domingo , 30 abril 2017

Arquivos de Tag: blockchain

Lentidão na rede Bitcoin

Você usuário de bitcoin, que tem poucas movimentações registradas ou que paga uma fee muito baixa para uma transação, pode ter seus registros ainda não verificados e registrados na rede bitcoin mesmo após 1 mês. Dizemos isso pois baseado em um novo estudo do Centro UCL para Tecnologias com Blockchain sediado na Australia, revela que 43% das transações ainda não estão incluídos no Blockchain após a primeira hora desde a primeira vez que foram vistos na rede e 20% das transações ainda não estão incluídos no Blockchain mesmo depois de 30 dias. Segundo eles “assim revelando grande lentidão no sistema Bitcoin.

UCL é centro de estudos voltados a tecnologia de Blockchain, muito ativo na comunidade com diversos PhDs trabalhando na área e com estudos publicados sobre a tecnologia. Este estudo em específico em que a rede bitcoin foi estudada ao longo de um período de cerca de três meses, diz que aproximadamente 12.000 nodes (nodos ou nó) únicos foram encontrados esperando para ser conectado com confirmação. O estudo diz claramente: “Neste caso, observamos que o processo ainda é bastante lento, pois a maior parte dos valores está incluído no Blockchain dentro de 3h (93%) mas mesmo após 30 dias cerca de 1% do valor ainda está para ser incluído.”

O estudo faz uma outra observação interessantes. Eles dizem, por exemplo, que cerca de 200.000 blocos foram recebidos durante um período de uma semana, quando apenas cerca de 2.000 blocos eram “reais” ou relevantes. Giuseppe Pappalardo, assistente de pesquisa da UCL e um dos autores do artigo, explicou esta discrepância à CCN da seguinte maneira:

“Quando um nó recebe um bloco, ele tem de verificar todas as transações incluídas, e todo o bloco em si. Se ambas as transações e o bloco são válidos, o bloco é anunciado aos pares do nó usando a mensagem inv. Portanto, quando um nó envia para nós uma mensagem INV relacionada a um bloco ou transações, deve implicar que o bloco passou na verificação.

A presença maciça de um “bloco eco” datado enviado por um grande grupo de nós pode ser devido ao fato de que nem todos os nós mantêm uma cópia completa da cadeia de blocos e, portanto, são incapazes de verificar.”

Processamento de transações ineficientes

No entanto, o estudo aponta que independentemente do tamanho do bloco, “nenhum mecanismo que garanta que todas as transações sejam realmente processadas“, uma vez que os mineradores são livres para escolher qual transação incluir em seu bloco.

Lá na criação, Nakamoto incluiu um mecanismo, mas não é obrigatório pois não está em uma camada de protocolo. Um mecanismo chamado de primeiro visto. Os nós ou os mineradores são destinados a processar a primeira transação vista, formando assim uma fila através deste método, até a quebra dos blocos estar completa. Agora vem um problema no processo, os mineradores estão largamente substituindo este método por um método de priorização de pagamento de taxa.

Concordamos com o Pappalardo quando ele diz que: “O que sugerimos é que os mineradores não têm incentivos para incluir todas as transações na mineração e portanto, alguns são perdidos e depois de um tempo torna-se cada vez mais improvável que um minerador de bom grado inclua as transações antigas”.

Core 0.14.1 será uma solução?

Com o lançamento do Bitcoin Core v0.14.1, onde trazem alguns updates interessantes visando melhoras na performance quanto ao uso da memória, o assunto do tamanho do bloco, e na opção não obrigatória pelos mineiros ao SegWit esperamos que essa “ineficiência” venha a ser corrigida, e que os  blocos soltos com pouca movimentação sejam minerados.

Quer receber as notícias em primeira mão? Participe do nosso canal no Telegram: https://t.me/criptomoedasfacil  (@criptomoedasfacil)

Blockchain será usado no combate do comércio ilegal de Diamantes

O Conselho Global sobre Blockchain (GBC) sediado em Dubai esta planejando ações para acabar ou pelo menos dificultar o “Comércio Ilegal de Diamantes” no mundo. Querem usar a tecnologia de negociação e comércio baseada em blockchain para poderem rastrear todo o fluxo do comércio de diamantes pelo mundo e ajudar a combater os diamantes ilegais, e com isso reduzir o seu uso no financiamento de atividades criminosas nas regiões produtoras de diamantes.

