sistema.

O que irá ocorrer nessa transação?

Na hora de pagar, você se dirige ao caixa, abre a certeira, insere seu cartão de crédito na máquina, digita a senha e espera a transação ser confirmada…

Ao digitar a senha, a máquina se comunica com o credenciador (Cielo, Rede ou Getnet), que então comunica a transação para a bandeira (Visa, Mastercard, American Express, Diners). A bandeira, por sua vez, direciona o valor para o emissor (o banco que emitiu o seu cartão).

Caso a transação seja aprovada pelo emissor, essa decisão é comunicada de volta à bandeira, que então comunica o credenciador, que então permite que transação seja concluída pela máquina.

Pronto! Você pagou a sua conta com o cartão de crédito.

O problema é que na maioria das vezes, o consumidor não sabe quais são as taxas que serão cobradas nessa transação. Você sabia que quando você quitar a fatura, o dono do estabelecimento não receberá o valor integral?

Se a sua conta ficou em, suponhamos, R$ 100, o estabelecimento receberá aproximadamente R$ 95. Isso significa que ele perde aproximadamente 5% do valor total. Por quê?

Porque todas as partes envolvidas na transação cobram por seus serviços. Vejamos como esses valores são cobrados a seguir.

O primeiro a dar uma mordida é o emissor (banco). Ao repassar os R$ 100 para o credenciador, o emissor cobra algo entre 1,5% e 2%. Essa taxa é chamada de “tarifa de intercâmbio”.

Depois, é a vez de o credenciador dar outra mordida. Por meio da “tarifa de desconto”, que é a cobrança sobre o valor da compra, o credenciador também retem um pouco do dinheiro pelo seu serviço.

Por fim, falta agora a bandeira. A bandeira dará a sua mordida por meio da “tarifa de acesso”, a qual é paga tanto por credenciador como pelo emissor, pelo privilégio de usar a “marca” do cartão.

Portanto, no fim das contas, daqueles R$ 100 que você pagou, aproximadamente R$ 95 vão para o dono do estabelecimento.

Mas, se ao invés de carregar uma carteira com cartões de crédito que cobram taxas de intercâmbio, taxas de juros, taxas de desconto, taxas de anuidade e taxas de acesso, você e o dono do estabelecimento comercial só precisassem usar os próprios celulares para fazer transações virtuais, quase que, isentas de taxas?

 Sim isso é possível e já existe. Se chama criptomoeda.

Leia também: Como ter um Cartão de Débito em Bitcoins?

O básico e o essencial para um novo usuário de criptomoedas.

Como um bom novo usuário, você pode iniciar com a criptomoeda mais popular, o Bitcoin. Não precisa entender de detalhes técnicos, a não ser que você queira.

Depois que instalar uma carteira de Bitcoin em seu celular, ela vai gerar seu primeiro endereço Bitcoin. Você pode criar mais desses endereços sempre que precisar. Assim que você possuir um, pode mostrar seu endereço para as pessoas a fim de receber pagamentos ou vice versa.

Na verdade, é bem parecido com o funcionamento de um e-mail, a única diferença é que os endereços Bitcoin podem ser usados uma vez e simplesmente serem descartados. É claro que se você optar por sempre usar o mesmo endereço, ele irá ser eternamente válido.

Transacionando com Bitcoin

Os envolvidos

Quando você paga um conta com Bitcoin, ao invés de estarem envolvidas 5 partes como no caso do Cartão de Crédito, existem apenas 3 partes envolvidas nessa transação:

  1. O consumidor: que é você, o portador da carteira virtual Bitcoin.
  2. O estabelecimento comercial: que é o lugar que está aceitando Bitcoins como forma de pagamento.
  3. O computador minerador aleatório: que é responsável por validar e processar a transação e coloca-la na rede Blockchain, esta na qual você e o dono do estabelecimento agora fazem parte, opcionalmente de graça.

O que irá ocorrer nessa transação

De forma mais funcional que no caso do Cartão de Crédito, na hora de pagar, você tem a possibilidade de verificar seu saldo Bitcoin com simples cliques no celular. Além do mais, você tem a opção de escolher a porcentagem da taxa que vai pagar para os mineradores validarem sua transação.

Depois de escolhida a taxa, em seguida, você se dirige ao caixa, digita o valor total a ser pago, escaneia o código QR do dono do estabelecimento e clica em “enviar”.

Leia também: Como Funcionam as Taxas do Bitcoin?

Pronto! Você pagou a sua conta apenas usando o seu celular e uma carteira digital!

A taxa de transação típica é de cerca de 0.0001 BTC, mas sim, você tem o poder de anular a taxa. Só não garantimos que com a taxa anulada a sua transação será confirmada. Os usuários que desejam incentivar os mineradores para confirmar suas transações mais rápido, podem anexar taxas maiores, como 0,001 BTC, por exemplo.

Depois disso, sua transação é confirmada e em poucos minutos e posteriormente é validada pela rede Blockchain. A Blockchain nada mais é que um livro digital contábil público e compartilhado no qual todos os usuários da rede Bitcoin confiam.

