quarta-feira , 18 janeiro 2017
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Arquivos do Autor: Eduardo Guimarães

Sou um amante de inovação, moedas digitais, tecnologia e marketing. Analista de Youtube.

Conheça 5 Cursos de Universidades sobre a Tecnologia Bitcoin

curso bitcoin
Ganhar uma melhor compreensão do Bitcoin e do ecossistema das criptomoedas pode ser uma tarefa assustadora. É natural ficar sobrecarregado com todas as informações, e encontrar o ponto de partida certo para sua busca não é fácil. Felizmente, existem alguns cursos sobre Bitcoin que nós podemos aproveitar. A maioria desses esforços se concentra no público dos EUA, mas o reconhecimento internacional vem ganhando força.

#5 DUKE UNIVERSITY

Em 2014, a Duke University foi uma das primeiras grandes universidades dos EUA a lançar um curso sobre moedas digitais e Bitcoin. Sob o nome de “Innovation and Cryptoventures“, este curso foi ministrado em dois períodos em 2015. Em 2016, o curso foi executado novamente, embora ainda não esteja claro se vamos ou não ver outro destes em 2017. Se houver demanda para isso, fica difícil imaginar um motivo para que a Duke University não ministre novamente.

#4 PRINCETON

O curso de Princeton sobre Bitcoin é chamado de “Bitcoin and Cryptocurrency Technology”. Este curso pode ser feito através do Coursera, uma plataforma educacional bem conhecida. Este curso em particular foi transformado em um fomato de livro, que pode ser comprado na Amazon a um preço bastante acessível. Vale a pena conferir para obter uma melhor compreensão do Bitcoin, o blockchain, e tudo o que rodeia o ecossistema das criptomoedas. O curso está disponível na plataforma do Coursera, e uma nova “sessão” vai começar em 23 de janeiro.

Leia também: Banco Central da Rússia Diz Que Não Irá Banir o Bitcoin.

#3 STANFORD UNIVERSITY

Semelhante às outras duas universidades, Stanford lançou seu curso sobre a tecnologia Bitcoin e blockchain há alguns anos. Nomeado “Bitcoin Engineering“, este é um dos poucos cursos integrais de Bitcoin disponíveis hoje. Seu foco principal é a construção de aplicativos habilitados para bitcoin, bem como o desenvolvimento de outros programas que irão fortalecer o ecossistema. É provável que uma versão MOOC deste curso será disponibilizado mais tarde em 2017, de acordo com o site da Stanford.

#2 NEW YORK UNIVERSITY

A New York University começou a ministrar cursos de moedas digitais em 2014. Ao contrário das outras universidades, NYU concentra-se mais no lado legal com seu curso. Várias altcoins foram destacadas durante este curso também, o que deu as pessoas uma ideia de quão vasto o ecossistema de criptomoedas é.

Em 2015, NYU adicionou um novo curso, chamado “Digital Currency: Revolution in Money and Payments“. Como seria de se esperar, o objetivo principal é dar aos participantes uma visão geral das moedas digitais, bem como sistemas de pagamento móvel. Existe também um grande foco na tecnologia blockchain, regulação e avaliação das chances de sucesso do Bitcoin no longo prazo. Por enquanto, não há mais data para esta classe, embora dependa fortemente de quantas pessoas estejam interessadas e dispostas a pagar o custo de U$3.800.

#1 UNIVERSITY OF NICOSIA

Talvez o curso mais proeminente, é o oferecido pela University of Nicosia. Na verdade, eles são os únicos a oferecer um mestrado em moedas digitais, que age como qualquer outro diploma universitário pode-se dizer. Além disso, é possível fazer este curso através de uma plataforma on-line. Mais de 5.000 alunos matriculados para o curso grátis online ao longo dos anos, e espera-se que o número continue crescendo ao longo do tempo.

Leia também: Casa de câmbio indiana promoverá alianças estratégicas para adoção do bitcoin.

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Banco Central da Rússia Diz Que Não Irá Banir o Bitcoin

Bitcoin Russia.

A Rússia sempre teve uma relação incomum com as criptomoedas e o Bitcoin. Nunca foi muito claro, mas agora a situação deu uma evoluída. Uma nova declaração do Banco Central da Rússia sugere que nenhuma ação será tomada contra o uso do Bitcoin. Isto é um sinal positivo em escala global, embora não signifique que a criptomoeda se tornou legal na Rússia assim, de repente.

