quarta-feira , 18 janeiro 2017
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Arquivos do Autor: Israel Finardi

Libertário, Agorista, estudante de Arquitetura, Cripto-anarquismo, Programação, Criptografia, Tecnologia e Economia Austríaca, sendo um enorme entusiasta do Blockchain, do Bitcoin e das Altcoins.

Está Ganhando Dinheiro com o Bitcoin? Retorne o Favor, Rodando um Full Node

Está ganhando dinheiro com o Bitcoin? Retorne o favor, rodando um Full Node.

Assim que o ano de 2017 começou, fomos capazes de testemunhar que o preço do bitcoin superou a marca de U$ 1000,00 pela primeira vez em pouco mais de três anos. Com o aumento dos preços colocando o bitcoin de volta no centro das atenções da grande mídia, mais uma vez o interesse no uso da moeda tem sido popularizado e estimulado devido a valorização.

O fato positivo dessa vez é que o bitcoin não foi negociado só no âmbito da sua comunidade, mas sim como também por pessoas novas que estão se aventurando no mundo das criptomoedas.

Entre os milhares de tópicos polêmicos da comunidade onde a discussão está entorno de coisas como: economia, volatilidade, utilidade, armazenamento seguro, regulamentação governamental, escalabilidade, e uma possível futura repressão por parte do estado, está sendo discutido agora mais do que nunca, como o preço se move em direção as novas maiores máximas de todos os tempos.

Se você tem mantido seu capital em bitcoin e tem se beneficiado financeiramente com o crescimento da economia Bitcoin por causa do aumento na demanda pela moeda digital, já deve ter se perguntado algo como:

“Será que eu devo ajudar a rede Bitcoin através da ativação de um Full Node para verificar transações?”

O que é um “Full Node”?

Um Full Node também conhecido como Nó Completo, é um programa que quando instalado no seu computador, valida transações e blocos na Blockchain do Bitcoin. Full Nodes são necessários para manter a rede Bitcoin ativa, a fim de ela verificar transações, criar novos blocos e fazer a checagem deles no Bitcoin Core. Esse processo de verificação descentralizada, ajuda a checar os dados e se a sincronia deles está de acordo com as regras do Bitcoin Core. São os Full Nodes que contribuem para a genialidade, transparência, consenso voluntário e incorruptível da rede Bitcoin.

Hoje, há mais de 5727 Full Nodes contribuindo para a manutenção da rede Bitcoin, de acordo com o site Bitnodes.

Se não existissem Nós Completos suficientes para suportar a cadeia de blocos comunicando uns com os outros para confirmar as transações, a rede Bitcoin de “pessoa-para-pessoa” deixaria de funcionar. Por isso, é vital que membros suficientes da comunidade bitcoin ofereçam seu poder de computação e largura de banda para manter a rede Bitcoin, ativa.

Como rodar um Full Node?

Se você quer ajudar a rede Bitcoin e fazer parte da existência futura dela, você pode fazer o download de um Full Node no seu computador. Os requisitos mínimos para rodar ele são:

  • Última versão do Windows, Mac OS X ou Linux
  • 2 GB de memória RAM
  • 125 GB de espaço livre no disco local,
  • Uma internet com uma conexão rápida de upload/donwload sem limites e que fique ligada em torno de 6 horas por dia.

Se o seu computador tem esses requisitos mínimos, você pode fazer download do Bitcoin Core no Site do Bitcoin Core, na seção de downloads para o seu sistema operacional em particular. Apesar de os sistemas operacionais serem uns diferentes dos outros e terem diferentes processos de instalação, eles funcionam praticamente da mesma maneira.

Primeiro, você tem que escolher entre usar os softwares “Bitcoin Core GUI” ou o “Bitcoin Core” para rodar o seu Node. É de sua escolha. Você só pode escolher um dos dois, até porque você só pode rodar um de cada vez. Assim que você fizer o download e instalar um dos dois, ajuste as configurações para iniciar o programa o mais rápido possível, cada vez que você iniciar a sua máquina.

Segundo, você precisa ativar as conexões de entrada se você desejar dar suporte a rede Bitcoin. Inicialmente, quando o cliente Bitcoin Core inicia ele estabelece 8 conexões, que requerem um download das ultimas transações e blocos. Se você quer apenas utilizar o Bitcoin Core para usar como uma Carteira, você não precisa de mais conexões. No entanto, se você quiser dar suporte à rede Bitcoin você tem que permitir os downloads das transações de entrada para que seu Full Node possa se comunicar com outros.

Embora a maioria dos roteadores permita automaticamente conexões de entrada, alguns firewalls podem bloqueá-los, então eventualmente você precisará configurar seu roteador manualmente.

Para obter instruções detalhadas sobre como configurar o Bitcoin Core no seu sistema operacional específico, consulte a seção Bitcoin Node no site do Bitcoin Core.

Devo rodar um Full Node ou Minerar Bitcoins?

A execução de um Full Node permite que a rede funcione, fazendo jus a sua função principal de validar transações e blocos na Blockchain. No entanto, ao contrário da mineração Bitcoin, não há recompensa financeira no formato de frações bitcoin. A decisão de manter um Full Node em seu computador precisa ser motivada principalmente pelo desejo de contribuir para a continuidade da rede Bitcoin.