O GBC começou um projeto chamado Operação Kimberley, que pretende usar a tecnologia de blockchain para digitalizar a emissão e transferencia de certificados do Processo Kimberley usados no embarque de diamantes brutos no mundo todo. O sistema permitiria a coleta, transferência e armazenamento de dados comerciais e estatísticas fornecidos por cada país membro.

Para quem não conhece chamado “O Processo de Kimberley” é um esquema de certificação estabelecido que teve início em 2003 por meio de uma resolução das Nações Unidas, após uma série de relatórios que expuseram a relação entre o comércio de diamantes ilegais e o financiamento de conflitos. Atualmente, 81 países são membros do Processo de Kimberley. Esses membros asseguram que mais de 99% dos diamantes provêm de fontes sem conflito e que os recursos não são para financiar atividades criminosas.

No conceito parecido com o da Google (DeepMind Health) e os do Bext Holdings Inc (Bext360) os registros transportam a rastreabilidade do produto ou no caso do minério, diamante em sí. A vantagem é que aparentemente desde o diamante bruto o blockchain será criado, e todas as sub divisões, ou pequenas partes e trabalhos serão “sub” registros do registro mãe. Assim podemos saber toda a história e rastrear todos os passos de um simples diamante na vitrine de uma joalheria. Mas saindo dali a rastreabilidade acaba.

Digo isso porque o conceito é feito para o diamante em papel, a comoditie a ser negociada na bolsa de valores, ele segue em paralelo com o produto até os joalheiros ou interessados nesta comoditie em especial, mas uma vez que um comprador final, um cidadão comum como nós, compre o diamante seja aonde for ele perde a rastreabilidade.

Aqui mais esta um exemplo de como o Blockchain serve para a sociedade, são registros e desafios como esse que mostram o potencial do blockchain. O conceito é sólido e esta sendo adotado por muitos globalmente. Sugiro que estudem mais sobre o assunto.

Quer receber as notícias em primeira mão? Participe do nosso canal no Telegram: https://t.me/criptomoedasfacil (@criptomoedasfacil)

Um “carro carteira” de Bitcoin? AT&T registra patente para pagamentos com Criptomoedas em automóveis

Poder realizar pagamentos por alugueres de veículos ou por amenidades em táxis e outros meios de transporte motorizados com criptomoedas – como o bitcoin – não está muito longe de acontecer no nosso dia-a-dia, estas e outras ideias fazem parte de um novo pedido de patente da gigante norte americana das telecomunicações AT&T, realizado no último dia 20 de Abril.

Como podemos ver no registro feito junto Escritório de Marcas e Patentes nos Estados Unidos o (USPTO), existe um projeto apelidado de “Sistema de Veículos com Geração de Relatórios do Sistema e Métodos para Uso com os mesmos“.  Um título mais abrangente e que na realidade não tem nada a ver com criptomoedas. Mas no entanto, dentro deste documento vemos a ideia de um conceito para integrar pagamentos com criptomoeda em veículos, atribuído à AT&T Mobility, uma subsidiária da empresa.

Neste trecho traduzido abaixo, vemos claramente o que estou dizendo:

“Um processador é configurado para executar operações incluindo gerar um relatório de veículo com base nos dados de veículo; gerar de acordo com um protocolo de criptomoeda, um registo feito em moeda digital que é exclusivo para o relatório de veículo, em que o registo de moeda digital indica um valor de moeda digital associado ao relatório do veículo. O registro de moeda digital é armazenado em uma memória e comunicado em conjunto com uma compra de bens ou serviços pelo usuário, em que o valor da moeda digital é creditado a um preço de compra dos bens ou serviços.”

Por se tratar de um pedido de patente, ainda não esta claro como se dará a aplicação como um todo, nem o método de como as transações serão feias, nem tão pouco quais criptomoedas eles trabalharão. O importante é que eles estão planejando um sistema que integrará um relatório de uso de serviços associados aos veículos com uma monetização feita por meio de criptomoedas.

Olhando o pedido também temos a impressão que irão usar o blockchain para manter os registros, que eles chamam no pedido de patente de “cryptocurrency protocol” ou protocolo criptomoeda. Ao meu ver lendo o pedido parece sim que o blockchain de alguma criptomoeda será utilizado para validar os registros gerados pelos veículos.