Leia também: Durante o Colapso do Bolívar, Agência de Viagens Passa a Aceitar Somente Bitcoin.

Banco da Rússia não se importa com o uso do Bitcoin

Não tomar medidas para proibir o uso do Bitcoin na Rússia é uma grande vitória para os entusiastas das criptomoedas. Até agora, a situação do Bitcoin permaneceu desconfortável no país. Em um ponto, pareceu que o uso passaria a ser punido por lei. Felizmente, essa opção não está mais na mesa. A Rússia nunca esteve interessada em moedas privadas que não podem exercer controle sobre.

Olga Skorobogatov, vice-presidente do Banco Central russo declarou:

“Ficou claro que não é fácil abordar o Bitcoin com a regulamentação financeira existente. Reguladores e agências financeiras concordam em não proibir o uso do Bitcoin. Em vez disso, queremos obter uma melhor compreensão do Bitcoin, e construir um quadro regulamentar que reunimos o conhecimento necessário. “

É impossível parar a ideia de descentralização das criptos, que muito se tornou evidente. Banir o Bitcoin na Rússia faria mais mal do que bem, a longo prazo. No final das contas, não ver uma proibição é talvez o resultado mais positivo que podemos esperar neste momento.

Leia também: Colômbia Proíbe Bitcoin Usando Esquemas Ponzi Como Desculpa.

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Itália Proíbe OneCoin Sob Investigações de Fraude

A “moeda digital” OneCoin já foi considerada uma fraude, mas desta vez, a alegação chegou aos ouvidos institucionais: o governo da Itália decidiu proibir o ativo, que tem sido associado com um esquema ponzi.

Leita também: O termo “Ponzi” vem da onde? Saiba porque!

As autoridades italianas argumentam que o serviço prestado pela empresa por trás da criptomoeda não cumpre o que promete aos seus clientes. Já a alguns meses, o número de pessoas e sites que rotulam OneCoin como um scam têm aumentado significativamente. O esquema, liderado pela advogada búlgara Ruja Ignatova, é promovido por uma empresa com sede em Gibraltar, chamada OneLife.

OneLife diz que o OneCoin é uma criptomoeda, quando na realidade a moeda não é descentralizada nem tem um livro-caixa público (um blockchain). A empresa utiliza um banco de dados centralizado e, de acordo com vários usuários, está atualmente usando um site com dados falsos para representar as “transações” enviadas e enviadas pela “rede”.

Onecoin é closed-source (código fechado), algo muito incomum em blockchains públicos. Usuários de Bitcoin e entusiastas de criptomoedas em todo o mundo estão tentando levantar suas vozes sobre esta questão, pois pode dar uma imagem negativa para outros tokens digitais. Na Itália, pela primeira vez, uma instituição pública decidiu agir.

A Autoridade de Concorrência e de Mercado (L’Autorità Garante della Concorrenza e del Mercato) ordenou congelar todas as operações da empresa OneCoin (One Network Services Ltd.), descrevendo o serviço como um esquema de pirâmide financeira. Autoridades de países como a Bulgária, Suécia, Finlândia, Letónia e Noruega também estão investigando a Onecoin sobre as alegações de fraude.

Leia também: Colômbia Proíbe Bitcoin Usando Esquemas Ponzi Como Desculpa.

O golpe sobreviverá no resto do mundo? Até agora, é provável, mas pelo menos eles não irão se livrar na Itália.

Fonte: AGCM.IT

 

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Colômbia Proíbe Bitcoin Usando Esquemas Ponzi Como Desculpa

A Superintendência de Empresas (La Superintendencia de Sociedades), uma entidade reguladora, anunciou que moedas digitais como o bitcoin, estão proibidas na Colômbia. Também disse que a única moeda válida para fazer transações no país é o peso.

O anúncio foi feito por Francisco Reyes Villamizar, chefe da Superintendência, após o crescimento do que é conhecido como “grupos de investimento”, onde uma pessoa convence os outros a investir seu dinheiro e convidar mais pessoas para fazer parte do organização oferecer um retorno de 100% em menos de dois meses. Ou seja, são os esquemas ponzi que tanto alertamos.

Leia também: Como funciona uma pirâmide financeira e como evitar o golpe.