No entanto, há outros tipos de benefícios ao se executar um Full Node, em vez de usar um cliente de carteira leve. Estas vantagens incluem maior privacidade, confiança e segurança.

Ao usar clientes leves, como carteiras de armazenamento de bitcoins para smartphones, você terá que declarar informações pessoais (como CPF, RG, endereço, renda) para fins de verificação de identidade na maioria dos provedores de carteiras digitais e bolsas. Isso, por sua vez, reduz seu nível de privacidade quando se trata de suas transações bitcoin te deixando vulnerável tanto a ataques de hackers quanto de cobradores de impostos. Além disso, endereços públicos de provedores de carteira na nuvem de terceiros, são mais facilmente rastreáveis do que os de sua carteira que roda um Full Node.

Além disso, você pode ter certeza de que a rede Bitcoin não está comprometida ou corrompida ao executar um nó completo em que todas as transações que são validadas atendem aos requisitos da rede. Isso significa que não há chance de gasto duplo ou qualquer outra inferência na cadeia de blocos. Se você usar apenas um cliente de carteira leve, você não tem o mesmo nível de confiabilidade no Blockchain. Agora se estiver rodando o Full Node, a história é completamente diferente.

Full Node como Carteira

Finalizando, ao usar seu Full Node como sua carteira, você está armazenando suas moedas em seu disco-rígido, ao contrário do caso onde você depende de um terceiro. Isso significa que você tem total controle e propriedade de suas moedas, o que diminui a chance de roubo, fraude ou perda devido a falhas operacionais do fornecedor de carteira ou bolsa de terceiros.

A mineração Bitcoin, por outro lado, é também uma excelente maneira de apoiar a rede Bitcoin e garantir sua continuidade. O incentivo para mineradores bitcoin é a recompensa financeira que é recebida na forma de 1 bitcoin novo cada vez que minam um novo bloco. No entanto, devido ao aumento dos níveis de dificuldade de mineração bitcoin e a quantidade de eletricidade necessária para executar uma operação de mineração, está cada vez mais difícil tornar essa atividade lucrável para indivíduos. No fim das contas acaba sendo mais fácil apenas comprar e manter o bitcoin valorizando, afinal, seu caráter deflacionário nunca desaponta.

A menos que você tenha acesso a eletricidade muito barata e um capital guardado para investir no mais recente hardware de mineração, é difícil executar uma operação de mineração rentável pelo seu próprio computador, apesar da recente reunião de preços da bitcoin.

Se você deseja executar um Full Node ou minerar Bitcoins para ajudar a rede continuar com o seu caráter descentralizado, pesquise, se informe e vá em frente. A comunidade Bitcoin apreciará muito qualquer contribuição para o ecossistema, mesmo que mínima.

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Como Funcionam as Taxas do Bitcoin

A transação de Bitcoin é realmente livre de cobranças?

Uma das principais vantagens do Bitcoin é que você pode supostamente enviar dinheiro entre dois pontos no planeta de graça.

Mas se você já enviou Bitcoins uma ou duas vezes, você provavelmente percebeu que há sim, de fato, taxas de transação, mesmo que minimamente irrisórias.

Antes de explicar como as taxas são calculadas, quero explicar o que são as taxas do Bitcoin.

Quando os mineradores validam transações dos blocos dentro do Blockchain, eles são pagos duas vezes:

1 — O primeiro pagamento é feito por computadores que processam um código de programação do sistema, que concede uma recompensa aos mineradores por terem tido sucesso em decriptar uma transação e coloca-la em um bloco de transações dentro da cadeia de blocos: o Blockchain.

2 — O segundo pagamento são as taxas que os usuários (donos de carteiras e bolsas) anexam às transações que foram incluídas nesse bloco.

Você nem sempre tem que pagar essas taxas, mas existem certas regras que praticamente te forçam a paga-las quando necessário. Claro que você pode optar por desconsiderar essas regras e não anexar uma taxa ao seu pagamento, mas é possível que sua transação leve muito tempo para ser processada, ou até não seja, porque nenhum minerador vai querer processa-la.

Saiba:  O que é Bitcoin?

Vamos as regras:

Regra Nº #1 — Montantes minúsculos obrigatoriamente pagam taxas.

Se o número de Bitcoins que você está enviando for menor que 0,01 BTC, você será obrigado a pagar uma taxa para os mineradores. Esta taxa é necessária para evitar que os usuários fiquem fazendo spam na rede, enchendo ela com microtransações e sobrecarregando o Blockchain.

Isso também se aplica a transações de resposta. Transação resposta, é a diferença entre o valor exato de 1 bitcoin inteiro e o valor que você manda.

Exemplo.:

Digamos que você queira comprar um relógio para 1.999 Bitcoins. Você manda 1.999, mas usa uma entrada de 2 Bitcoins para fazer isso. Então, automaticamente quando você digita 1.999, você vai mandar 2 bitcoins e receber de volta uma resposta de 0,001 btc, na hora que for transferir.

Se essa transação resposta for de uma quantidade muito pequena, a rede vai exigir uma taxa adicional para o minerador processa-la.

Regra # 2 — Moedas mais antigas têm menos taxas.

