quarta-feira , 29 março 2017

Mineração

Trading e Mineração de Bitcoin é Reconhecido Como Atividade Econômica Oficial

Orgão polonês reconheceu a mineração e o comércio de moedas virtuais como uma atividade econômica oficial, de acordo com publicação do Gabinete Central de Estatística da Polônia.

Confira também: Bitcoin Cede 2% após Reuniões dos Reguladores da China com as Exchanges.

“Como é impossível brecar as criptomoedas, vamos tentar taxar regulamentar”

Assim como nos outros países, até agora na Polônia não havia regras especiais que regulamentavam o Bitcoin ou outras moedas digitais. De acordo com a decisão do regulador polonês, as empresas que lidam com criptomoedas devem ser registadas junto a autoridade competente.

Anteriormente uma decisão semelhante foi tomada pelo Ministério espanhol de Finanças. De acordo com ele, mineradores de Bitcoin devem ser registrados e devem pagar impostos.

Em abril de 2016, o Ministério dos Negócios Digitais da Polônia disse que considera o Bitcoin e a tecnologia Blockchain no contexto de uma digitalização mais ativa dos serviços governamentais. Sabe-se que o governo e empresários já começaram a trabalhar no projeto “Blockchain and Cryptocurrencies Stream“, onde serão criadas soluções para a administração eletrônica e controle do desenvolvimento do mercado de moedas digitais. O grupo de trabalho irá promover as criptomoedas mostrando suas características e benefícios.

Em outubro do mesmo ano, Sylvester Suzhek, CEO da BitBay, disse que as empresas locais de Bitcoin estavam lutando ativamente contra a lavagem de dinheiro, e que a interação com as autoridades poderia auxiliar.

Qual sua opinião sobre esse interesse do governo nessa tecnologia? Deixe seu comentário abaixo.

Confira também: Havaí Recomenda Regulamentar Tecnologia Blockchain para Consolidar Economia Local.

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4 Mineradores de Bitcoin são Presos na Venezuela

Autoridades prenderam quatro mineradores de bitcoins acusados de cometer fraudes cibernéticas e roubo de eletricidade.

O povo da Venezuela vem tendo uma péssima fase desde que a sua economia vem caindo em uma espiral descendente. À medida que a economia continua a piorar, os Venezuelanos começaram a encontrar no Bitcoin uma alternativa aos seus Bolívares sem valor. Mas o governo do país que falhou em gerenciar sua economia parece não estar feliz com ela também.

Confira também: Durante o Colapso do Bolívar, Agência de Viagens Passa a Aceitar Somente Bitcoin.

Recentemente, agências de autoridades da lei na Venezuela caíram em cima de mineradores de bitcoin. As prisões foram anunciadas pelo Cuerpo de Investigaciones Cientificas, Penales y Criminalisticas (CICPC) – a maior agência policial do país. Dentre os presos estavam dois homens e uma mulher, na cidade de Charallave, no Estado de Miranda. Estas pessoas foram acusadas de ciber fraude e roubo de eletricidade.

Postagem no twitter oficial da CICPC:

De acordo com uma publicação do site venezuelano criptonoticias.com, os mineradores foram presos por minerar Bitcoins dentro do território da Venezuela e então vendê-los em Cucuta, localizada na fronteira entre a Venezuela e a Colômbia. As autoridades alegaram que as ações dos mineradores foram responsáveis por afetar o padrão de consumo de eletricidade na região.

Os presos foram identififcados como Nestor Rafael (57), Ana Cecilia Farias Villanueva (25), Kevin David Ojeda-Diaz (26) e Alberto Jose Zapata Orta (23). Mais de 300 unidades de Bitmain AntMiner S4 Spoondolies SP31/35 foram recuperadas deles. Enquanto o governo oferecia uma explicação sobre uma das duas acusações, não há nenhuma indicação de que quaisquer fraude foi cometida por eles.

É inteiramente possível que o governo miraram nos mineradores como seus alvos principais com a intenção de controlar o uso do Bitcoin no país. A natureza descentralizada do Bitcoin torna-o virtualmente impossível de controlar. Ao mesmo tempo, os relatórios indicam que os venezuelanos estão utilizando o Bitcoin cada vez mais, para comprar artigos essenciais do dia a dia nos “marketplaces” online.

Confira também: Cadeia Brasileira de Hotéis Passa Aceitar Bitcoin Depois de Pedidos dos Clientes.