Além disso, Villamizar disse que a única entidade que pode emitir dinheiro na Colômbia é o Banco de la República. Ainda recordou em várias ocasiões que o único dinheiro válido no país é o que eles emitem.

O crescimento deste tipo de moeda em todo mundo, é devido à incerteza econômica em diferentes países e a situação política de alguns outros. Hoje, o bitcoin está sendo negociado a U$ 1000 aproximadamente.

Leia também: Como se proteger de fraudes ao usar bitcoins.

Como você acha que esta decisão pode afetar o mercado? Deixe sua opinião nos comentários.

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Durante o Colapso do Bolívar, Agência de Viagens Passa a Aceitar Somente Bitcoin

A Destinia, uma agência de viagens bem conhecida, tomou a decisão de aceitar pagamentos somente em Bitcoin.

A economia venezuelana está em ruínas, já que o valor do Bolívar venezuelano tem diminuído de forma constante devido ao rígido controle de câmbio em vigor desde 2003. Preocupado com a turbulência financeira, a Destinia anunciou operar exclusivamente com Bitcoins.

A Destinia, tomou a decisão de aceitar pagamentos somente em Bitcoin para facilitar ainda mais as reservas de viajantes locais. Usuários do Reddit discutiram o impacto da decisão aqui.

A empresa tem visto um crescimento de 34% nas reservas em 2016, embora a Venezuela não seja um mercado estratégico para a Destinia. Entre os destinos mais procurados para reservas de hotéis fora da capital, Havana, Ilha Margarita, Madrid e Varadero estão no topo. As rotas de vôo mais procuradas são de Caracas para Madri, Santiago do Chile, Cumana (Venezuela) e Cidade do México.

O Bitcoin vem ganhando destaque e suporte dos usuários na Venezuela desde 2014. O site Surbitcoin.com, considerado o principal mercado da Bitcoin na Venezuela, confirma que entre agosto de 2014 e novembro de 2016 o número de usuários da criptomoeda passou de 450 para 85.000.

Como resultado, a Destinia aceita Bitcoins para todos os produtos e serviços oferecidos no site desde 2014.

“Os venezuelanos não só têm muitas dificuldades para sair do país, mas também em pagar com cartões de crédito, pois só podem fazer isso na moeda local. Dar prioridade ao Bitcoin como meio de pagamento pode ser de ajuda.” – observa Victor Oliva, Chefe do Departamento de Transportes da Destinia.

A decisão da Destinia é bastante surpreendente, mas não inteiramente inesperada. Esta pode ser apenas uma jogada para ajudar nas perspectivas sombrias do país. A Venezuela exige uma solução de pagamento global que não seja atingida pelas ridículas taxas de câmbio. E Bitcoin parece perfeito, dada a situação.

Leia também: Preço do Bitcoin Ultrapassa os 800 Dólares.

E qual sua opinião sobre esta decisão?

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Fonte: Blog Destinia

Xapo Anuncia Manutenção!

A Xapo acaba de anunciar uma manutenção para amanhã, dia 22 de dezembro. Os trabalhos iniciam à meia noite (horário de Brasília) e podem ir até as 4 da manhã.

Neste período todos os serviços da Xapo estarão indisponíveis.

Esta mensagem apareceu para alguns usuários. A empresa ainda não se manifestou nas redes sociais.

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Preço do Bitcoin Ultrapassa os 800 Dólares

O preço do Bitcoin passou a casa dos U$ 800 pela primeira vez desde fevereiro de 2014, estabelecendo um período de 34 meses.

O preço da moeda digital chegou a um máximo de U$852,07 (em uma exchange indiana), de acordo com dados do coinmarketcap.com. O movimento seguiu um mês de ganhos de preço progressivos, começando o período em torno de $ 742.

O preço recuou abaixo da marca de U$ 800, negociando a uma média de US $ 799,20, segundo os dados. Até o momento dessa postagem, o preço voltou a subir e está sendo negociado por U$812 em média.

preço do bitcoin

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Os preços do Bitcoin se aproximaram da casa dos U$ 800 nos últimos dias, levando alguns observadores do mercado a prever que o mercado provavelmente passaria a marca antes do final de 2017.

 


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Hackers roubam U$31 milhões do Banco Central Russo, Bitcoin seria uma solução?

O Banco da Rússia é o terceiro banco central este ano a ser alvo de ataque hacker, perdendo mais de 31 milhões de doláres das contas de correspondentes bancários.