Se as entradas que você está enviando em sua transação são mais antigas, então há uma chance maior de que eles não exijam uma taxa. Ter moedas antigas significa que são moedas que não foram transacionadas por um longo tempo, ou seja, que não foram fragmentadas em micro-transações que exigem taxas.

Regra # 3 — Menos entradas exigem menos taxas.

Cada transação de bitcoins é feita a partir de entradas. Quanto menos entradas forem usadas para compilar uma transação, menos taxas serão necessárias.

Então, se você for enviar 1 Bitcoin e usar 4 entradas de 0,25 Bitcoins, é mais provável que isso vai exigir uma taxa maior se você enviasse apenas 1 única entrada de 1 Bitcoin inteiro.

Tamanho da transação

Tenha em mente que na maioria das vezes você não terá controle sobre se a sua transação requer taxas ou não.

Sua carteira Bitcoin geralmente fará a otimização das taxas para você, sendo assim, você evitará taxas quando possível. A taxa de mineração da sua transação, é hoje de 0,0001 Bitcoins, que é de cerca de R$ 0,30 e é o que provavelmente vale a pena pagar para obter sua transação processada rapidamente.

Entradas e Carteira Bitcoin

Diante do crescente número de transações realizadas na rede do Bitcoin, a nova tendência de mercado que está ganhando corpo é a cobrança dinâmica das taxas de transação no Blockchain, nas carteiras gerenciadas na nuvem.

A diferença de uma carteira gerenciada na nuvem para uma carteira que fica armazenada no seu HD, é que quando seus bitcoins estão na nuvem, você terceiriza o poder de alterar as taxas cobradas nas transações, ao contrário de quando eles estão dentro de um software controlado por você mesmo, dentro do seu computador.

Carteiras que são gerenciadas em nuvem, geralmente adotam uma estrutura de taxas que varia de acordo com o congestionamento da rede, alguma coisa parecida com o que faz a indústria da aviação na venda de bilhetes aéreos, que variam o preço de acordo com a demanda.

Nos últimos meses, o crescimento do número de usuários da tecnologia e das transações tem provocado um estrangulamento no poder de processamento da Blockchain. Como consequência, isso tem gerado lentidão na confirmação das operações. Com a proposta de taxas dinâmicas, espera-se que haja mais rapidez nesse processo eum incentivo extra para os mineradores.

Ou seja, quem movimenta bitcoins através de carteiras na nuvem, paga taxas que variam dependendo do tamanho da transação e das condições da rede. Quando a atividade estiver elevada, os usuários recebem um aviso de “taxa alta” ao enviar Bitcoins. Quando o trânsito na rede diminuir, a taxa também diminuirá.

A ideia de pagar taxas pode assustar em um primeiro momento, mas o benefício para os usuários do Blockchain é que eles poderão ter a certeza de que suas transações serão incluídas no Blockchain muito rapidamente.

Essas cobranças de taxas nada mais são que uma reação ao número de transações crescentes.

A tendência é que com a estrutura de taxas dinâmicas e suas regras, as transações serão cada vez mais rápidas, confiáveis e pelo melhor valor, independente de quantas pessoas estão usando a rede Bitcoin.

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Bancos Centrais são a Certeza de que a Elite Global nos Domina

A Elite Global nos Domina:

Ao longo dos últimos quatro séculos, a expansão dos bancos centrais se espalhou pelo mundo de tal forma até o ponto em que hoje 99,9% da população mundial, vive países que possuem um banco central. A única grande nação sem um banco central além de alguns pequenos grupos de ilhas como a Micronésia é a Coréia do Norte.

O primeiro banco central do mundo foi o Sveriges Riksbank, fundado em 1668 na Suécia.

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Sveriges Riksbank, atualmente.

Já na Inglaterra, o empresário escocês William Paterson fundou o banco central em 1694, a pedido do governo britânico para financiar uma guerra.

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Banco central da Inglaterra, atualmente.

Nos Estados Unidos, o primeiro banco central nacional foi fundado em 1791 por Alexander Hamilton.

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Primeiro banco central dos EUA.

Sobreviveu por 20 anos, porém, os americanos acabaram com o banco, pois na época, condenaram as práticas fraudulentas. Os banqueiros, posteriormente tentaram de novo, e conseguiram implantar outra vez um sistema de bancos centrais em 1816, com o segundo banco central dos Estados Unidos.

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Segundo banco central dos EUA.

Esse segundo banco cessou as operações em 1841 por causa de Andrew Jackson, que num duelo armado, matou Alexander Hamilton, acabando com a ideia da permanência de um banco central. Entretanto a ideia acabou só até 1913, quando o presidente Woodrow Wilson assinou e autorizou o Federal Reserve Act um come-back dos defensores do sistema de reserva fracionária com a fundação do Federal Reserve, atualmente o maior banco central do mundo.

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The FED, atualmente.

Banqueiros não eleitos e inexplicavelmente escolhidos.

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A função primária de um banco central é controlar a política monetária e a oferta monetária de uma estado-nação, através de atividades como a fixação de taxas de juros e a gestão da reserva fracionária obrigatória, atuando como um credor de último recurso para o setor bancário em períodos de insolvência bancária ou de crise financeira. Mas todos sabem que não é bem isso que anda acontecendo.