A escassez de commodities, incluindo medicamentos dentro do país, criou um estado de crise na Venezuela. Ao invés de tentar deter o uso do bitcoin, o governo poderia estar se focando mais na restauração da normalidade.

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Comparação de Transações entre Criptomoedas e Cartão de Crédito

Comparação de Transações feitas entre Criptomoedas e Cartão de Crédito:

Transacionando com o cartão de crédito

Quando você vai a um mercado, shopping ou até mesmo em um bar, ao final, você tem a opção de pagar a conta no caixa com seu cartão de crédito.

Para você, é uma maneira ótima de pagar a sua conta. É rápido, fácil, seguro, não precisa carregar dinheiro no bolso nem manipular notas ou moedas que já passaram nas mãos de milhares de pessoas desconhecidas.

Os envolvidos

Quando você paga um conta com seu cartão de crédito, há nada menos que 5 partes envolvidas na transação:

  1. O consumidor: que é você, o portador do cartão de crédito.
  2. O estabelecimento comercial: que é o lugar que está aceitando o seu cartão de crédito como forma de pagamento.
  3. O emissor: que é a instituição que emitiu o cartão de crédito, geralmente um banco ou instituição financeira. São os emissores que decidem se você terá ou não um cartão de crédito e se as suas transações serão aprovadas. São eles que definem os limites de crédito, as taxas cobradas, emitem a fatura e cobram os juros em caso de inadimplência.
  4. O credenciador: é a empresa que, como diz o nome, credencia os estabelecimentos que podem utilizar o cartão como meio de pagamento. São os credenciadores que alugam os terminais (máquinas) em que você insere o seu cartão de crédito.
  5. A bandeira: essa é a famosa “marca” do cartão. Tais empresas fazem a ligação entre o emissor do cartão (banco) e o credenciador (máquina). É a bandeira (marca) quem intermedeia a transação entre o emissor e o credenciador. As bandeiras também estabelecem regras e ajudam a desenvolver o sistema.

O que irá ocorrer nessa transação?

Na hora de pagar, você se dirige ao caixa, abre a certeira, insere seu cartão de crédito na máquina, digita a senha e espera a transação ser confirmada…

Ao digitar a senha, a máquina se comunica com o credenciador (Cielo, Rede ou Getnet), que então comunica a transação para a bandeira (Visa, Mastercard, American Express, Diners). A bandeira, por sua vez, direciona o valor para o emissor (o banco que emitiu o seu cartão).

Caso a transação seja aprovada pelo emissor, essa decisão é comunicada de volta à bandeira, que então comunica o credenciador, que então permite que transação seja concluída pela máquina.

Pronto! Você pagou a sua conta com o cartão de crédito.

O problema é que na maioria das vezes, o consumidor não sabe quais são as taxas que serão cobradas nessa transação. Você sabia que quando você quitar a fatura, o dono do estabelecimento não receberá o valor integral?

Se a sua conta ficou em, suponhamos, R$ 100, o estabelecimento receberá aproximadamente R$ 95. Isso significa que ele perde aproximadamente 5% do valor total. Por quê?

Porque todas as partes envolvidas na transação cobram por seus serviços. Vejamos como esses valores são cobrados a seguir.

O primeiro a dar uma mordida é o emissor (banco). Ao repassar os R$ 100 para o credenciador, o emissor cobra algo entre 1,5% e 2%. Essa taxa é chamada de “tarifa de intercâmbio”.

Depois, é a vez de o credenciador dar outra mordida. Por meio da “tarifa de desconto”, que é a cobrança sobre o valor da compra, o credenciador também retem um pouco do dinheiro pelo seu serviço.

Por fim, falta agora a bandeira. A bandeira dará a sua mordida por meio da “tarifa de acesso”, a qual é paga tanto por credenciador como pelo emissor, pelo privilégio de usar a “marca” do cartão.

Portanto, no fim das contas, daqueles R$ 100 que você pagou, aproximadamente R$ 95 vão para o dono do estabelecimento.

Mas, se ao invés de carregar uma carteira com cartões de crédito que cobram taxas de intercâmbio, taxas de juros, taxas de desconto, taxas de anuidade e taxas de acesso, você e o dono do estabelecimento comercial só precisassem usar os próprios celulares para fazer transações virtuais, quase que, isentas de taxas?

 Sim isso é possível e já existe. Se chama criptomoeda.

Leia também: Como ter um Cartão de Débito em Bitcoins?

O básico e o essencial para um novo usuário de criptomoedas.