Uma conta de um correspondente bancário, também conhecido como uma conta “Vostro”, é criada pelos bancos para liquidar as operações em nome dos seus clientes ou instituições financeiras parceiras. Na maioria dos casos, uma conta de um banco correspondente mantém os fundos dos clientes de primeira linha ou investidores de alto perfil do banco central.

A incapacidade de prevenir ataques hackers

Ekaterina Gelbova, funcionária do gabinete de imprensa do banco central russo, disse ao Wall Street Journal que a instituição ainda está para descobrir quando as contas de seus correspondentes tiveram os fundos roubados.

Embora o banco central tenha investido uma quantidade significativa de mão de obra e capital para corrigir vulnerabilidades no interior do sistema, ele não foi capaz de identificar detalhes do ataque. Artem Sychev, chefe do departamento de proteção e segurança do banco central, afirmou que o banco foi capaz de impedir que um adicional de 3 bilhões de rublos fossem roubados.

Em fevereiro, o banco central Bangladesh perdeu U$81 milhões, depois que o computador de um funcionário do banco central de Bangladesh foi comprometido por identidades não reveladas. Meses após o roubo, os funcionários do banco não conseguiram localizar o dinheiro, e a única informação que o banco foi capaz de descobrir, foi o fato que o dinheiro roubado foi extraído para as Filipinas.

Com vários bancos visados nos principais ataques hackers, que levaram à perda de centenas de milhões de dólares, o Fundo Monetário Internacional emitiu um alerta  contra choques financeiros resultantes de falhas nas relações de correspondentes bancários.

Bitcoin como proteção financeira

A medida que hackers e criminosos desenvolvem softwares mais sofisticados e inteligentes para explorar sistemas bancários, a importância da segurança para redes e plataformas financeiras está se tornando a única prioridade para a maioria dos prestadores de serviços financeiros.

Se os bancos centrais continuarem a demonstrar essas vulnerabilidades e a incapacidade de lidar com esses ataques de hackers, a população em geral e os usuários de bancos irão se adaptar e mudar para redes de moeda digital criptografadas, seguras e confiáveis, como o Bitcoin.

Como foi o caso com o roubo do banco central do Bangladesh, os hackers ganharam acesso aos sistemas bancários ao invadir os computadores de funcionários de alto escalão dentro das organizações. Esta estrutura baseada na confiança dos bancos provou ser o principal fator por trás desses ataques.

Com base em todo o contexto aqui exposto, é preciso ressaltar que a premissa básica das criptomoedas é tratar-se de um sistema totalmente “trustless”, ou seja que funciona de maneira descentralizada de modo a garantir que cada indivíduo não dependa mais da confiança em suas relações com terceiros. Com isso, o que as criptomoedas propõem é que você seja seu próprio banco.

Essas tecnologias podem efetivamente impedir que usuários, empresas e investidores de alto perfil percam centenas de milhões de dólares em um furto.

 


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Pânico na Índia: Bitcoin negociado a U$ 900, 16% acima da média

Quase imediatamente após o anúncio feito pelo primeiro ministro indiano Narendra Modi para desmonetizar notas de rupias de 500 e 1.000 em 9 de novembro, a demanda por Bitcoin em principais bolsas indianas começaram a subir. No entanto, especialistas afirmam que uma alta no preço do Bitcoin já existia antes mesmo da desmonetização.

Atualmente, investidores e compradores nas maiores exchanges de Bitcoin e plataformas de negociação da Índia, incluindo Coinsecure, Unocoin e Local Bitcoins, estão negociando o Bitcoin em cerca de 61.223 INR, ou U$ 900, aproximadamente 17% acima do preço médio do Bitcoin na maioria das exchanges globais.

Controle de capital e desmonetização

Controles de fluxo de capital restrito na Índia e regulamentações financeiras, não permitem que pessoas e empresas movam o dinheiro para fora do país. Assim, a arbitragem sempre existiu no mercado de Bitcoin indiano.

No entanto, o anúncio surpresa do primeiro ministro Modi no início de novembro para desmonetizar as duas cédulas amplamente utilizadas, como parte de uma iniciativa em curso para repressão à corrupção e dinheiro ilícito reservas, levou a demanda por Bitcoin na Índia aumentar, resultando no preço do Bitcoin que quebrou  a margem dos U$ 900 no país.