Será que a AT&T esta planejando algo com o Uber para o futuro? Será que isso tem a ver com carros autônomos? Não sei mas assim que tiver alguma novidade posto para vocês.

Deixe seu comentário na seção abaixo.

Quer receber as notícias em primeira mão? Participe do nosso canal no Telegram: https://t.me/criptomoedasfacil (@criptomoedasfacil)

SWIFT testa Hyperledger para transações via Blockchain

A Sociedade para Telecomunicações Financeiras Interbancárias Globais (SWIFT) anunciou que utilizará o Hyperledger como base para simplificar transações internacionais.

Num teste em conjunto com um grupo bancário da Austrália e da Nova Zelândia – o BNP Paribas, BNY Mellon entre outros – a SWIFT busca utilizar o Blockchain para atualizar suas práticas num mercado de pagamentos internacionais em constante evolução.

No anúncio da SWIFT, em sintonia com muitas instituições do setor bancário, faz referência à chamada “tecnologia da ledger (livro-razão) distribuída” (DLT).

Damien Vanderveken, Chefe de pesquisa e desenvolvimento, SWIFT Lab e UX da SWIFT, comentou em um comunicado de imprensa ontem (25/04/17):

“Estamos muito animados para iniciar o teste com o conceito DLT com os bancos participantes. Este é um grande passo e outro exemplo de como a SWIFT e a indústria podem trabalhar em conjunto para resolver desafios de negócios, com uma mentalidade inovadora e colaborativa.”

Membro da diretoria da Hyperledger há algum tempo, a SWIFT vem considerando uma mudança para soluções de fintech inovadoras.

O Futuro da SWIFT

Com o Bitcoin e as criptomoedas, sabemos que se a rede SWIFT não se adaptar ao novo mercado, num futuro próximo ela poderia se tornar extinta, já que está usando uma tecnologia que está ficando obsoleta.

O que você acha disso? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

Quer receber as notícias em primeira mão? Participe do nosso canal no Telegram: https://t.me/criptomoedasfacil (@criptomoedasfacil)

Empresa de armazenamento em nuvem Storj Labs utiliza tecnologia Blockchain do Ethereum

A Storj Labs o maior storage descentralizado nas nuvens do mundo, venderá uma série de Tokens digitais da empresa já com a próxima conversão para um token de aplicativo baseado em Ethereum. Esta venda de Tokens permite que os usuários participem na rede Storj e recebam serviços relacionados da empresa. Storj pretende ser o mais transparente possível com a oferta e venda de Tokens mantidos pela Storj Labs que permitirá avançar o desenvolvimento de produtos e acelerar a taxa de inovação no armazenamento em nuvem. Os detentores de Tokens Storj atuais converterão seus token para os baseados em Ethereum, e esta venda de Token não aumentará a oferta total de Tokens disponíveis.

As previsões de analistas estimam que o mercado de armazenamento em nuvem poderia ultrapassar os impressionantes US $ 65 bilhões até 2020. A demanda global por armazenamento em nuvem está sendo impulsionada por uma série de fatores, incluindo:

  • Desejo por menores custos;
  • Aumento na utilização de tecnologias em nuvem;
  • E o mais importante preocupações de segurança e privacidade;
  • Backup de informações.

A Storj Labs desenvolve e mantém uma rede peer-to-peer (P2P) e comunidade de denominados “agricultores” (usuários que alugam seu espaço de disco rígido para outros usuários ou clientes) para fornecer uma alternativa segura, econômica e de alto desempenho às soluções tradicionais de armazenamento em nuvem. Os dados dos usuários Storj são armazenados de forma segura de forma descentralizada, utilizando tecnologia de criptografia de última geração e cadeia de blocos Ethereum.

Houve um anunciou da migração para o padrão Ethereum em substituição ao Bitcoin atualmente utilizado. O objetivo é básico, reduzir as taxas de transação da rede para a comunidade e aumentar a funcionalidade e usabilidade. Storj está entre os primeiros tokens a ser migrado da cadeia de blocos Bitcoin para a cadeia de blocos Ethereum, que fornece capacidades mais avançadas e um forte ecossistemas de participantes.