Como um bom novo usuário, você pode iniciar com a criptomoeda mais popular, o Bitcoin. Não precisa entender de detalhes técnicos, a não ser que você queira.

Depois que instalar uma carteira de Bitcoin em seu celular, ela vai gerar seu primeiro endereço Bitcoin. Você pode criar mais desses endereços sempre que precisar. Assim que você possuir um, pode mostrar seu endereço para as pessoas a fim de receber pagamentos ou vice versa.

Na verdade, é bem parecido com o funcionamento de um e-mail, a única diferença é que os endereços Bitcoin podem ser usados uma vez e simplesmente serem descartados. É claro que se você optar por sempre usar o mesmo endereço, ele irá ser eternamente válido.

Transacionando com Bitcoin

Os envolvidos

Quando você paga um conta com Bitcoin, ao invés de estarem envolvidas 5 partes como no caso do Cartão de Crédito, existem apenas 3 partes envolvidas nessa transação:

  1. O consumidor: que é você, o portador da carteira virtual Bitcoin.
  2. O estabelecimento comercial: que é o lugar que está aceitando Bitcoins como forma de pagamento.
  3. O computador minerador aleatório: que é responsável por validar e processar a transação e coloca-la na rede Blockchain, esta na qual você e o dono do estabelecimento agora fazem parte, opcionalmente de graça.

O que irá ocorrer nessa transação

De forma mais funcional que no caso do Cartão de Crédito, na hora de pagar, você tem a possibilidade de verificar seu saldo Bitcoin com simples cliques no celular. Além do mais, você tem a opção de escolher a porcentagem da taxa que vai pagar para os mineradores validarem sua transação.

Depois de escolhida a taxa, em seguida, você se dirige ao caixa, digita o valor total a ser pago, escaneia o código QR do dono do estabelecimento e clica em “enviar”.

Leia também: Como Funcionam as Taxas do Bitcoin?

Pronto! Você pagou a sua conta apenas usando o seu celular e uma carteira digital!

A taxa de transação típica é de cerca de 0.0001 BTC, mas sim, você tem o poder de anular a taxa. Só não garantimos que com a taxa anulada a sua transação será confirmada. Os usuários que desejam incentivar os mineradores para confirmar suas transações mais rápido, podem anexar taxas maiores, como 0,001 BTC, por exemplo.

Depois disso, sua transação é confirmada e em poucos minutos e posteriormente é validada pela rede Blockchain. A Blockchain nada mais é que um livro digital contábil público e compartilhado no qual todos os usuários da rede Bitcoin confiam.

Todas as transações são confirmadas por computadores aleatórios que fazem parte da rede. Esses computadores são os mineradores. As transações que eles processam são incluídas na Blockchain e são constantemente validadas e verificadas por outros, prevenindo assim, fraudes. Desta forma, as carteiras digitais Bitcoin acessam a Blockchain e podem mostrar seu saldo disponível. A integridade e ordem cronológica da cadeia de blocos é protegida por criptografia.

Só para fazer um comparativo, alguém que transacionava R$ 100 com um cartão de crédito, teria que pagar algo em torno de R$ 5 por taxas, enquanto em uma transação de Bitcoins, o valor similar custaria em torno de R$ 0,30, simplesmente fazendo cartões de crédito serem cerca de 17 vezes mais caros para fazer transações simples como essa!

Não é genial? Pela primeira vez na história não dependemos de instituições centralizadas que cobram taxas abusivas para validar nossas transações feitas de pessoa para pessoa e temos o poder de escolher na palma da mão, o quanto vamos pagar.

E isso definitivamente não tem preço.

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Genisis Mining caiu? Saiba mais

Durante a manhã desta sexta feira o site da mineradora Genisis Mining está inacessível, ainda é desconhecido o motivo, em sua fanpage, postaram o seguinte comunicado:

Tradução

Estamos passando por um problema com nosso site. Você não pode alcançar o nosso frontend para agora. Infraestrutura de pagamentos não são afetados, como sempre. Será corrigido em breve. EQUIPE GENESIS MINING.

site-genesis

Mensagem ao tenta acessar o site.

Tudo indica que é algum problema como seu certificado de segurança, como citado no comunicado acima a parte de pagamentos está operando normal. Já por outro lado alguns usuários já acusam a empresa pra suposto golpe e próprio boicote nos seus serviços.

Você não vai ACREDITAR o que o terceiro data center mais poderoso do mundo vai fazer

A Bitmain, segunda maior pool de mineração de Bitcoin e a fabricante de equipamentos de mineração mais popular do mundo, fez parceria com investidores na China para lançar o terceiro data center que mais consome energia do mundo.