Em 15 de novembro, o especialista em Bitcoin e comerciante Tuur Demeester revelou que Bitcoin estava sendo negociado a US $ 806, 13% acima da média global.

Em 18 de novembro, apenas três dias depois do anúncio de Demeester, o preço do Bitcoin no mercado indiano saltou U$ 100, o que representa o desespero dos moradores indianos e cidadãos para evitar controles de capital e uma rápida mudança econômica.

Pânico nacional

A desmonetização das cédulas de 500 e 1.000 INR também provocou pânico nacional, com indivíduos correndo para caixas eletrônicos e bancos, em uma tentativa de garantir dinheiro para o uso diário. As pessoas começaram a fazer fila para usar os caixas, e algumas esperaram por mais de 10 horas.

Meios de comunicação indianos também informaram que 33 pessoas morreram de cansaço esperando para sacar dinheiro nos caixas eletrônicos.

“Lakshminarayana, 75, entrou em colapso e foi declarado morto enquanto espera em uma fila por mais de duas horas fora de um banco em Secunderabad, Telangana”, informou o Indian Express.

Embora seja difícil especular sobre a evolução do Bitcoin dentro do mercado indiano ao longo das próximas semanas, é importante lembrar que o ágio sobre o preço do Bitcoin tinha existido na Índia antes da desmonetização e continuará a existir se o governo manter o controle restrito de capital.

 

Imagem: Reprodução.

Comprar Bitcoin no balcão: Disponível em 50.000 lojas no Canadá, Australia e Europa

Comprar Bitcoin ficará ainda mais fácil. Atualmente, a Bitit está fazendo parceria com a Neosurf e suas 100.000 lojas locais, e a startup de Bitcoin planeja agora expandir sua rede para até 150.000 lojas varejistas.

Isto marca o início de uma nova etapa para a empresa parisiense, que se associou ao especialista em redes de distribuição Flexepin, para lançar o “cash-for-Bitcoin” em mais de 15 mil lojas de conveniência no Canadá e na Austrália.

Vouchers Flexepin e Cashlib

O CEO da Bitit, Nicolas Katan, disse que a empresa estava empenhada em começar a expandir seu serviço de compra “Bitcoin-by-cash” para a Austrália e Canadá como meio de aumentar o tamanho de sua rede.

A Bitit também assumiu a decisão estratégica de se associar à Cashlib, atualmente disponível na França. Agora, Bitcoin está pronto para se espalhar para um uso mais amplo na França, com Bitit está permitindo que a criptomoeda seja comprada através de vouchers Cashlib em suas mais de 35.000 lojas.

Nicolas Katan disse:

“Bitcoin pelo mercado acionário está apenas começando. Os métodos de pagamento dos vouchers nos permitem minimizar os riscos e reduzir os custos. Usando nossa rede, milhares de usuários agora podem comprar Bitcoin no balcão de atendimento, tão fácil quanto qualquer outro produto.”

Ele acrescenta: “Agora os usuários franceses terão a opção de obter Bitcoin através de Neosurf ou Cashlib. Até agora, só houve oportunidades limitadas para comprar o Bitcoin com dinheiro na França.”

Os vouchers da Flexepin e Cashlib estão disponíveis em diferentes valores, variando de U$25 a U$500 cada. Uma vez que o usuário o adquire, basta inserir o código do voucher no site Bitit e resgatá-lo em Bitcoins. Após a confirmação do código do voucher, os Bitcoins são enviados instantaneamente.

Paralelamente ao aumento da fraude de cartões de crédito, os usuários agora têm uma ferramenta melhor para proteger sua identidade. Ao não expor seus detalhes on-line, não há necessidade de um cartão de crédito ou uma conta bancária para a transação. Também é muito fácil de usar. Na verdade, o que poderia ser melhor do que comprar seu Bitcoin juntamente com uma revista na banca da esquina? Os clientes podem fazer sua compra de Bitcoin em um momento que lhes convém, perto de casa.

Através da escolha de vouchers, a Bitit visa atingir os europeus, canadenses e australianos sem bancos que precisam de uma maneira rápida de usar as últimas tecnologias de pagamento e acessar o mundo do comércio eletrônico.

Estas parcerias reforçam a presença internacional da jovem empresa de tecnologia francesa, que pretende tornar-se a plataforma mais rápida no mundo para entregar recursos digitais Blockchain a indivíduos e instituições.

Imagem: Reprodução.