Minha pesquisa não demonstrou nenhuma evidência em qualquer lugar da história em que as pessoas de um estado-nação, concordaram e voluntariamente optaram por estabelecer um banco central, quer por voto ou qualquer outra forma de consentimento. Simplesmente isso foi imposto a todos nós, mesmo grande parte da população não concordando.

De fato, na maioria dos países desenvolvidos, os bancos centrais são propositadamente projetados para serem independentes da interferência política.

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Eles são administrados por banqueiros não eleitos e inexplicáveis escolhidos em um sistema construído sobre a dívida, o que enriquece a elite global enquanto, ao mesmo tempo, escraviza os cidadãos do mundo com as suas “dívidas públicas” impagáveis. Tanto no Brasil quanto em qualquer outro lugar do planeta, tenho certeza de acontece o mesmo. Essas dívidas nacionais são matematicamente impossíveis de serem pagas porque são sustentadas por uma fraude: a falsificação de dinheiro legalizada.

A Grande Fraude.

O pior de tudo é que: ao invés de cumprirem com o que prometem, bancos centrais estão sendo usados como estimuladores de taxas de juros artificialmente baixas, fornecendo crédito excessivo e induzindo um ciclo volátil e instável entre poupança e investimento.

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O grande problema em questão é que: taxas de juro baixas estimulam a concessão de crédito, aumentando desta forma a oferta monetária. E todos sabemos que quando a oferta monetária se expande, o dinheiro vale menos e a inflação acontece. Este aumento da oferta monetária leva a um período de crescimento insustentável, em que o dinheiro em excesso procura oportunidades de investimento progressivamente menos rentáveis.

O crescimento feito pelos bancos centrais (boom) é gerado sem poupança prévia, ou seja, gerado por investimentos baseados em expansão de crédito por meio da impressão de dinheiro e consequente baixa artificial da taxa de juros, o que gera um aumento artificial da produção, que depois se mostra irreal, gerando a crise (bust).

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E é aí que podemos ver como a fraude funciona: um boom na economia feito por uma expansão do crédito leva a uma generalização de malinvestmentos. Como esses investimentos não são pagos, em seguida acontece um crescimento insustentável. Posteriormente, segue-se uma correção, geralmente conhecida por recessão, em que a oferta monetária contrai-se repentinamente, impedindo os mercados a realocar recursos.

O maior exemplo de que esse sistema de bancos centrais é uma fraude, é perceber que desde a criação do Federal Reserve, o dólar dos Estados Unidos perdeu mais de 96% do seu valor e a dívida nacional aumentou mais de 5.000 vezes.

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A Existência digital.

Curiosamente, 97% de todas as moedas já pararam de existir fisicamente e foram convertidas em formas eletrônicas. Você que vê números sob um caixa eletrônico ou em uma conta de um banco digital, nunca vai possivelmente ver fisicamente todo o seu “dinheiro guardado” no banco, até porque não há como checar e assegurar que esses números que a tela exibe, são de fato o que realmente o banco possui. E isso é que garante o lucro dos bancos.

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Não podemos prever ou dizer o que vai acontecer com moedas fiduciárias de países como Venezuela, onde aconteceram confiscos de certas notas, e tiveram casos de algumas se tornarem até ilegais. Na Índia por exemplo, o governo confiscou cerca de 86% do dinheiro-papel que estava em circulação.

Elite Global

Existe uma vasta quantidade de bancos centrais alertando cidadãos sobre o Bitcoin, dizendo como ele é considerado “apenas” uma moeda digital usada por criminosos, uma maneira de diminuir a popularidade rebaixando-a a uma mera commoditie nada diferente das moedas que já usamos…

Mas o que os banqueiros não pararam para pensar é que bancos centrais não podem controlar o Bitcoin de nenhuma maneira. O mais legal disso tudo é que se você usa o Bitcoin, eles não podem alterar o valor do que você possui sem o seu consentimento, nem tirar os seus “bits” fora de circulação.

Embora ambas as moedas estejam em formato digital — moedas fiduciárias e Bitcoin — os bancos centrais exercem o controle dos dígitos mostrados em sua conta bancária quando você usa a moeda estatal, enquanto que com o Bitcoin você é o seu próprio banco no controle de sua conta em todos os aspectos e momentos. E essa que é a mágica.

Elite Global

Bitcoin é uma rede privada, criptografada, anônima e de pessoa para pessoa. Taxas são opcionais e as transações são gravadas em um livro razão público, que podem ser verificadas a qualquer instante com a tecnologia Blockchain.

A elite global só nos domina porque permitimos que eles nos dominem. Porém agora, temos alternativas reais, globais, seguras e descentralizadas, disponíveis para que não tenhamos de ser escravizados por dívidas imaginárias que, os bancos centrais e governos, impõem a todos nós.

Use o Bitcoin. Permita-se ser livre.

Leia também: O que é Bitcoin de uma forma simples.


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O que é Bitcoin de uma forma simples

Se você ainda não conseguiu descobrir que diabos um Bitcoin é, e porque ele é tão importante, lá vai…

Estamos sentados num banco do Central Park. É um grande dia ensolarado.