Como usuário do sistema, não vi mudanças ainda, mas acredito que os recursos do Etherium podem trazer benefícios ao serviço de storage em cloud peer-to-peer. Comente sua opinião e dúvida.

Quer receber as notícias em primeira mão? Participe do nosso canal no Telegram: https://t.me/criptomoedasfacil (@criptomoedasfacil)

Uma visão sobre a escalabilidade do Litecoin vs Bitcoin

Se você está se perguntando por que Litecoin (LTC) está atraindo tanta atenção nas últimas semanas, você não está sozinho.

Como vimos em postagens anteriores o principal motivo que tem levado a forte valorização da Litecoin (LTC) tem sido a discussão sobre o debate de escalabilidade do Bitcoin.

De fato, os novos desenvolvimentos da Litecoin talvez sejam mais bem vistos como simplesmente o longo debate de dois anos de escalabilidade para atualização no protocolo do Bitcoin, uma vez que há controvérsia em torno da proposta de atualização de blocos denominada Segregated Witness (SegWit).

A mudança

A mudança de código em longo prazo, segundo alguns defensores, poderia dar início a uma onda de mudanças que poderiam melhorar a usabilidade do bitcoin. Mas por outro alguns mineradores e usuários se opõem à mudança por motivos técnicos e políticos.

No entanto, enquanto bitcoin está lutando para garantir os níveis necessários de apoio dos mineradores para a atualização ser ativada, Litecoin quase atingiu o limite necessário para ativação de SegWit.

Litecoin: A TESTNET para o Bitcoin será?

Alguns dizem que ao fazer o upgrade no Litecoin isso ajudará a sinalizar se é uma mudança técnica segura e benéfica, ou não. Assim, alguns desenvolvedores estão vendo Litecoin como uma TESTNET para Bitcoin. Outros argumentam que poderia ser uma maneira da Litecoin se tornar uma rede nova, com uma proposta de valor distinta.

A comunidade acredita que SegWit está prestes a ser ativado, mas isso não parece tão claro. Desta forma a história poderia em breve tomar outro rumo.

Mais vamos começar entendendo algumas diferenças entre as duas redes

Sobre questões de nível técnico, é quase idêntico ao Bitcoin, exceto pelo tempo dos blocos ser “minerado” em um tempo menor, usa um algoritmo de hash diferente e algumas outras mudanças.

Em janeiro, a Litecoin lançou uma nova versão com código para SegWit, sendo que o limite de ativação é  75%, em vez dos 95% necessários para ativação na rede do Bitcoin.

“Vejo um potencial para Litecoin ajudar Bitcoin a romper este impasse”, disse o criador da Litecoin, Charlie Lee, em um post no blog.

Por que o SegWit ainda não foi ativado?

Como SegWit ajusta as regras de consenso mudando o modo como os Full Nodes validam os blocos, eles precisam do apoio da maioria dos mineradores para ser ativado.

Como vimos no Litecoin, se 75% dos blocos apresentam um trecho de código que indica suporte para a mudança dentro de um período de duas semanas (conhecido como um “período retarget”), a partir dai começa a sinalização para toda rede.

No início desta semana, quando o apoio ultrapassou 75%, muitos usuários especularam que ocorreria a ativação, mas, algumas pools de mineração multiplicaram sua hashpower, derrubando suporte para o período de ativação voltando para cerca de 70%.

Isso levou a uma discussão mais aprofundada sobre se a capacidade dos mineradores em vetar as mudanças de código é boa ou ruim para a rede.

Próximo passo

Alguns usuários da Litecoin têm tido interesse para um softfork que é ativado pelo usuário, onde abre o caminho para uma atualização para forçar os mineradores na ativação de SegWit no protocolo de ambas redes.

Resumindo em poucas palavras, “soft-activated fork” (UASF) é uma maneira de se conquistar através de regras consenso que todos os Nodes precisam concordar, a menos que eles querem ser deixados em um Blockchain alternativo. Este modo de ativação é incerto porque poderia causar uma divisão na rede. Outra desvantagem é que eles levariam mais tempo para se preparar.

Apesar de todo o exagero recente, é difícil dizer se o SegWit será ativado no Litecoin, mesmo que esteja perto de isso acontecer.