A empresa, que atualmente controla 18,6% de hashpower da rede Bitcoin, planeja construir um centro de dados altamente eficiente e poderoso. Isso seria para aumentar a sua participação na distribuição de hashrate do Bitcoin, e demonstrar a importância de utilizar energia renovável, como energia solar para operar este data center enorme.

O CEO da Bitmain, Jihan Wu, afirmou:

“Vimos que a maioria dos centros de dados da indústria de mineração está desperdiçando um dinheiro considerável ou outros recursos. Queremos oferecer um exemplo mais profissional e econômico para a indústria.”

Definindo um exemplo para outras pools de mineração

Essencialmente, Wu e o resto da equipe Bitmain estão tentando dar um exemplo para as outras pools de mineração, e empresas que estão operando centros de dados de grande escala. Com isso, contribuindo com uma quantidade considerável de poder de computação para a rede Bitcoin.

Com 135 megawatts de consumo de energia, o data center Bitcoin da Bitmain será uma das maiores instalações do mundo, em termos de geração de energia. Assim, Wu e sua equipe pretendem utilizar tecnologias inovadoras, como sistemas de refrigeração e sistemas sem poeira, para garantir que o equipamento de computação e mineração dentro de suas instalações, dependa da menor quantidade de energia possível para entregar o mais alto desempenho.

Considerando o tamanho do centro de dados da Bitmain, a empresa observou que a instalação será utilizada por seus investidores e outras empresas parceiras, para aplicações alternativas. No entanto, a equipe Bitmain enfatizou que a maioria da capacidade da instalação será dedicada à mineração do Bitcoin e garantir a rede Bitcoin.

“Foi especialmente projetado para computação de alto desempenho e, considerando o interesse da maioria dos investidores no data center, a mineração de criptomoedas como o Bitcoin será sua principal aplicação”

– Equipe Bitmain

Embora a empresa afirma que a construção da instalação provavelmente será concluída até o final de 2016, em última análise, dependerá do clima em Xinjiang de novembro a fevereiro.

Após a conclusão da instalação, Bitmain e os entusiastas em Bitcoin esperam ver um rápido crescimento no hashpower da Bitmain em seu pool de mineração.

Imagem: reprodução.

A alternativa para processos de mineração de criptomoedas no Brasil.

Seja você um iniciante, buscando informações sobre esse complexo mundo das moedas digitais, ou uma pessoa experiente, que já estabeleceu as próprias atividades no mercado, principalmente no mercado de mineração, já deve ter lido e vivenciado todo o exaustivo processo para colocar em funcionamento uma máquina para tal objetivo.
Resumidamente, minerar uma moeda consiste em rodar uma máquina, seja utilizando o poder da CPU, ou de Placas de Vídeo (GPU), ou até mesmo Asic’s que são máquinas criadas somente para um objetivo, e nesse processo é realizado a verificação e validação de transferências dentro da blockchain de cada moeda em particular, entre outras coisas.

Iniciar a atividade de mineração, poderia ser uma ótima opção de investimento em criptomoedas, seja para quem tem um grande capital ou para pessoas comuns em suas casas, porém, existem diversos problemas que tornam tal opção inviável em muitos casos. Primeiramente, a dificuldade. Moedas como Bitcoin e Ethereum, que já estão estabelecidas no mercado e são alvos de investimentos nesse setor tem uma grande quantidade de pessoas por trás. E isso é algo que todos devem saber. Cada vez que novos equipamentos são ligados a dificuldade aumenta, fazendo com que o prêmio diminua,  e com isso se o investidor não aumentar seu poder de mineração logo ele ficará no fim da corrida. 

Para iniciar a apresentação de uma solução para o processo de mineração como forma de investimento é preciso apresentar o problema primeiro, então, é sobre isso que eu quero falar. O alto custo de energia que é exigida para minerar com CPU, GPU ou Asic é um grande problema, especialmente no Brasil, aonde o custo da energia é um dos maiores do mundo.

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(O custo da energia no Brasil, é de R$ 329 o megawatt/hora, segundo a Firjan a partir de dados da Aneel e da AIE (2011))
Para manter a atividade de 41 GPU’s para minerar ethereum é gasto só de energia, com as placas e ar-condicionados algo em torno de R$ 7.000,00. Sem contar a manutenção constante, o monitoramento de cada placa de vídeo, e ainda a instabilidade do processo. Para pequenos investidores se torna algo muito mais difícil. Mesmo que você tenha R$ 5.000.00 e queira começar nesse setor existem inúmeros problemas e coisas desconfortáveis a considerar.