Eu tenho uma maçã comigo e como eu sou um cara legal, eu entrego ela a você.

Isso parece simples, certo? Nem tanto.

Agora você tem uma maçã e eu passei a ter nenhuma maçã.

 Vamos olhar de perto o que aconteceu:

Minha maçã foi fisicamente colocada em sua mão.

Você sabe o que aconteceu. Eu estava lá. Você estava lá. Você tocou na maçã e a pegou, ela passou a ser sua.

Nós não precisamos de uma terceira pessoa para nos ajudar confirmar que ela estava lá e que eu te fiz a transferência, nem precisamos chamar o Sérgio Moro (que é um juiz famoso) para se sentar do nosso lado e confirmar que a maçã passou da minha mão para a sua.

Certo, a maçã agora é sua! E eu não posso te dar outra maçã, até porque eu não tenho mais nenhuma. Eu não posso mais controlar esse fato. A maçã deixou completamente de ser minha posse. Você tem total controle sobre a maçã agora. Você pode dar ao seu amigo se você desejar, e depois o seu amigo pode dar ao amigo dele, e assim por diante.

Então é assim que uma transferência de pessoa para pessoa, acontece, exatamente o mesmo se estou te dando uma banana, um livro, ou uma nota de 100 reais, 100 dólares, etc…

Porém, eu estou me atualizando

Voltando para as maçãs

De repente eu digo: tenho uma maçã digital aqui. Toma, vou te dar minha maçã digital te transferindo ela por WhatsApp ou por Telegram.

Agora as coisas estão ficando interessantes.

Como você sabe se aquela maçã digital que costumava ser minha, agora é só sua? Pense nisso por um segundo.

É meio complicado, certo?

Como é que você tem certeza de que eu não enviei essa maçã para dezenas de amigos antes de eu mandar ela para você?

Talvez eu tenha feito algumas cópias dessas maçãs digitais no meu computador. Talvez eu tenha colocado elas num fórum da internet e, milhões de pessoas fizeram o download dela em questão de minutos.

Como você vê, essa transferência digital tem um problema. Eu posso enviar maçãs digitais pra milhares de pessoas, ao contrário do que é possível fazer com uma maçã física que é difícil de ser copiada. Ou seja:

Transferir maçãs digitais é nada parecido com transferir maçãs físicas.

Maçãs digitais podem ser copiadas

Há um problema com a transferência de tudo o que é digital. Aqui está ele:

Mandar algo digital na internet não é como estarmos sentados no banco transferindo maçãs físicas. A internet é como um banco gigante onde várias pessoas estão sentadas trocando maçãs. Antes havia apenas você e eu. Agora temos várias pessoas.

O que acontece se essas pessoas que estão na internet criam várias maçãs digitais e distribuem elas? Você não vê problema nisso? Mas e se isso fosse feito com o seu dinheiro?

Como a internet é muito grande comparada as nossas transações, nós precisamos que exista alguém para validar que a transferência dessas maçãs — agora digitais — não foram copiadas e distribuídas. Afinal, como posso mandar minha maçã digital para você, e você ter a certeza de que eu não copiei ela passei para outra pessoa?

Pois é. Alguns cientistas da computação inteligentes, deram um nome para esse problema: ele é chamado de o problema de gasto duplo, e isso acontece não só no mundo digital como no mundo físico também.

Muitas pessoas falsificam coisas e podem espalhar várias imagens de maçãs pela internet, assim como fazem com o dinheiro no mundo físico.

Assim como na internet, no mundo físico existem pessoas que podem imprimir e espalhar várias moedas e notas de dinheiro. Quando isso acontece, causa consequências drásticas para todas as pessoas com uma coisa chamada: inflação. O problema de gasto duplo acontece todo o dia, e você percebe isso no aumento dos preços das coisas. Porque quanto mais dinheiro impresso, mais dinheiro as pessoas vão ter que tirar do bolso para comprar coisas que antes valiam menos dinheiro, até porque havia menos dinheiro. Porém na maioria das vezes os preços das coisas sobem mas as pessoas continuam ganhando a mesma quantidade de dinheiro, o que se torna insuficiente e corrói o poder de compra.

Mas não se preocupe com isso. Tudo que você precisa saber é que, esses cientistas da computação ficaram tentando resolver esse problema durante muitos anos, e nunca conseguiram uma solução.

Mas acredite, um gênio da matemática conseguiu solucionar isso em 2008.

Será que existe alguma maneira de pararem de replicar as nossas maçãs digitais?

Parece meio difícil…

Mas antes de te dar a resposta pronta, vou te deixar pensar em uma solução por conta própria, afinal se você chegou até aqui, você é muito inteligente.

Livros-razão digitais.

A solução genial

Livros-razão são registros contábeis de uma empresa. Eles são compostos pelo conjunto de contas contábeis e são um “índice” para todas as transações que ocorrem em uma companhia.

Exemplo de livro contábil.

Talvez a transferência dessas maçãs digitais precisem ser monitoradas em um grande livro-razão para que ninguém copie e distribua elas. Necessitam basicamente de um lugar onde você possa rastrear todas as transações das maçãs de uma pessoa para a outra, como em um livro contábil.

Este livro, uma vez que é digital, precisa viver em seu próprio mundo.