Todas as transações são confirmadas por computadores aleatórios que fazem parte da rede. Esses computadores são os mineradores. As transações que eles processam são incluídas na Blockchain e são constantemente validadas e verificadas por outros, prevenindo assim, fraudes. Desta forma, as carteiras digitais Bitcoin acessam a Blockchain e podem mostrar seu saldo disponível. A integridade e ordem cronológica da cadeia de blocos é protegida por criptografia.

Só para fazer um comparativo, alguém que transacionava R$ 100 com um cartão de crédito, teria que pagar algo em torno de R$ 5 por taxas, enquanto em uma transação de Bitcoins, o valor similar custaria em torno de R$ 0,30, simplesmente fazendo cartões de crédito serem cerca de 17 vezes mais caros para fazer transações simples como essa!

Não é genial? Pela primeira vez na história não dependemos de instituições centralizadas que cobram taxas abusivas para validar nossas transações feitas de pessoa para pessoa e temos o poder de escolher na palma da mão, o quanto vamos pagar.

E isso definitivamente não tem preço.

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Conheça 5 Cursos de Universidades sobre a Tecnologia Bitcoin

curso bitcoin
Ganhar uma melhor compreensão do Bitcoin e do ecossistema das criptomoedas pode ser uma tarefa assustadora. É natural ficar sobrecarregado com todas as informações, e encontrar o ponto de partida certo para sua busca não é fácil. Felizmente, existem alguns cursos sobre Bitcoin que nós podemos aproveitar. A maioria desses esforços se concentra no público dos EUA, mas o reconhecimento internacional vem ganhando força.

#5 DUKE UNIVERSITY

Em 2014, a Duke University foi uma das primeiras grandes universidades dos EUA a lançar um curso sobre moedas digitais e Bitcoin. Sob o nome de “Innovation and Cryptoventures“, este curso foi ministrado em dois períodos em 2015. Em 2016, o curso foi executado novamente, embora ainda não esteja claro se vamos ou não ver outro destes em 2017. Se houver demanda para isso, fica difícil imaginar um motivo para que a Duke University não ministre novamente.

#4 PRINCETON

O curso de Princeton sobre Bitcoin é chamado de “Bitcoin and Cryptocurrency Technology”. Este curso pode ser feito através do Coursera, uma plataforma educacional bem conhecida. Este curso em particular foi transformado em um fomato de livro, que pode ser comprado na Amazon a um preço bastante acessível. Vale a pena conferir para obter uma melhor compreensão do Bitcoin, o blockchain, e tudo o que rodeia o ecossistema das criptomoedas. O curso está disponível na plataforma do Coursera, e uma nova “sessão” vai começar em 23 de janeiro.

Leia também: Banco Central da Rússia Diz Que Não Irá Banir o Bitcoin.

#3 STANFORD UNIVERSITY

Semelhante às outras duas universidades, Stanford lançou seu curso sobre a tecnologia Bitcoin e blockchain há alguns anos. Nomeado “Bitcoin Engineering“, este é um dos poucos cursos integrais de Bitcoin disponíveis hoje. Seu foco principal é a construção de aplicativos habilitados para bitcoin, bem como o desenvolvimento de outros programas que irão fortalecer o ecossistema. É provável que uma versão MOOC deste curso será disponibilizado mais tarde em 2017, de acordo com o site da Stanford.

#2 NEW YORK UNIVERSITY

A New York University começou a ministrar cursos de moedas digitais em 2014. Ao contrário das outras universidades, NYU concentra-se mais no lado legal com seu curso. Várias altcoins foram destacadas durante este curso também, o que deu as pessoas uma ideia de quão vasto o ecossistema de criptomoedas é.

Em 2015, NYU adicionou um novo curso, chamado “Digital Currency: Revolution in Money and Payments“. Como seria de se esperar, o objetivo principal é dar aos participantes uma visão geral das moedas digitais, bem como sistemas de pagamento móvel. Existe também um grande foco na tecnologia blockchain, regulação e avaliação das chances de sucesso do Bitcoin no longo prazo. Por enquanto, não há mais data para esta classe, embora dependa fortemente de quantas pessoas estejam interessadas e dispostas a pagar o custo de U$3.800.

#1 UNIVERSITY OF NICOSIA

Talvez o curso mais proeminente, é o oferecido pela University of Nicosia. Na verdade, eles são os únicos a oferecer um mestrado em moedas digitais, que age como qualquer outro diploma universitário pode-se dizer. Além disso, é possível fazer este curso através de uma plataforma on-line. Mais de 5.000 alunos matriculados para o curso grátis online ao longo dos anos, e espera-se que o número continue crescendo ao longo do tempo.

Leia também: Casa de câmbio indiana promoverá alianças estratégicas para adoção do bitcoin.

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Bitcoin: Como Proteger a sua Privacidade e Segurança Online

Hoje privacidade online e a proteção de dados digitais é um fator muito importante. Privacidade se aplica a usuários bitcoin, ainda mais porque eles estão armazenando riqueza no mundo digital. Os governos, hackers e grandes empresas, estão todos os dias coletando dados privados de cidadãos globais, mas há muitos passos que você pode seguir para se proteger.