 

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(Estrutura para mineração de ethereum, fonte: bitcointoyou)

Primeiro, sua casa vai precisar receber a visita de um eletricista, para preparar toda estrutura elétrica de acordo com o que essa atividade exige. Segundo, se você não tiver conhecimento básico em montagem de computador seu sonho pode ser frustado, ou você vai precisar passar por algumas horas de aprendizado. Terceiro, se você tiver uma esposa chata provavelmente ela não irá permitir o barulho e calor que a máquina faz quando minera. Quarto, você terá que se manter firme caso uma fonte ou placa queime, te dando prejuízo que pode chegar a R$ 1.000.00. Resumidamente, montar uma estrutura para minerar moedas com GPU, é algo complexo e trabalhoso, minerar com CPU é inviável, pois muitas vezes você irá ganhar muito pouco, além de acabar com a vida útil do seu processador, já Asic sai por um preço alto demais para nós brasileiros, $ 1607 USD em uma antminer s9 para minerar Bitcoin, para ser mais exato são R$ 5,190.61 só considerando a conversão do dólar, sem contar as taxas para conseguir fazer essa máquina chegar até você.

Acredito que depois de ter lido isso ou vivenciado essas coisas, muitos de vocês já devem ter pensado que mineração é algo inviável no brasil, principalmente para pessoas comuns. Mas, esse texto trata de apresentar uma alternativa, então, vamos a ela.

Em 2014, uma equipe de desenvolvedores, pensando em solucionar todos esses problemas no processo de mineração e tornar essa atividade mais amigável, simples e acessível, lançou a BurstCoin, que trás ao mercado a mineração utilizando o espaço do HD como poder de mineração aonde quanto mais Terabyte você possuir, melhor. Com burst o alto gasto de energia é cortado, os problemas com manutenção e defeitos de Hardware não existem e a distribuição e competitividade é muito mais justa. Qualquer um pode minerar Burst, desde que tenha espaço livre no HD. O processo é infinitamente mais simples, pois para melhorar sua máquina você só ira precisar de alguns HD’s Externos e a vida útil deles em nada será afetada. Ela é baseada em um conceito de tecnologia verde, acabando com o alto consumo de energia como podemos presenciar em outras moedas. Sem contar a possibilidade de minerar pela TV e Smartphone em uma forma nunca vista antes, que é algo que irei falar futuramente.

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Burst é uma ótima porta de entrada para iniciantes, e pessoas que já estão no mercado, mesmo os produtos no Brasil sendo caros, pois é fácil de configurar, é fácil de montar um “rig” (máquina otimizada) os custos com equipamento/energia são infinitamente mais baratos, e o potencial para aumento do valor da moeda também é grande. A rentabilidade pode ser o único problema, mas não fica muito atrás de outras moedas.

Nos próximos textos irei fazer uma intrudação sobre a BurstCoin, como ela está reagindo no mercado especulativo nesses 2 anos de existência e as principais ferramentas e funções que a plataforma oferece.

Site da Burst: http://br.burst-team.us/

Forum oficial da moeda: https://forums.burst-team.us

Grupo BR no facebook: https://www.facebook.com/groups/373420826334452/?ref=bookmarks

[Guia básico] Como minerar Ethereum

Mineração de Ethereum no Windows é mais fácil do que você pensa/pensou. Este guia irá cobrir tudo o que você precisa saber para começar a trabalhar com mineração Ethereum no seu PC. No entanto, se você não quer gastar tempo ou não tem os requisitos mínimos abaixo, você pode considerar a segunda opção comprando contratos de mineração na HashFlare.

Para começar com a mineração, você vai precisar atender os requisitos mínimos abaixo: 
  • Placas Gráficas (GPUs) – Certifique-se de que você tem uma com pelo menos 2 GB de memória..
  • Versão x64 do sistema operacional Windows 
  • Cerca de 30 GB de espaço livre no disco rígido para todo o software e o blockchain

 

Preparação

1. Para começar, em primeiro lugar, crie uma pasta em seu disco rígido, C: Eth por exemplo. Este é o lugar onde todos os softwares de mineração irá ficar.
2. Em seguida, você precisará baixar os seguintes softwares: 
a)  Geth  – Escolha Geth-Win64, fazer download e extraí-lo para a pasta criada
b)  Ethminer  – Faça o download e extraí-lo para a mesma pasta, em seguida, mude o nome para “miner” 
c) Ethereum Wallet – Escolha Ethereum-wallet-Win64, extrair e renomeá-lo para “wallet”