No entanto, alguns usuários e desenvolvedores estão fazendo planos, caso isso aconteça.

O desenvolvedor Johnson Lau do Bitcoin Core disse que se SegWit for ativado no Litecoin, isso mudará alguns de seus esforços para trabalhar no MAST, um projeto que poderia expandir as capacidades de contratos inteligentes.

Lee também destacou que uma versão da Lightning Network também está em andamento, sugerindo que a inovação poderia migrar para o Litecoin caso ocorra ativação de Segregated Witness (SegWit).

SegWit, Litecoin, Bitcoin, o que você acha disso tudo? Comente abaixo.

Quer receber as notícias em primeira mão? Participe do nosso canal no Telegram: https://t.me/criptomoedasfacil (@criptomoedasfacil)

Coinbase anuncia desenvolvimento de app de mensagem baseado em Ethereum

A Coinbase declarou recentemente o lançamento de uma nova marca subsidiária com foco em mensagens seguras e pagamentos integrados na Blockchain do Ethereum.

O anunciou foi feito hoje via Twitter pelo CEO Brian Armstrong, a empresa está agora testando um produto com o nome de Token, que visa ser uma app de mensagens privadas, Wallet e um navegador para aplicações descentralizadas, segundo Brian já funcionam em TESTNET na rede ethereum. O comunicado foi apresentado com detalhes em um post que comparou o projeto a WeChat o serviço de mídia social popular que tem sido citado como inspiração para outros projetos de pagamento blockchain.

“Fomos inspirados por aplicativos como o WeChat que estão conduzindo um grande volume de pagamentos digitais na China. Queríamos construir algo para o resto do mundo que trabalha em protocolos abertos.”

No post, a Coinbase apresenta o Token como uma extensão da sua missão de longa data em usar moedas digitais baseados em Blockchain como um meio para alcançar a inclusão financeira. O post diz o seguinte:

“Acreditamos que todos no mundo devem ter acesso a serviços financeiros, e com smartphones se tornando onipresente, moeda digital pode fazer isso acontecer.”

App Token

Token é projetado para ser semelhante a um navegador da web. É um software que é executado no seu dispositivo (o seu smartphone). O Token Browser não hospeda nenhum dos aplicativos que você acessa, e você está sempre no controle de seus próprios fundos.

Aplicativo SOFA

Um exemplo de aplicativo SOFA sendo acessado através de Token

Token também tem um sistema de reputação construído que permite que você saiba em quem você pode confiar, cada usuário e aplicativo cria reputação ao longo do tempo como eles transacionam com os outros na plataforma.

Além de seu serviço de carteira, Coinbase também opera outra marca subsidiária, GDAX, um serviço de troca de ativos digitais e moedas digitais em mais de 30 estados inclusive nos EUA, assim como Canadá, Reino Unido, Austrália, Singapura e em alguns países europeus.

Entre as características Token visam oferecer uma pontuação de reputação que ajusta como os usuários interagem com a plataforma, futuras atualizações descritas no post incluem suporte para uma plataforma de identidade descentralizada chamada uPort.

Graças ao Bitcoin e seu blockchain que cada dia empresas como Coinbase estão focadas em levar soluções financeiras a pessoas que ainda não possui. Até o momento funciona apenas em TESNET, de acordo com Coinbase o app estará disponível nos próximos meses para uma versão mais completa.

Você pode instalar o aplicativo Token no Android e no iOS.

O que achou desse novo produto da Coinbase? Comente abaixo.

Quer receber as notícias em primeira mão? Participe do nosso canal no Telegram: https://t.me/criptomoedasfacil (@criptomoedasfacil)

Vdice primeiro site de apostas na plataforma do Ethereum

VDice é um jogo totalmente descentralizado implementado no Smart Contract da Ethereum. Ele processou quase 50 mil apostas e distribuiu quase 10 mil eth (US $ 5000 mil) em prêmios.

O jogo vDice tem um token chamado vSlice (VSL). Ele está disponível para compra nas principais exchanges, como liqui.io. Os detentores do token VSL recebem uma parte dos lucros das apostas. Já o token mostra um retorno saudável de mais de 400% nas últimas semanas de negociação.

Construído em contratos inteligentes

Com base em contratos inteligentes (Smarts Contracts) totalmente descentralizados, vDice processa apostas através de um Oracle sem arquitetura de servidor. Como tal, torna o jogo mais fácil e mais confiável.