A internet.

Esse livro não precisa ter alguém para cuidar dele. Todos são capazes de cuidar com seus computadores conectados a internet a qualquer minuto.

Com a possibilidade de ler as transações ou até mesmo validar elas usando o processador do computador usando um programa que ajuda o livro-razão funcionar, não há necessidade de uma só pessoa ser responsável por confirmar quais maçãs digitais são originais ou não, o que aumenta a confiança no sistema.

Quem fez esse sistema?

Simples: todo mundo que sabe programar e que quis ser voluntário, como você pode ver nesse vídeo aí.

Explicando como funciona a solução genial

O que aconteceria se nós dessemos esse livro-razão para todos?

Em vez do livro-razão estar em um computador de alguém, ele vai viver nos computadores de todos.

Ou seja, todas as transações da história que já aconteceram, serão gravadas nele, e vão ficar expostas em sites fornecidos por pessoas que validam essas transações.

Eu não posso enviar pra você maçãs digitais que eu não tenho, porque então não seria sincronizado com base na informação que toda essa gente que faz parte do sistema, tem. O mais legal é que essas pessoas sabem quanto eu tenho, mas não sabem quem eu sou.

Você não pode engana-las

É um sistema difícil de se corromper. Praticamente impossível na verdade. Principalmente se ele começa a ficar muito grande.

Além disso, ele não é controlado por uma pessoa, então eu sei que não há ninguém que possa simplesmente decidir se vai dar ou não maçãs digitais a mais para alguém e mudar o que está escrito nesse livro-razão.

As regras do sistema já foram definidas no início

O código e as regras do sistema são open-source, — que você sabe — são códigos revelados ao público, para todos saberem como eles funcionam. Assim como o software utilizado no telefone Android da sua mãe ou como a Wikipedia onde todos podem editar os verbetes.

As informações estão lá para todas as pessoas inteligentes contribuírem para manter, proteger, melhorar, e verificar.

Você pode participar nesta rede também, e atualizar o livro-razão para certificar-se que algumas transações são válidas. Para te recompensar, você vai obter uma recompensa. Na verdade, essa é a única maneira de criar mais conteúdo digital no sistema, verificando se as transações dos outros são verdadeiras e ninguém fez cópia delas.

Eu vou simplificar um pouco

O sistema que eu expliquei já existe. O nome desse livro compartilhado com todos é Blockchain. É o chamado “protocolo Bitcoin”. E essas maçãs digitais são os “bitcoins” dentro do sistema. Olha que chique!

Então, você viu o que aconteceu? O que a contabilidade pública digital permitiu?

  1. É open source lembra? O número total de maçãs foi definida na contabilidade pública no início. Eu sei o valor exato de quantas maçãs que existem dentro desse sistema, e eu sei que eles são limitados (escassos).
  2. Quando eu fazer uma troca agora eu sei que a maçã deixou minha posse e agora é totalmente sua. Eu costumava não ser capaz de dizer isso sobre as coisas digitais, mas agora eu sei que essa transação será atualizada e verificada pela contabilidade pública.
  3. Porque é um livro público, eu não vou precisar do juiz Sergio Moro (que é um juiz famoso) para se certificar de que eu não vou enganar as pessoas, ou fazer cópias extras de maçãs para mim, ou enviar maçãs duas vezes, ou três vezes, etc…

Dentro desse sistema, a troca de algo digital é agora apenas como a troca de algo físico. Não há possibilidade de fazer cópias ou fraudes. Agora, temos tanta certeza que transferência online é semelhante a certeza de ver um objeto físico deixar de ser meu e passar a ser seu. E, assim como no banco do parque, a troca envolveu apenas duas pessoas. Você e eu — nós. E não precisamos de um juiz para tornar essa transação válida.

Em outras palavras, agora a maçã digital se comporta como uma maçã física.

Mas você sabe o que mais é legal? Essa maçã é digital! Agora podemos transferir milhares de maçãs como: 1.000 maçãs, ou 1 milhão de maçãs, ou até mesmo um valor reduzido, como 0,0000001 maçãs. Eu posso enviá-las com alguns cliques nos botões digitais do meu Smartphone, e ainda posso colocá-las no seu bolso digital. Mesmo se eu tivesse indo para o Nicarágua e você estivesse em direção a Nova York.

Posso até fazer outras coisas digitais e não chama-las mais de maçãs digitais! Oras bolas, é digital. Talvez eu possa anexar algum texto sobre — uma nota digital. Ou talvez eu possa anexar coisas mais importantes; como um contrato, um cheque, um certificado de ações, um cartão de identificação, valores…

Então, isso é ótimo! Como devemos tratar o valor dessas “maçãs digitais”?

Elas são bastante úteis, não são?

Bem, um monte de pessoas estão discutindo sobre isso agora. Não importa se há debate entre essa e aquela escola econômica. Se keynesianos sempre estiveram “certos”. Se políticos querem continuar a falsificar moeda podendo assim controlar a economia.

Não dê ouvidos a eles, embora sejam consideradas pessoas inteligentes. Alguns estão mal informados. Alguns dizem que o sistema não vale muito, e outros dizem que realmente não vale nada.

É realmente difícil compreender porque algo digital vale cerca de R$ 2.000,00 no dia de hoje.