Para mais informações sobre os programas que você está baixando:
–  Geth “comunicação” de software, ele atua como um relé entre a Rede Ethereum e seu computador, download e sincronizando o blockchain. Ele também passa informações para o software de mineração. 
– Ethminer é o software de mineração real que funciona com o seu GPU. 
– Wallet é a sua carteira, que lhe permite verificar o seu saldo éter e transferir os fundos.
Se você receber uma dessas notificações de firewall, clica em permitir o acesso para prosseguir.

3. Abra o prompt (pressione tecla Win + R e digite ” cmd ” ou menu Iniciar simplesmente aberta e digite “cmd”). Prompt de comando é um software que permite executar comandos digitados para o sistema operacional.

4. Digite cd eth e pressione Enter. 
A tecla Enter ou Return é usado para confirmar um comando, então você tem que pressioná-lo cada vez que um novo comando é inserido.  Cd é um comando usado para alterar o C urrent D irectory. No nosso caso, estamos navegando para o diretório raiz da unidade C: e, em seguida, para eth pasta.
5. Digite “geth account new” e pressione Enter. Aqui nós estamos dizendo Geth para criar uma nova conta para nós. Você será solicitado a criar uma senha (você não será capaz de ver o que você está digitando, por isso tenha cuidado). Geth irá gerar seu endereço, chaves públicas e privadas. Mantenha sua senha segura e não se esqueça!
6. Minimizar o console, em seguida, vá para a pasta wallet e execute o Ethereum-Wallet.exe . Ele vai imediatamente começar a sincronização com a blockchain, este processo pode levar alguns minutos. Quando a sincronização terminar, você será solicitado para uma senha novamente.
Agora você tem o controle de sua carteira Ethereum!

Mineração

7. Para este guia, vamos estar usando dwarfpool .
Vamos manter o blockchain sincronizados enquanto estamos minerando, para isso acontecer digite no console geth –rpc e da enter.  Agora Geth vai começar a cuidar da blockchain para nós.
Geth será executado durante o tempo que a janela do console é aberta, portanto, não feche-o!
Quando você pode ler “…imported 0/1 blocks (0 queued 0 ignored)…” no log do console do Geth, você está totalmente sincronizado e pode prosseguir.

8. Abra outra consola, e navegue até o diretório de mineiração ( cd eth miner). 
Agora fica um pouquinho complicado mas vamos lá: é preciso digitar o comando correto para conectar a nossa miner com a pool e começar a mineração.
9. Nós precisamos executar a ethminer.exe em primeiro lugar, por isso a nossa string começa com ethminer e em seguida, é preciso especificar quais GPU será usada para começar com a mineração: AMD é -G, nVidia é -U. Uma vez que temos uma GPU AMD, o nosso comando será  ethminer -G
Uma vez que estará usando um pool de mineração precisará adicionar -F para o comando:  ethminer -G -F
Em seguida, pegaremo o endereço de Dwarfpool (http://eth-eu.dwarfpool.com:80/YOUR_WALLET) e substituir o YOUR_WALLET com o seu endereço Ethereum que você pode copiar a partir do Wallet.
E aqui vem a parte de ajustes! Vamos adicionar –cl-local-work 256 –cl-global-work 16384 para nos dar alguns MH/s extra, então o comando deverá ficar assim: ethminer -G -F http://eth-eu.dwarfpool.com:80/YOUR_WALLET –opencl-plataforma 1 –opencl-device 0 -Cl-local-obra 256-global-obra -Cl 16384 
Você pode encontrar todos estes argumentos e suas descrições no arquivo help.txt na pasta miner. Uma vez que eles não são universais, você precisará testar para ver quais funcionam melhor para você e sua mineração
Verifique se você digitou tudo corretamente, e aperte enter.
A mineração vai demorar algum tempo para iniciar, se você receber quaisquer mensagens de erro como “Invalid argument” – verifique se você digitou tudo corretamente.

O guia acima serve como um guia realmente básico para começar a mineração de Ethereum. Se continuar a receber erros que você não conseguia descobrir como consertar, a melhor opção é considerar a obtenção de um contrato HashFlareÉ de longe a forma mais fácil de começar com a mineração de Ethereum.
Fonte: Coingecko