Como plataforma, os planos do vDice permitem a qualquer pessoa escrever seu próprio contrato inteligente (Dapp) e colocá-lo na rede Ethereum. Desta forma, vDice serve como uma plataforma para os desenvolvedores para mostrar seus jogos Dapps.

Os clientes são atualmente jogadores online que usam tokens digitais como ETH. À medida que o ecossistema Ethereum amadurece, o comércio ativo de tokens “indexados” aumentará. Estes são fichas vinculadas a moedas fiat, permitindo que os usuários efetivamente jogue com moedas fiat usando tokens.

Baseado em SatoshiDICE

O vDice é baseado no SatoshiDICE, o jogo baseado em blockchain mais bem sucedido até hoje. SatoshiDICE representou mais de 75% de todas as transações na rede bitcoin em 2012-2013.

A maioria das apostas, mesmo para criptomoedas, são centralizadas. Apostadores enviam dinheiro para os proprietários do jogo e confiam neles para segurá-lo e, em seguida, pagar no momento apropriado.

A cadeia de blocos Ethereum processa as apostas e paga as vitórias automaticamente aos endereços Ethereum dos jogadores. Ninguém controla o jogo. O código é público e os jogadores controlam seus fundos em suas carteiras em todos os momentos.

Os jogadores não precisam de uma conta para apostar. Eles jogam diretamente de sua carteira ETH. Cada jogo tem um endereço, suas chances de ganhar, um multiplicador de preço, um número de sorte e uma aposta mínima e máxima. Para fazer uma aposta, um jogador envia uma transação diretamente para o endereço Ethereum do jogo. As apostas são razoavelmente justas, e os ganhos são enviados diretamente para suas carteiras.

Como isso aconteceu?

“Os desenvolvedores e eu estávamos falando sobre os melhores contratos inteligentes”, disse o fundador Jason Colby. “Ficou claro que o jogo seria muito bem sucedido. Então decidimos fazer a melhor, mais segura, plataforma de jogo blockchain. Fizemos o clássico SatoshiDICE como um contrato inteligente Ethereum. ”

“Até 2013 (SatoshiDICE) foi responsável por quase todas as transações bitcoin. Então nós fizemos isso para Ethereum “, disse ele. “Usando Ethereum nós fizemos isto totalmente descentralizado, usando contratos inteligentes.”

“Além disso, queríamos mostrar o quão rápido e eficiente você pode fazer transações com Ethereum”, continuou Colby. “O Blockchain é a melhor maneira de fazer isso.”

“Em última análise, vamos continuar a aumentar a eficiência de transações on-blockchain”, disse ele. “Isso significa fazer processamento de apostas on-blockchain tão rápido e barato quanto possível, usando um Oracle (totalmente descentralizado). Já estamos 18 meses à frente da competição por isso.”

Um ‘WordPress Para Jogos’

“Em última análise, vamos transformar vDice no WordPress do jogo”, observou Colby. “Haverá muitos desenvolvedores fazendo jogos Dapps. Os incentivos são muito grandes. Eles não terão tempo para crescer sua própria marca. VDice irá fornecer isso. ”

“Alguém cria seu próprio jogo. Se é bom, eles vão se beneficiar. VDice será como o WordPress do jogo desta forma: uma plataforma para os desenvolvedores para mostrar a sua qualidade dos jogos Dapps. ”

“A vDice imagina um mundo de geeks, em seus quartos, criando jogos em vez de programas do Youtube”, disse Colby. “Não lhes custa nada colocar na rede P2P. Então as pessoas de todo o mundo irão jogar. ”

Aviso: Este artigo é apenas para fins informativos, a informação não constitui aconselhamento de investimento ou uma oferta para investir. Criptomoedas Fácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados no comunicado de imprensa.

Nasdaq quer investir até U$ 10 milhões em Startups Blockchain

A bolsa de valores de Nova Iorque Nasdaq, está a procura de startups blockchain. As empresas farão parte do programa de investimento Nasdaq Ventures.