Maior segurança com Criptomoedas

Para aqueles que utilizam Criptomoedas na web, a segurança é uma parte integrante de armazenar ativos digitais. Hackers estão ganhando acesso à riqueza dessas pessoas todos os dias, o roubo por Criptomoedas tornou-se mais comum os atacantes usam métodos de engenharia social para roubar fundos dessas pessoas online.

Confira também: Como guardar seus bitcoins com segurança

Armazenamento frio (Cold Storage)

Usando as práticas de armazenamento a frio, é uma excelente maneira de manter os intrusos fora de seus ativos digitais. Bitcoin e altcoins podem ser armazenados off-line usando um simples pedaço de  papel, carteiras hardware ou outras formas de mídia protegida.

Confira também: Como criar Paper Wallet para Bitcoin e Altcoin

Se você não está usando suas moedas digitais diária, o ideal é mantê-los offline, é a opção mais segura em vez de deixá-los expostos na web.

Confira também: 6 Dicas para Proteger seus Bitcoins

Autenticação multifator (MFA) e autenticação de dois fatores (2FA)

MFA e 2FA são comuns para a maioria dos usuários bitcoin como práticas padrão de segurança. O método confirma a identidade de um utilizador, usando múltiplas verificações.

Google Authenticator e  Authy são bem conhecidos, estes serviços oferecem múltiplas validações – Exchanges (Casas de câmbios Bitcoin) também oferecem códigos de SMS para usar como 2FA para acessar seus serviços.

A adição de funções AMF e 2FA a aplicações e contas bitcoin é altamente recomendado. Além de proteger seu e-mail que está ligada a uma conta também protege contra engenharia social principalmente quando você possui contas vinculadas ao seu e-mail.

Confira também:  5 dicas de segurança ao usar bitcoins

Exchanges ou negociações com vendedores p2p?

Talvez se você realmente prefere ter maior anonimato em negociações Bitcoin, uma exchange não é uma boa opção, todas as suas negociações são gravadas, inclusive com informações bancárias e documentos pessoais.

Por outro lado alguns vendedores P2P, oferece a possibilidade de depósitos anônimos, sem a necessidade de você fornecer informações que comprometam sua privacidade. Confira algumas dicas:

  • Trocas de mensagens criptografadas, não é 100%, mas já protege informações confidenciais.
  • Use uma VPN
  • Ao enviar comprovantes de depósitos, certifique-se de remover metadados da imagem, boa parte dos dispositivos, gavam informações como, modelo do aparelho, app que faz a foto e em alguns casos até a sua localização.

Confira também: Dicas para negociar bitcoins no P2P

Conclusão

Há muitas outras técnicas para sua proteção que podem ser utilizados de acordo com sua necessidade. Conhecer e praticar estas técnicas irá ajudar a garantir que as suas impressões digitais não serão rastreadas.

E aí já segue alguns métodos de seguranças? Comente abaixo.

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Itália Proíbe OneCoin Sob Investigações de Fraude

A “moeda digital” OneCoin já foi considerada uma fraude, mas desta vez, a alegação chegou aos ouvidos institucionais: o governo da Itália decidiu proibir o ativo, que tem sido associado com um esquema ponzi.

Leita também: O termo “Ponzi” vem da onde? Saiba porque!

As autoridades italianas argumentam que o serviço prestado pela empresa por trás da criptomoeda não cumpre o que promete aos seus clientes. Já a alguns meses, o número de pessoas e sites que rotulam OneCoin como um scam têm aumentado significativamente. O esquema, liderado pela advogada búlgara Ruja Ignatova, é promovido por uma empresa com sede em Gibraltar, chamada OneLife.

OneLife diz que o OneCoin é uma criptomoeda, quando na realidade a moeda não é descentralizada nem tem um livro-caixa público (um blockchain). A empresa utiliza um banco de dados centralizado e, de acordo com vários usuários, está atualmente usando um site com dados falsos para representar as “transações” enviadas e enviadas pela “rede”.

Onecoin é closed-source (código fechado), algo muito incomum em blockchains públicos. Usuários de Bitcoin e entusiastas de criptomoedas em todo o mundo estão tentando levantar suas vozes sobre esta questão, pois pode dar uma imagem negativa para outros tokens digitais. Na Itália, pela primeira vez, uma instituição pública decidiu agir.

A Autoridade de Concorrência e de Mercado (L’Autorità Garante della Concorrenza e del Mercato) ordenou congelar todas as operações da empresa OneCoin (One Network Services Ltd.), descrevendo o serviço como um esquema de pirâmide financeira. Autoridades de países como a Bulgária, Suécia, Finlândia, Letónia e Noruega também estão investigando a Onecoin sobre as alegações de fraude.

Leia também: Colômbia Proíbe Bitcoin Usando Esquemas Ponzi Como Desculpa.

O golpe sobreviverá no resto do mundo? Até agora, é provável, mas pelo menos eles não irão se livrar na Itália.

Fonte: AGCM.IT

 

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