Alguns dizem que Bitcoin é ouro digital, alguns deles dizem que é uma moeda. Outros dizem que é apenas uma utopia. Algumas pessoas dizem que ja mudou o mundo, outros dizem que é apenas uma moda passageira.

O fato é que ele existe e eu tenho minha própria opinião sobre. Mas essa é uma história para outro artigo.

Pronto, agora você já sabe mais sobre Bitcoin do que a maioria.

Deixe seu comentário abaixo sobre dúvidas ou sugestões:

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O que é Blockchain? Explicando de forma simplificada

Como pratos sujos podem explicar o funcionamento e o potencial de confiança na Blockchain?

Leo, Júlio, Maria e Elsa são quatro estudantes que moram na mesma república em Florianópolis. Como em quase toda república espalhada pelo Brasil, é uma guerra na hora de saber quem vai lavar os pratos sujos de Miojo. Os estudantes tentaram implantar um sistema de revezamento, mas foi um fracasso fenomenal: Júlio é o maior malandro, Leo distraído, Maria coincidentemente nunca está em casa na sua vez de lavar os pratos. Elsa é maior cri-cri e toda vez que tem visita pra jantar na vez dela lavar a louça ela argumenta que ficou em desvantagem, que trabalhou mais que os outros e quer descontar o trabalho extra na outra semana. No fim ninguém entra em acordo e é a senhoria que tem que decidir com mão de ferro quem vai lavar os pratos.

Pra resolver a este problema a senhoria teve uma ideia simples, porém genial: ela inventou de dar fichinhas coloridas a cada um dos estudantes (cada estudante com sua cor) e construiu um longo tubo transparente e indestrutível que ela chumbou ao chão da sala (tá bom, a ideia não era tão simples assim, mas vai seguindo o raciocínio).

Quando um estudante termina de lavar os pratos ele deposita uma fichinha no tubo pra ficar registrado que ele cumpriu com sua parte no revezamento. Pra evitar trapaças só é possível colocar uma fichinha no tubo se três dos quatro estudantes estiverem presentes, pois na tampa do tubo tem quatro cadeados onde cada estudante tem a chave para um deles.

Cada fichinha só pode ser colocada no tubo com o consentimento de pelo menos mais dois estudantes, que só permitem que isso aconteça depois de checarem que a pessoa realmente lavou os pratos e deixou a cozinha limpa. Como o tubo é inviolável e indestrutível, cada fichinha vale como registro eterno de que aquela louça foi lavada naquele dia. E basta uma olhadinha no tubo pra saber quem é o próximo a ter que lavar os pratos. É o tubo da verdade!

50% dos cadeados já permitem que se coloque uma fichinha no tubão

Infelizmente, o sistema só funciona se todos forem honestos. Se dois dos estudantes resolverem agir de má fé e se recusarem a abrir seus cadeados pro cara que acabou de lavar os pratos, o sistema deixa de funcionar. Agora, esse risco seria diminuído se morassem nessa república 1000 estudantes em vez de 4, pois as chances de que 50% estivessem agindo de má fé cairiam consideravelmente.

Mas claro, um tubo com 1000 cadeados na sala seria impraticável. Onde a galera vai dormir no carnaval? E se a gente pudesse usar a tecnologia pra utilizar este mesmo princípio no mundo virtual?

Bom, essa tecnologia existe e se chama blockchain. O blockchain nada mais é que um grande arquivão, consultável e transparente como nosso tubo, onde a gente pode “empilhar” registros da mesma maneira que os estudantes de Floripa empilhavam fichinhas. A estes registros nós damos o nome de blocos. E à essa cadeia de blocos damos o nome de…. blockchain! Tchãrã!

o que e blockchain

Assim como acontecia com as fichinhas no tubo, uma vez um registro é adicionado ao blockchain ele não pode ser retirado nunca mais, passa a ser verdade eterna e absoluta! (claro que no Brasil eventualmente vai aparecer algum juiz querendo apagar registro de blockchain por ordem judicial, quem viver verá!)

Naturalmente isso aqui é uma simplificação e a realidade tecnológica do blockchain é muito mais complexa, envolve criptografia, resolução de problemas matemáticos complicados, redundância da cadeia, etc. Mas conceitualmente o funcionamento do blockchain é semelhante ao do nosso tubão, que, trabalhando na base do consenso permite aos estudantes eliminar a necessidade de se confiar às cegas uns nos outros ou de depender de uma autoridade central. Pense por exemplo na principal aplicação do blockchain hoje em dia, que é viabilizar a existência de criptomoedas como o Bitcoin. Nessas moedas, cada operação fica registrada no blockchain, eliminando assim a necessidade de uma instituição financeira central validando cada transação.

Bitcoins e moedas virtuais não são as únicas aplicações do blockchain. Sua natureza transparente e descentralizada, somadas à sua capacidade de prover informação irrefutável e irreversível permitem diversas aplicações como por exemplo gerenciamento de propriedade (pense se a escritura de sua casa ficasse registrada em uma blockchain ,  seria o fim dos cartórios!), confirmação de identidade/documentos, validação de votos, enfim, qualquer lugar onde você precisa de um registro confiável de informações.