Nasdaq Ventures

O anúncio feito hoje diz que o programa visa identificar, colaborar e investir em empresas que forneçam soluções com blockchain, bem como startups focadas em inteligência artificial, análise de dados de próxima geração e aprendizagem de máquinas. O programa pode chegar a investir inicialmente U$ 10 milhões em startups relevantes.

Adena Friedman, presidente e CEO da Nasdaq, disse em um comunicado:

“Com o lançamento do nosso novo programa de investimentos, estamos reforçando nosso foco em impulsionar o crescimento e a inovação, avaliando, distribuindo, licenciando e integrando tecnologias de ponta para o benefício a longo prazo de nossos clientes.”

O programa de investimentos da Nasdaq começou oficialmente no final de 2015, e desde então tem se associado estrategicamente com diversas startups, como o provedor de infraestrutura blockchain Chain.com.

A bolsa de valores tem testado o blockchain em outros projetos também.

Em fevereiro de 2016 Nasdaq revelou que estava testando com a Estônia um protótipo para votações eletrônicas via blockchain. Apóis isso, em janeiro a Nasdaq divulgou um relatório dizendo que o teste foi um sucesso.

Para ver o anúncio oficial, em inglês, clique aqui. Para possíveis oportunidades de colaboração e investimento entre em contato com ventures@nasdaq.com

O que você achou da iniciativa da Nasdaq? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

Quer receber as notícias em primeira mão? Participe do nosso canal no Telegram: https://t.me/criptomoedasfacil (@criptomoedasfacil)

Vai um cafezinho com Blockchain?

Uma empresa norte americana chamada Bext Holdings Inc, criou uma solução denominada BEXT360 baseada em Blockchain para o comércio global de café, visando um melhor pagamento aos produtores, que por sua vez produzirão café de melhor qualidade, e visando também a dinâmica nos preços desta commodities.

Aqui vemos mais um oportunidade para o sucesso do blockchain, agora reutilizando o termo chain em uma solução completa de Supply Chain (cadeia de suprimentos). Esta solução se embasa em alguns questionamentos simples, mas que acredito que você não saiba dizer sobre o café que esteve tomando recentemente. Questões como de onde vem este café? É um café é produzido de maneira sustentável? Quando foi colhido? Quem o processou? entre outras questões.

Na minha opinião o usuário médio desta commoditie, não se pergunta isso toda vez que o consome, mas com a “gourmetização” das coisas, e com a crescente demanda por produtos sustentáveis que não agridam a natureza, acho que o público e os comerciantes que buscam trazer esses produtos à seus clientes vão se importar com este tipo de informação.

Enfim vamos a solução proposta pela Bext, que quer ser uma pool de informações sobe o café em grão no mundo. Não estamos falando sobre o café futuro e outros produtos derivados principalmente utilizados nos mercados de ações. Eles querem trazer para as cafeterias uma informação hoje inexistente ou se existe, é irrastreável para o consumidor, pois o vendedor pode colocar no seu display qualquer informação verídica ou não e o consumidor não pode validar.

A Bext quer usar o blockchain para guardar as informações desde a produção até o consumidor, gerando assim um histórico do produto, de maneira imutável, transparente. Além de realizar os pagamentos em toda a cadeia de suprimento e produção. Como eles mesmos dizem:

“A Bext360 utiliza visão de máquina e inteligência artificial (AI) para a fonte de produtos agrícolas de alta qualidade, diretamente da fonte. Bext360 faz pagamentos digitais / móveis para os agricultores, comunidades, bancos e outras partes interessadas, utilizando pagamentos em blockchain diretamente às partes interessadas. O sistema Bext360 segue as mercadorias do fornecedor até o consumidor final, permitindo que o consumidor final interaja diretamente com as comunidades que fornecem as mercadorias. Por último, Bext360 fornece uma completa API RESTful que permite ao atacadistas e varejistas incorporar a tecnologia em seus próprios sites, marketing, e pontos de venda além de ferramentas de gerenciamento de cadeia de suprimentos.”

Idéia sensacional essa de interação entre o produtor e a comunidade consumidora, tomara que isso vire praxe e que mais produtos venham a ser disponibilizados por outras companhias. Aqui vale mais uma breve opinião deste colunista que vos escreve, se você tem alguma idéia para usar o blockchain agora é a hora pois o assunto esta quente no mercado.

Se precisarem de ajuda, deixem um comentário que terei o maior prazer em ajudar.