Blockchain, o maior legado do Bitcoin.

O sistema bancário atual não foi desenhado para o mundo digital. Embora os canais tenham sido em parte digitalizados, a forma como os registros das transações foram modelados é voltada para o mundo analógico. Os dados precisam estar super protegidos, em ambientes próprios e centralizados, que exigem altos investimentos e uma cara manutenção, além de estarem susceptíveis a ladrões e hackers.

E o Bitcoin tem se mostrado a solução para isso.

O Bitcoin é uma criptomoeda e um sistema de pagamento online baseado em protocolo de código aberto que é independente de qualquer autoridade central. Um bitcoin pode ser transferido por um computador ou smartphone sem recurso a uma instituição financeira intermediária. O conceito foi introduzido em 2008 num white paper publicado por um grupo ou alguém com o pseudônimo de Satoshi Nakamoto que o criou e o chamou de sistema eletrônico de pagamento peer to peer (p2p).

Uma Block chain ou blockchain é um livro-razão público de todas as transações bitcoin ou de criptomoedas, até então realizadas. Está constantemente crescendo à medida que novos blocos completos são adicionados a ela por um novo conjunto de registros. Os blocos são adicionados à blockchain de modo linear e cronológico. Cada nó conectado à rede bitcoin tem a tarefa de validar e repassar transações   obtém uma cópia da blockchain após o ingresso na rede bitcoin. A blockchain possui informação completa sobre endereços e saldos diretamente do bloco gênese primeiro bloco criado até o bloco mais recentemente concluído.

A blockchain é vista como a principal inovação tecnológica do bitcoin visto que é a prova de todas as transações da história da rede. Seu projeto original tem servido de inspiração para o surgimento de novas criptomoedas semelhantes ao bitcoin e de bancos de dados distribuídos e anônimos.

Realmente a tecnologia Blockchain mudará nossas vidas drasticamente.

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Como se Determina o Valor do Bitcoin?

Explicando como se determina o preço do Bitcoin pela Teoria do Valor Subjetivo.

Você já se perguntou o que é valor?

Bom, valores são critérios existenciais individuais. Valor é importância que você dá a algo ou alguém em uma escala de zero ao infinito. Ex.: Nossos pais nos deram a vida. Portanto, isso é um critério positivo, então o valor dessas pessoas é alto para nós.

Dependendo do critério que é usado, a resposta pode ser diferente. Ex.: Pedro rouba o dinheiro de João por meio de ameaças. Portanto para João o roubo é um critério negativo, então o valor da pessoa Pedro é baixo para João.

Isso também acontece quando você quer colocar valor a um produto ou serviço.

Ex.1: Bitcoin é um sistema descentralizado e independente de governos e bancos, ainda por cima, não cobra taxas para ser usado. Portanto, isso é um critério positivo, então o valor dessa criptomoeda é alto para mim.

Ex. 2: Moeda Fiduciária estatal é controlada por um sistema burocrático e contribui para o lobby do sistema financeiro feito pelo banco central. Portanto, isso é um critério negativo, então o valor dessa moeda é baixo para mim.

Valores altos e baixos são determinados por critérios, que se manifestam por gostos individuais. Existem pessoas que ao contrário do escritor desse texto, preferem usar a moeda estatal (Real) ao invés de Bitcoin por exemplo. E é por isso que o valor depende individualmente de cada pessoa.

Portanto, algo só se torna valoroso se tem serventia, se individualmente tem reputação ou utilidade para um ser humano. Essa é a afirmação que fundamenta a Teoria do Valor Subjetivo, formulada por Carl Menger, fundador da Escola Austríaca de Economia.

Bom mas o que a Teoria do Valor Subjetivo tem a ver com o preço do Bitcoin?

Valor é diferente de preço, já que preço é determinado pelo mercado. Depende assim, do equilíbrio entre a oferta e a demanda do que se valora.

O Bitcoin já mostrou que é valorizado no mercado por diversas pessoas, que colocando seus critérios individuais em ação, singularmente compram e vendem bitcoins por um determinado preço condizente com o equilíbrio entre a oferta e a demanda. Todos esses valores subjetivos individualmente colocados nessa criptomoeda, são subjetivamente precificados, o que dá corpo e forma a competição do mercado, produzindo assim, a média do preço dessa mercadoria.

A média de preço do Bitcoin está em algo entre R$ 2736,43 e R$ 2739,60.

A demanda pela mercadoria só surge quando existe uma necessidade de se adquirir ela, pela utilidade que ela mostra ter subjetivamente para cada ser humano em questão.

Uma mercadoria não tem valor por ter somente uma única utilidade, até porque o ser humano pode criar diversas utilidades marginais comparadas a principal utilidade dada a essa mercadoria.

Dinheiro feito de papel, pode ser utilizado como papel-higiênico por exemplo. Acredite se quiser: é quase isso que acontece na Venezuela nesse momento, devido a destruição da economia pela expansão de oferta monetária do bolívar, com aval do banco central.

Este é o montante de cédulas, necessárias, para se comprar 1kg de queijo na Venezuela.

E é nesse cenário que tem gente que está começando a largar a moeda fiduciária, logo depois que soube da existência da tecnologia disruptiva por de trás do Bitcoin.

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